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Samsung Ads chega ao Brasil como nova opção de mídia nas TVs Samsung

A Samsung apresenta ao mercado brasileiro um novo meio para marcas e anunciantes alcançarem os consumidores na transição para o streaming. A Samsung Ads está agora disponível nas Smart TVs da Samsung, com experiências premium e seguras para as marcas, permitindo maior precisão de publicidade e alcançando mais consumidores com anúncios segmentados.
“A Samsung Ads traz uma nova maneira de apresentar e consumir publicidade, que reflete as transformações que estão ocorrendo com o consumo de conteúdo na TV. A tela grande está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, mas a forma como nos relacionamos com ela tem mudado significativamente. O consumo de conteúdo linear vem perdendo espaço e há um movimento intenso rumo a serviços on demand, plataformas de streaming e games. As marcas têm o desafio de manter a conexão com este novo consumidor”, ressalta Essio Floridi, Diretor de Vendas da Samsung Ads na América Latina.
Para entender a relevância dos espaços oferecidos pela Samsung para os anunciantes, é importante saber que o Brasil é o maior mercado da marca na América Latina e um dos maiores do mundo. Somente neste início de 2021, mais de 12 milhões de TVs espalhadas pelo país já estão aptas a receber os anúncios do Samsung Ads e esse número deve crescer exponencialmente nos próximos meses e anos. A Samsung é líder global no mercado de TVs há 15 anos consecutivos e o Brasil é fundamental para esse desempenho.
O que a Samsung Ads oferece às marcas parceiras que desejam exibir seus anúncios?
São duas possibilidades de inserções. A primeira é no próprio Smart Hub, onde ficam todos os aplicativos de streaming pré-embarcados na TV ou que foram baixados da Loja de Apps e configurados pelo consumidor para acesso rápido. Ali, um anúncio da campanha é exibido e o usuário pode selecioná-lo para ver mais detalhes em banners de diferentes tamanhos e formatos. Caso opte por clicar nesses banners, o usuário tem acesso a anúncios em vídeo, links para sites promocionais e QR codes para acesso em dispositivos móveis.
Também foi criado um espaço dentro do Samsung TV Plus, que oferece aos consumidores um serviço de streaming gratuito e aos anunciantes o alcance da TV linear tradicional com a capacidade de segmentação e mensuração do digital. Lançado pela Samsung no final de 2020 no Brasil, o Samsung TV Plus já conta com 28 canais de notícias, gastronomia, esportes, séries, filmes e música, além de atingir quase dez milhões de usuários por mês.
Imagem meramente ilustrativa
Por que a Samsung Ads oferece anúncios mais precisos?
A Samsung Ads é alimentada por reconhecimento automático de conteúdo, ou a tecnologia ACR, que é uma maneira, opt-in e em conformidade com PII e com a Lei Geral de Proteção de Dados vigente no Brasil, altamente eficaz de obter informações diretas sobre o comportamento de visualização. Isso permite aos consumidores uma experiência de descoberta de conteúdo mais personalizada em milhões de Smart TVs Samsung.
Os anunciantes podem se beneficiar dos poderosos dados proprietários da Samsung Ads para direcionar os conteúdos para consumidores que amam, por exemplo, esportes ou jogos. Além da segmentação do consumo, os anunciantes também podem desenvolver estratégias com base na localização ou hardware. Por exemplo, é possível veicular uma campanha de acordo com o tamanho da tela ou resolução da TV do usuário e ainda escolher quais regiões do país serão impactadas por cada anúncio.
“TVs conectadas já são parte relevante do universo de mídia digital – e foram, inclusive, um dos meios que mais cresceu nos últimos tempos. Esse é um meio que une a experiência imersiva da TV com todas as vantagens do digital, e seu share de atenção dedicada pelos consumidores deve continuar evoluindo, pegando carona na ‘guerra do streaming’. A jornada da mídia omnichannel está avançando a passos rápidos, e nosso pioneirismo com a SamsungAds reforça nosso apetite em entender profundamente os novos caminhos para se fazer publicidade em televisão.” explica Celio Guida, Head de Mídia, Business Intelligence & Performance do Grupo Boticário.
Com a Samsung Ads, a publicidade na TV agora pode ser endereçada a públicos específicos semelhantes à publicidade digital, mas os anunciantes podem gerenciar o alcance e a frequência em suas compras de mídia linear e de streaming, ao mesmo tempo em que estendem esse alcance por meio de outros dispositivos.. Isso significa que os anunciantes podem atingir os milhões de consumidores e estender a personalização para outras plataformas para uma experiência completa com o consumidor. Combine isso com a capacidade de medir resultados como alcance incremental ou brand lift e você terá uma solução poderosa para os anunciantes.
“Estamos diante de uma nova era para as TVs e também para a maneira como nos comunicamos com marcas parceiras e nossos consumidores. Há um desejo crescente por serviços mais personalizados e que estejam de acordo com os gostos e preferências das pessoas, mas com uma preocupação permanente de não interferir nas experiências dos usuários em seus momentos de lazer. É uma nova forma de se comunicar, mais inteligente e precisa, destaca Floridi.
Para conhecer mais sobre o Samsung Ads, acesse: https://www.samsung.com/us/business/samsungads/life/brazil/
¹ Disponível para todos os modelos de 2021 e para TVs Samsung 4K (ou superiores) a partir do modelo de 2017. O conteúdo disponibilizado pode ser alterado e/ou descontinuado a qualquer tempo, sem aviso prévio. Necessária conexão à internet.
² De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados, os usuários podem solicitar que os anúncios não sejam personalizados a partir de seus hábitos de consumo.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








