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Redes Sociais no Brasil: Instagram lidera com 78% de usuários ativos, seguido por YouTube e Facebook

Elon Musk, Mark Zuckerberg, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Estes nomes reverberam nas telas dos celulares brasileiros, conduzindo os brasileiros por horas e horas no Twitter/X, Instagram, Facebook e YouTube. Com visões únicas e tecnologias distintas, esses visionários estão por trás das redes sociais mais acessadas e levam à pergunta essencial: qual destas inovações será a próxima a conquistar o coração dos usuários? Explorando a dinâmica digital no país, a Hibou revela insights por meio da pesquisa “Redes Sociais – Quais ganham espaço na vida do brasileiro?”.
A Hibou, especializada em pesquisa e análise de mercado, comportamento do consumidor e tendências, engajou-se em conversas com mais de 1380 brasileiros para mapear os espaços virtuais que eles escolhem “visitar” com regularidade e para desvendar as preferências que moldam sua jornada de consumo de conteúdo.
“As redes sociais evoluíram para um reinado de conexões, com interações pessoais e profissionais. Além de servirem como uma arena global para intercâmbio de ideias entre indivíduos e corporações, as plataformas sociais digitais se transformaram em um solo fértil, onde brotam estratégias publicitárias, oportunidades promocionais, transações comerciais e negociações”, diz Ligia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.
Vai me adicionar?
Com a proliferação de tantos meios de interação, quem nunca testemunhou o surgimento de uma nova rede social e não se viu seduzido a se inscrever ou ao menos explorar, apenas para satisfazer a curiosidade?
A gama de opções e destinos distintos transformou os brasileiros em navegantes de múltiplas redes. No cenário atual, as três protagonistas mais utilizadas pelos seus cadastrados são: Instagram, com 78% de adeptos; YouTube, com 74%, e o Facebook, enraizado em 70% dos corações virtuais.
Já o TikTok, conquistou 40% dos brasileiros; LinkedIn, uma plataforma de negócios possui 27% de aderência; Pinterest, acolhe 21% das mentes criativas. O Twitter/X possui 13% dos comunicadores virtuais. Até o Kwai, arrebatou 10% dos espíritos aventureiros digitais. O recém-lançado Threads ganhou sua porção de fiéis, marcando 8%, e o Snapchat, pioneiro na jornada das redes, contempla atualmente 2% de usuários.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








