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Sadia lança Mac’N Chesse e mostra como coisas incríveis podem acontecer em apenas cinco minutos

Assinada pela agência Africa, campanha aposta no appetite appeal e dá vida a situações extraordinárias que poderiam ocorrer dentro do curto tempo de preparo do produto
A Sadia, marca presente nos lares brasileiros há mais de 75 anos, acaba de ampliar seu portfólio com mais uma inovação: a linha Sadia Mac’N Cheese, uma opção saborosa, prática e fácil de ser preparada, que chega às gôndolas nos sabores cheddar tradicional, cheddar com bacon e cheddar com calabresa. E para convidar o público a conhecer e experimentar o seu mais novo lançamento, a marca estreia a primeira fase de sua campanha.
Sob o conceito criativo “Coisas incríveis acontecem em cinco minutos”, a campanha assinada pela Africa enfatiza não só a praticidade e sabor do produto, como faz alusão a situações extraordinárias que podem acontecer no tempo em que o Mac’N Cheese leva para ficar pronto. O exemplo fica por conta do filme “Abdução” (link), que mostra um jovem sendo abduzido por extraterrestres nos cinco minutos em que o produto está sendo aquecido no microondas.
Além da peça, um segundo filme (link), com foco nos atributos do produto e em seu appetite appeal, destaca a cremosidade e o sabor da refeição, que a tornam a opção perfeita para diferentes tipos de público, principalmente aqueles que gostam de soluções de alimentação mais rápidas e que cabem no bolso, mas que não abrem mão da qualidade e prazer.
Para Marcelo Suárez, diretor de marketing das marcas da BRF, ao trazer à mesa mais um produto que se encaixa no dia a dia do brasileiro, mesmo com as mudanças de rotina provocadas pelo momento atual, o lançamento potencializa ainda mais a inovação e o pioneirismo que a Sadia carrega em seu DNA. “Nosso compromisso é oferecer constantemente ao consumidor opções completas como o Mac’N Cheese, um produto que equilibra sabor, praticidade e que fica pronto em cinco minutos, importante para um público que valoriza isso”, destaca o executivo.
“O Mac’N Cheese Sadia é mais um dos lançamentos da plataforma de inovação da marca, que desde sua fundação sempre buscou trazer novidades para o público. Para nós, é um delicioso desafio contar mais essa história que ajuda a aproximar ainda mais do público jovem” afirmam Érico Braga e Pedro Bullos, diretores de criação da Africa.
Além da comunicação na TV aberta e nas redes sociais, a primeira fase da campanha ainda envolve diversas ativações online. Disponível no varejo nacional, o produto pode ser encontrado em três versões: tradicional cheddar, cheddar com calabresa e cheddar com bacon, todos em embalagens de 350 gramas.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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