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Renato Firmiano é o novo diretor de Marketing das Tintas Decorativas BASF

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Renato Firmiano é o novo diretor de Marketing das Tintas Decorativas BASF
Após 18 anos de atuação em empresas multinacionais do segmento de Bens de Consumo, liderando áreas como marcas, produtos, comunicação, gestão de categorias, trade marketing, CMI, digital e CRM, Renato Firmiano assume a diretoria de Marketing de Tintas Decorativas da BASF para a América do Sul.

Com formação em Administração de Empresas pela ESPM-SP, MBA pela FGV-SP, além de especializações pela New York University e Kellogg School of Management, Renato trabalhou grande parte da sua carreira na Whirlpool, onde esteve à frente das marcas Brastemp e Consul. Também pela mesma empresa, foi responsável pela estruturação das áreas de Marketing e Trade Marketing para os mercados do Caribe, América Central, Venezuela e Equador, em um período que foi expatriado para Miami.

“Estou muito feliz em chegar à BASF, uma empresa centenária e com valores tão atuais, em um momento de lançamento de uma nova marca, a Glasu! Ter a oportunidade de continuar a jornada de crescimento da Suvinil, marca líder e presente na vida dos brasileiros há 60 anos, e de forma complementar, trabalhar a construção de uma nova marca, é um desafio que me traz muita motivação”, explica Renato Firmiano, novo diretor de Marketing das Tintas Decorativas da BASF.

Para este momento de importante marco no negócio de Tintas Decorativas da BASF, Renato ingressa para contribuir mantendo a Suvinil ainda mais presente na casa de milhares de brasileiros, em celebração aos seus 60 anos de marca. E, ainda, apresenta Glasu!, fazendo com que a pintura seja realizada com uma tinta que faz acontecer de forma segura, acessível e prática.

O executivo ainda atuou como líder em Digital, envolvendo todas as plataformas e produtos do ambiente online, promovendo a implantação do framework de gestão de projetos Agile e a transformação cultural em sua última e mais recente atuação. “Ter tido a possibilidade de participar da jornada de transformação Digital da Whirlpool foi um dos momentos mais importantes da minha carreira. Além de uma ferramenta fundamental para antecipar a entrega de valor ao consumidor, o Digital traz grandes aprendizados e reflexões sobre cultura e liderança. A jornada de compras de tintas é complexa e nem sempre o consumidor sai totalmente satisfeito. Acredito muito no Digital como uma frente relevante para melhorar essa experiência, tanto do consumidor como de pintores e pintoras de todo Brasil”, finaliza o executivo.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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