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Seara aposta na pimenta para surpreender com uma nova linha de edição limitada

A Seara acaba de lançar uma nova linha de edição limitada, a Seara Super Picante. Com seis deliciosas opções, a Seara foi buscar as melhores pimentas do mundo para criar pratos com picância especial e o sabor e a suculência característicos da marca.
A linha tem diferentes graduações de pimenta, para ser apreciada por todos os paladares, e passa a ser uma nova opção no segmento de pratos prontos congelados, empanados e salsicha a partir de setembro. Cada receita foi criada cuidadosamente para harmonizar com uma pimenta específica, garantindo sabor e picância na medida certa. Lasanha Bolognesa com Jalapeño, Mac & Cheese Calabresa com Jalapeño, Pizza Calabresa com Jalapeño, Iscas de frango com Mix de Pimentas, Burrito TexMex com Chilli e Salsicha Chipotle Dog surpreendem com pimentas originárias do México, Brasil, África e continente indiano.
Todos os produtos foram especialmente desenvolvidos não só para os amantes de pimenta, mas também para aqueles que querem conhecer novos sabores. É uma linha abrangente, democrática e inusitada, que oferece uma experiência diferente. A lasanha é preparada delicadamente de forma artesanal e surpreende ao ser temperada com Jalapeño. A tradicional pizza de calabresa Seara e o Mac & Cheese, feito com molho Cheddar Polenghi e linguiça calabresa Seara, também ganham ainda mais sabor com o tempero da pimenta Jalapeño. As iscas de frango, preparadas com o suculento peito de frango Seara e um empanamento super crocante, recebem um toque ousado de Mix de Pimentas, com as saborosas pimentas Biquinho, Pimenta Branca e Cumari. Para os amantes da culinária mexicana, o Burrito TexMex é temperado com Chilli, originário da ardente pimenta Malagueta e Jalapeño. Para finalizar o portfólio da nova linha, as salsichas preparadas com carnes Seara, são temperadas com a pimenta Chipotle.
“Os sabores que mais crescem em todos os continentes são aqueles do universo da pimenta. Por isso, a Seara foi buscar no mundo as melhores pimentas para criar pratos únicos, exclusivos, surpreendentes e inovadores! As pessoas querem ser surpreendidas com novas combinações, e a nova linha Super Picante oferece essa experiência de maneira deliciosa, com o toque picante na medida exata para as refeições do dia a dia, a praticidade do congelado e a qualidade da Seara”, comenta Rafael Palmer, Diretor de Marketing da Seara.
Seara Super Picante chega para atender aos novos hábitos de consumo que o mercado tem apresentado nos últimos anos. Pesquisas* apontam que os produtos apimentados se destacam como o 4º sabor mais atraente no Brasil e que, nos últimos dois anos, o consumo de comidas apimentadas cresceu 105%. Além disso, 72% dos consumidores querem experimentar novos sabores e ter novas experiências. Foi respondendo a essa tendência que a categoria de congelados da Seara desenvolveu Super Picante, convidando o consumidor a ousar e sair do básico, se aventurando nos novos sabores e se surpreendendo com eles.
Além do sabor, a pimenta possui compostos químicos, como a Capsaicina, considerada um anti-inflamatório natural que ajuda na defesa do sistema imunológico e estimula a produção de endorfina, hormônio responsável pela sensação de satisfação e felicidade, ajudando a melhorar o desempenho físico.
Os produtos ficam disponíveis até o final de novembro nas principais redes varejistas do Brasil e também por meio da Loja Seara (lojaseara.com.br), plataforma que funciona por geolocalização e atua em parceria com as principais redes de varejo e aplicativos de entrega.
Tempero arretado
Para comunicar a nova linha, a WMcCann criou a campanha com o mote “Surpreenda-se com o sabor que faltava”, que traz Juliette Freire, vencedora do BBB21 para representar a novidade.
“Para apresentar toda a linha Seara Super Picante, contamos com o carisma apimentado de Juliette Freire, ganhadora do BBB21. Juliette representa aquelas pessoas de atitude, que se permitem experimentar novos sabores e sempre se surpreenderem! Foi a combinação perfeita com os novos produtos”, comenta Tannia Bruno, Diretora de Marketing da Seara.
A campanha criada pela WMcCann começa a ser veiculada no dia 10 de setembro e inclui filmes na TV, conteúdos nas redes sociais de Juliette e da Seara, OOH, ativações no PDV, ação especial no programa “Encontro com Fátima Bernardes”, além atividades especiais que serão reveladas durante a campanha.
A campanha apresenta também uma ação casada com o iFood, em que o consumidor terá desconto ao comprar produtos da linha ou o “kit surpresa”, opção em que o comprador define apenas a intensidade da picância dos pratos e se “surpreende” com o conteúdo do box.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








