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Rede Nutricar lança modelo de conveniência “Micro Market” em condomínios residenciais

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Cada vez mais o cliente busca praticidade e inovação. Em tempos de mudanças relevantes no comportamento do público em geral por conta do isolamento social, uma simples ida ao supermercado se tornou, para muitos, motivo de stress.

Pensando nisso, a Nutricar, empresa líder no segmento de alimentação no ambiente corporativo, decidiu antecipar o plano de expansão de negócios com ênfase no atendimento em condomínios residenciais, dando um salto gigante no mercado. À frente da tendência das vending machines de autoatendimento pela conveniência 24h por dia para mais de 400 empresas como XP Investimentos, Unilever, Amazon, Quinto Andar e Rede Dor São Luiz, registrou o faturamento de 25 milhões em 2019. Enquanto os espaços corporativos não têm a retomada, a rede avança agora no setor imobiliário residencial.

Atuando há 06 anos em São Paulo, a Nutricar acaba de implantar seu primeiro “Micro Market” 24hs em um condomínio no Brooklin em que atende não só as necessidades mais emergenciais, mas também oferece produtos diferenciados, atuando como um mini empório exclusivo aos moradores dos prédios. O Mix projetado unifica os top 10 itens mais vendidos de cada categoria de mercados, que representam 70% das vendas totais da estrutura, de forma mais otimizada, compacta e à poucos passos de distância do cliente final. Além da demanda do dia-a-dia, inclui desde massas artesanais, vinhos da Garzon, cervejas premium, azeites trufados, pipocas artesanais, combinados de sushi e temakis em atmosfera modificada, queijos, entre outros itens considerados “gourmet” e refeições saudáveis.

A tendência do mercado surgiu do comportamento do público que prefere um ambiente mais acolhedor e prático do que o formato de supermercado tradicional, visto que grandes redes já estão olhando para isso e lançaram suas versões “de bairro”.

“O conceito de mini mercado está crescendo nas grandes metrópoles, o público busca uma compra rápida e agradável. Nosso diferencial é o modelo baseado no ‘honest market’, isto é, o cliente tem zero contato humano durante a compra”, diz Bernardo Fernandes, diretor comercial da marca, que segue todas as normas de segurança e higiene na cadeia de fornecimento de produtos.

Além disso, outro diferencial da Nutricar é atender cada condomínio de forma personalizada, junto a uma equipe que prioriza não causar impacto na estrutura, se adaptando ao ambiente e transformando em um espaço inteligente. A empresa ainda agrega valor ao condomínio além do serviço gerando uma receita de 5% do valor total da venda mensal ao empreendimento, que tem investimento zero na implantação do Micro Market.

A rede Nutricar avança exponencialmente, tendo mais de 10 condomínios programados para instalação no mês de julho. Acaba de inaugurar o modelo micro market nos condomínios Fascination Penthouse e Florida Penthouse e Maria Callas.

Com o start do novo modelo de negócio, a Nutricar espera até o final de 2020 estar em pelo menos 120 condomínios em SP “Essa é nossa meta e no ritmo que estamos vendo as novas implantações, será desafiadora, porém 100% alcançável”, diz Bernardo. Rapidamente, Condomínios entram na fila da demanda de implantação revelando o potencial de crescimento, prevendo em 2 anos, a representação de 40% do faturamento.

Outras novidades irão surgir de acordo com cada demanda dos empreendimentos, por exemplo, prédios que tenham apartamentos com varanda gourmet terão no Micro Market Nutricar, uma linha selecionada por especialistas em churrasco que vão desde picanhas uruguaias até cortes premium de Wagyu, além de outros petiscos que compõem a categoria selecionados pelos melhores revendedores de SP.

http://nutricarbrasil.com.br/

https://www.instagram.com/nutricarbrasil/

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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