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Seis em cada sete consumidores buscam simplicidade nas experiências de entretenimento

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Seis em cada sete consumidores em todo o mundo desejam uma plataforma completa que simplifique suas experiências de entretenimento com streaming de vídeo, fantasy game, redes sociais, comércio eletrônico e muito mais. É o que revela o estudo da Accenture (NYSE: ACN) “Reinvent for growth“, que entrevistou 6 mil consumidores para entender suas preferências e comportamentos em relação às experiências de entretenimento on-line.

Quatro em cada 10 entrevistados (41%) disseram que pagariam por uma plataforma única para seus serviços de entretenimento. Além disso, 61% gostariam de poder compartilhar seus perfis de streaming em diversas plataformas para uma maior personalização de conteúdo.

“Os serviços de streaming independentes enfrentam alguns problemas simples: existe um limite para o que os consumidores estão dispostos a pagar, além de um nível de complexidade e número de opções com os quais estão preparados para lidar”, explica John Peters, diretor geral da prática de mídia e entretenimento na Accenture. “Está na hora de reinventar os ecossistemas de entretenimento para que as empresas do setor possam alcançar um crescimento lucrativo, ajudando os consumidores a obter tudo que precisam e desejam”.

Outras descobertas do relatório reforçam a necessidade de as organizações de mídia reconsiderarem suas estratégias operacionais e de conteúdo:

35% dos consumidores cancelaram ao menos um dos cinco principais serviços de streaming de vídeo “on demand” nos últimos 12 meses e 26% disseram que planejam cortar um ou mais nos próximos 12 meses.

  • 76% dos consumidores relataram frustração ao encontrar algo para assistir, seis pontos percentuais a mais do que o registrado em 2021.
  • 55% dos consumidores disseram que se sentem sobrecarregados com o número de serviços de streaming disponíveis e 26% disseram que pode levar mais de 10 minutos para escolher uma opção de streaming (contra 17% registrado em 2021).

O relatório da Accenture também identifica três funções emergentes para empresas de entretenimento que estão competindo pelo tempo, atenção e dinheiro dos consumidores:

Agregadores de audiência são empresas de plataforma com um modelo de negócios diversificado que monetizam a atenção e o engajamento direta e indiretamente, unindo diversos serviços, incluindo os de entretenimento, em um só lugar.

  • Cultivadores de audiência são capazes de criar e monetizar com eficiência o entretenimento em uma ou várias formas (por exemplo, vídeo, música, games etc.) a partir de dados sobre o seu público principal. O foco está na relação conteúdo/custo e na garantia de inclusão em plataformas e pacotes agregadores de público.
  • Comerciantes de conteúdo se concentram na criação do melhor conteúdo possível sem precisar gerar receita com o engajamento alcançado por esse conteúdo.

“O futuro do setor de mídia está nas plataformas agregadas”, afirma Imran Shah, diretor geral do grupo de Comunicação, Mídia & Tecnologia da Accenture. “Essas plataformas alcançarão dois resultados cruciais: a criação de serviços e pacotes inclusivos e com menor rotatividade capazes de gerar receita para as empresas de mídia, ao mesmo tempo em que oferecem experiências para que os consumidores encontrem e acessem o conteúdo com facilidade.”

 

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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