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Sem Parar reposiciona sua presença no TikTok e alcança mais de 30 milhões de views em seis meses

Sem Parar, pioneira no mercado de tags de pedágio no Brasil e líder em meios de pagamentos automáticos, também assumiu a dianteira na criação de um perfil na rede social TikTok, ainda em março de 2023, em parceria com a agência Jotacom. Seis meses após, a marca observa que a estratégia de falar de forma descontraída já rendeu mais de 26 mil novo seguidores e 40 mil compartilhamentos.
Com uma postura mais solta e uma linguagem adaptada para as redes, a marca embarcou na ideia sem medo “de abraçar os memes e trends” que viralizam com frequência na plataforma. E toda essa irreverência fez o Sem Parar cair nas graças do público que utiliza o TikTok, aumentando seu engajamento e sua base de fãs de forma considerável nesses 6 meses da nova identidade. Foram mais de 32 milhões de views, um ganho de mais de 16 mil comentários – que são prontamente respondidos, sempre em um tom leve e divertido.
Os criativos explorados pelo time trazem uma roupagem diferente da tradicional, que conversa com o propósito da plataforma, propondo uma comunicação que abraça a cultura de divertir os fãs da marca.
Para Catharina Donato, gerente de marketing do Sem Parar, a entrada no TikTok foi um processo natural de marcar a presença do Sem Parar onde os debates e as novas ideias têm surgido e de se aproximar do público mais jovem. “As marcas precisam estar presentes nos espaços onde as novidades surgem. O TikTok tem agilidade e um poder incrível de pautar as tendências do momento, era um lugar no qual faz sentido para nossa marca estar”, afirma a executiva.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







