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Riot Games leva ritmo e visual de valorant para o Afropunk Bahia 2022

Se algum dia os fãs de valorant imaginaram Raze, Astra e Phoenix quebrando tudo ao mostrar suas habilidades nos passinhos de dança, nós temos uma novidade: vai acontecer! A desenvolvedora e distribuidora de jogos eletrônicos Riot Games levará, nos dias 26 e 27 de novembro, agentes do jogo FPS da empresa para o Afropunk Bahia 2022, o principal festival voltado para a comunidade negra do Brasil, que reúne música, moda e ancestralidade em uma imersão cultural na cidade mais negra do Brasil, Salvador.
O público presente no evento na capital baiana, que será realizado no Parque de Exposições, irá contemplar, no palco Agô, performances radiantes, com inspiração no formato e movimento de ‘batalha de dança’, com combinação do break e danças urbanas com a cultura brasileira e ritmos afro diaspóricos, escolhidos de acordo com a origem e personalidade de três agentes de Valorant: Pagotrap, Afrobeats e UK Drill, que correspondem ao lifestyle de Raze (Brasil), Astra (Gana) e Phoenix (Reino Unido), respectivamente. Além dos estilos de música e dança, os figurinos também trarão inspiração aos agentes do game.
As apresentações terão duração de 15 minutos durante os dois dias de festival e serão interpretadas por duplas de bailarines, carregando todo estilo e gingado dos personagens. Ao fundo, assets visuais do game serão projetados pelo artista visual Gabiru, que é vencedor três vezes do Prêmio Braskem de Teatro (2008/2014/2015), e também do Troféu Caymmi, em 2015. O setlist do show terá músicas conectadas com o universo de VALORANT, e a mixagem ficará por conta de Tamy, premiada DJ e produtora carioca, que vem se destacando cada vez mais na cena de black pop music e hip hop, já tendo sido premiada como melhor DJ pela WME — prêmio totalmente dedicado às mulheres do universo da música, em 2021. As apresentações serão conduzidas por Áurea Semiseria, cantora, compositora e mestre de cerimônia conhecida por usar a sua voz como ferramenta na luta antirracista, por meio do rap, em prol da auto estima e força do povo preto e LGBTQIA+. O espetáculo contará ainda com produção musical de Felipe Pomar, co-fundador do “TrapFunk&Alívio”, e styling da dupla e styling de Marie & Silas, e promete ser uma experiência única e incrível da união da música com os games.
“A música e o estilo individual de cada agente fazem parte do DNA do VALORANT, e por isso, são elementos de extrema importância para o jogo, que cada vez mais quer ampliar a conexão com o estilo de vida de nossos fãs. O AFROPUNK reúne as mais diversas manifestações culturais negras, indo além da música, e isso é muito relevante para a Riot Games por sabermos da diversidade existente em nossa comunidade. Estamos muito animados em poder trazer um momento único ao público do festival, mostrando um pouco da essência do nosso universo”, afirma Fernando Birche, brand manager na Riot Games no Brasil.
O Afropunk Bahia 2022 será realizado nos dias 26 e 27 de novembro, a partir das 18h, no Parque de Exposições, em Salvador. Com os palcos Agô e Gira, nomeados a partir do resgate histórico da cultura preta, o festival apresenta um line up que vai do rock ao pagodão baiano e do rap ao pop para uma primeira edição completa na América Latina. Nomes como Ludmilla, Emicida, MC Carol, Baco Exu do Blues e Liniker estão entre as atrações principais. As performances radiantes de Valorant começam às 21h25 em cada um dos dias, no palco Agô. Será possível acompanhar o festival pelos canais oficiais do Festival no Youtube, Facebook e também pelo site.
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








