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Sadia lança campanha para incentivar consumidor a aproveitar bons momentos com o “recheio certo”

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A Sadia apresenta sua nova campanha focada no portfólio de frios da marca. O conceito criativo, desenvolvido pela agência Africa, “A vida fica mais gostosa com o recheio certo”, traz filme inédito, responsável por marcar o início das ações que contemplam: mídia nacional on e offline, conteúdo criado em parceria com influenciadores digitais, programas matutinos de veiculação nacional em televisão aberta e com grandes portais de receitas do país, além de materiais especiais para pontos-de-venda (PDV).

A campanha valoriza a praticidade, qualidade e versatilidade dos principais produtos da linha de frios da Sadia, com destaque para o presunto. O filme retrata um momento divertido entre mãe e filho durante uma partida de videogame, reforçando como os produtos da marca conseguem agradar e atender às demandas de diversas gerações. Enquanto isso, a locução informa alguns dos diferenciais do presunto Sadia, como o fato de ser produzido com 100% carne de pernil suíno e possuir menos sódio em sua formulação*, com 12kcal por fatia. O conteúdo, aliado ao clima leve proposto pela interação dos dois personagens, transmite a mensagem de que ao escolher um ingrediente de qualidade, os momentos do seu dia podem ficar mais prazerosos e saborosos.

A campanha também ressalta os diferenciais do peito de peru Sadia: feito 100% com carne de peito de peru, processo de cozimento e defumação por 12h, além de baixos teores de gordura e sódio*. A linha de fatiados Sadia Soltíssimo será a estrela dos conteúdos digitais, fortalecendo as principais características dos produtos: fatias mais finas dispostas de forma escalonada, ideal para quem deseja agilidade no manuseio para a elaboração de uma receita e a praticidade da embalagem abre-e-fecha que facilita o armazenamento adequado na geladeira.

O portfólio completo de frios Sadia pode ser encontrado nas principais redes varejistas do país, bem como em mercearias, padarias e nas unidades da loja modelo da BRF, Mercato Sadia, em São Paulo e Itajaí (SC). Também é possível adquirir os produtos no e-commerce da Companhia, o Mercato em Casa.
Ficha Técnica

Título: Presunto Suíno

Agência: África

Anunciante: BRF

Produto: Frios

CCO: Sergio Gordilho

Direção Executiva de Criação: Rynaldo Gondim/ Erico Braga/ Rodrigo Marangoni

Direção de Criação: Will Ferrari Jr./ Eduardo Vares/ Rafael Carvalho

Criação: Victor Capato, Victor Moraes/ Rafael Almeida/ Osvaldo Neto/ Eduardo Vilalba/ Giovanni Richetti/ Renato Cássio

VP de Operações e Atendimento: Carolina Boccia

Atendimento: Maira Bandeira / Debora Bettoni / Thais Guarlotti/ Natasha Albuquerque / Ana Dourado

Mídia: Agnieszka Halina Porada / Luciana Prado / Camila Artacio/ Andreina Clemente; Paulo Henrique/ Geovana Lucena Freitas / Andrea Lourenço

Planejamento: Aldo Pini / Fernanda Valéria / Mariana Cerqueira

Conteúdo: Dayana Teixeira / Marina Soares

RTVC: Rodrigo Ferrari / Mariana Hermeto / Patricia Melito / Priscila Moscovich

Produtora de Imagem: Tropical Film

Diretor: Rog Souza

Produtor Executivo: Gabriel Dagostini

Assistente de Atendimento: Gabriela Fittipaldi

Coordenação de Produção: Renata Munaretto

Assistente de Coordenação de Produção: Hanna Moura

AD: Tatiane Klein

Diretor de Fotografia: Fernando Bertoluci

Diretor de Arte: Paulo Ribeiro / Edu Fazzio

Direção de Produção: Nani Matias

Assistentes de Direção de Produção: Adriana Lira / Thais Lazzarini

Culinarista: Paula Rainho

Mockups e Efeitos: Fabiano Caldeira

Montagem: Beto Araújo / Ivan Kanter Goldman

Montagem Adicional: Lucas Brasileiro

Finalizador: Andréia Figueiredo e Luciana Lima

Pós-produtora: Warriors VFX

Color Grading: Bleach Color Grading

Produtora de Som: Cabaret

Produção Musical: Cyro Neto

Compositor: Guilherme Azem

Mixagem: Gab Scatolin

Finalização: Cyro Neto / Bruno Pereira

Atendimento: Ingrid Lopes / Flávia Caparelli / Bárbara Russiano

Coordenação: Verusca Garcia / Chandra Lima / Débora Mello / Carol Oliveira

Locução: Mari Borga

Aprovação do cliente: Marcelo Suárez, Rafael Gonçalvez, Sharon Harrison, Julia Cruz, Brunna Sá, Bruna Mezher

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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