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Rappi se compromete a garantir proteção contra COVID-19 a entregadores

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Ser Sem Parar é sempre mais: mais proximidade, mais fluidez, mais tempo – de qualidade -, mais segurança e ainda mais motivos para ficar. É com essa visão que o Sem Parar, empresa do Grupo Fleetcor e líder nos meios de pagamentos automáticos no Brasil, anuncia sua nova campanha, focada em evidenciar a personalização de planos e canais de venda, além da diversidade de razões de uso para seu produto. 

Em comemoração aos 20 anos da empresa, a Sem Parar anuncia a campanha ‘Motivos’, com o mote ‘Todo mundo tem um motivo para ser Sem Parar; Só Sem Parar tem motivos para ser seu’. A campanha é assinada pela F&Q Brasil. 

“Somos únicos e imparáveis. Queremos oferecer cada vez mais novas possibilidades para nossos 5.5 milhões de clientes, incorporando suas necessidades de maneira customizada em toda a experiência, desde a venda dos planos até as utilidades da tag. Hoje já nos consolidamos como uma empresa de pagamentos automáticos que vai muito além do pedágio e já está no dia a dia das pessoas. Nossa existência é inteiramente dedicada para que todos tenham tempo para viver e dediquem suas horas ao que realmente importa”, destaca a Gerente de Marketing do Sem Parar, Catharina Lopes Donato. 

O Sem Parar hoje, além de estar presente em 100% da malha pedagiada do Brasil, oferece aos seus clientes o maior portfólio de usos do mercado. São mais de 1.500 estacionamentos (com e sem cancela – entre shoppings, aeroportos e hospitais), cerca de 650 postos de gasolina, +550 drive-thrus e mais de 100 lava-rápidos. Ou seja, a campanha tem como objetivo mostrar que o Sem Parar não é apenas uma tag ou um facilitador nas estradas, mas sim um hub de tecnologias que tiram o consumidor de filas e burocracias, para que com essa agilidade ele possa aproveitar melhor seu tempo. Além disso a adesão e canais de venda são personalizados à realidade dos clientes e refletem as tendências de comportamento de quem usa o Sem Parar.  

 Com a comunicação desenvolvida em multiplataformas, a fase inicial da campanha trouxe quatro influenciadores contratados pela marca como embaixadores Sem Parar: o ator Carlos Bonow; a influenciadora Kelly Maria; a atriz e diretora Maria Maia e o ator Roger Cipó, além de vídeos com os principais diferenciais da empresa que ficarão disponíveis pelos próximos meses.  

Agora, em um segundo momento, as peças ganham maior alcance destacando o potencial da empresa e todos os usos dos seus produtos, de uma maneira leve e bem-humorada. Por meio de pílulas disponíveis nas redes sociais da marca, iniciativas off-line e o filme principal “Hero”, a campanha mostra situações cotidianas divertidas onde o Sem Parar é utilizado como facilitador na vida de seus clientes.  

“Queríamos mostrar todos os diferenciais que Sem Parar oferece. Acho que fomos além: mostramos como a marca está presente na vida das pessoas. A campanha aborda cada funcionalidade, mas se permite narrar pequenos recortes de histórias de vida, deixando tudo mais leve e divertido” comenta Victor Sant’Anna, Diretor de criação da F&Q Brasil. 

Em acordo perante a Justiça do Trabalho, válido para todo o país, a Rappi se comprometeu a adotar uma série de medidas destinadas à proteção dos entregadores contra a Covid-19, além de assistência financeira àqueles diagnosticados ou que apresentarem atestado que comprove a necessidade de isolamento social. O compromisso é resultado de ação do Ministério Público do Trabalho em São Paulo. Se houver violação, a empresa está sujeita a multas de R$ 30 mil a R$ 120 mil, a depender da cláusula descumprida.

A ação teve como base a Nota Técnica nº 01 da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes Trabalhistas (Conafret), do MPT, publicada em 19 de março de 2020, ainda no início da pandemia, que traz recomendações voltadas às plataformas digitais de transporte de mercadorias e de transporte de passageiros para prevenção e combate à disseminação da doença.

No início de abril, foi concedida liminar que já previa tais exigências, no entanto a decisão acabou sendo cassada. Após diversas audiências judiciais perante o Centro Judiciário de Solução de Conflitos (CEJUSC) do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região (São Paulo), a Rappi reconheceu a importância das medidas e assinou o acordo, que beneficiará os trabalhadores que atuam na plataforma em todo o território nacional.

Para o procurador do MPT Tadeu Henrique Lopes da Cunha, coordenador nacional da Conafret, “o acordo celebrado pode servir de exemplo para que outras plataformas digitais assumam compromissos semelhantes, além de ser de suma importância para proteção e assistência aos entregadores deste aplicativo, a fim de prevenir e combater a Covid-19 e seus impactos econômicos no Brasil”, defende.

Obrigações – Entre as cláusulas do acordo homologado na última semana pela juíza do Trabalho Roselene Aparecida Taveira, a empresa se comprometeu com diversas medidas de proteção contra a COVID-19. Deverá realizar ampla divulgação das informações e orientações a respeito do controle do coronavírus voltadas aos entregadores, bem como sobre uso, higienização, descarte e substituição de materiais de proteção e desinfecção.

A Rappi assumiu o compromisso de disponibilizar aos entregadores Kits Mensais com máscaras laváveis e reutilizáveis confeccionadas em três camadas, para dois dias consecutivos de trabalho e álcool gel 70% ou mais. Os kits serão entregues em pontos devidamente anunciados e onde também serão mantidos espaços e itens profiláticos para higienização de veículos e mochilas. Nos municípios em que não houver os pontos de entrega, a empresa subsidiará a compra dos materiais de proteção mediante ajuda de custo mensal.

Entre as obrigações voltadas à proteção da saúde dos entregadores há ainda a previsão de que o aplicativo deverá estimular a ausência de contato físico e direto destes trabalhadores, assim como expedir orientações aos estabelecimentos cadastrados para que também adotem medidas de proteção efetivas, como a disponibilização de espaços seguros para a retirada das mercadorias, de material de higienização, de água potável para hidratação dos entregadores, entre outras.

Para a procuradora do Trabalho Christiane Vieira Nogueira, titular do processo, essas obrigações, dirigidas à proteção da saúde e segurança dos trabalhadores, são fundamentais, especialmente neste momento de agravamento da pandemia e considerando a situação de vulnerabilidade e exposição dos entregadores. Ressalta também que são de responsabilidade das empresas de aplicativos, que têm a obrigação de manter condições de trabalho dignas e saudáveis para todos os entregadores

A empresa também assumiu o compromisso de proporcionar assistência financeira (Fundo de Emergência, conforme Plano de Contingenciamento) a entregadores ativos na Rappi diagnosticados com Covid-19 ou colocados em quarentena por entidade de saúde pública ou privada, pelo prazo de 15 dias prorrogáveis por mais 15, mediante a apresentação de atestado médico

A assistência financeira será concedida aos entregadores que apresentarem atestado médico comprovando a necessidade de isolamento social, ainda que não contaminados. O montante a ser auferido é calculado com base na média de ganhos diários até o dia em que o contágio for notificado por um especialista de saúde certificado.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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