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QuintoAndar apresenta campanha que destaca a importância da moradia em suas histórias

O QuintoAndar, plataforma de moradia, apresenta Histórias para Morar, criada em parceria com a GUT São Paulo, a campanha traz três filmes para estimular a reflexão do público sobre a importância da moradia na história de vida das pessoas, a partir de exemplos reais e dados de comportamento. Para a estreia, a série de vídeos sobre memórias afetivas e o valor de morar e viver melhor, o cantor e compositor Milton Nascimento relembra a casa em que morou com seus amigos, há 50 anos, e que foi protagonista da criação de um dos discos mais marcantes da MPB, o Clube da Esquina.
Nascimento fala da importância que conviver com pessoas amigas teve em sua história e torna público o fato de o grupo musical ter começado numa casa de praia, à beira mar, onde o trio morou na juventude e surpreende a audiência ao contar que 12% das pessoas se mudam para morar com os amigos, dados exclusivos de uma pesquisa realizada pela TALK para o QuintoAndar.
Os próximos filmes da série, que serão lançados sequencialmente e trazem duas personalidades de alta identificação para o grande público nos últimos anos, com suas histórias reais que inspiram, sobretudo, meninas e mulheres, a dar a verdadeira importância à moradia. Thelminha, médica e campeã do BBB 20, conta um pouco sobre sua trajetória e de como a casa onde morava na época da faculdade, escolhida pelo fácil acesso ao transporte público, além de ter sido cenário de encontro determinante da sua vida, já que foi onde conheceu o seu esposo.
Já Rebecca Andrade, maior ginasta do esporte brasileiro e medalhista de ouro e prata nas Olimpíadas de Tóquio 2021 – vai revelar ao público como a casa em que cresceu foi palco para seus primeiros saltos e fizeram sua mãe lhe matricular na ginástica, ainda muito nova. Os beliches do quarto e as árvores da região deram início ao seu sonho de se tornar uma grande atleta.
A campanha Histórias para Morar está diretamente relacionada ao novo posicionamento da marca, anunciado no dia 18 de janeiro e que reflete a evolução da visão da empresa, que vai abrir portas para que as pessoas viverem melhor. Este movimento vai orientar a atuação da companhia no mercado e seus planos de futuro, bem como a criação de produtos e experiências que ajudem todo o mercado de moradia, dando vida a seu propósito de abrir portas para que mais pessoas morem melhor.
“Para muitos brasileiros, o QuintoAndar já é sinônimo de moradia pela experiência que oferecemos na hora de buscar um novo lar. Personificando o impacto da moradia por meio de nomes como Milton Nascimento, Thelminha e Rebecca Andrade, conseguimos tangibilizar o nosso sentimento de que o morar é relevante e precisa ser tratado com a importância que merece. Esse sempre foi e será nosso compromisso. Ao ouvir as histórias das personalidades sobre seus lares, acreditamos que muitos brasileiros irão se identificar. A ideia é tornar o QuintoAndar tão próximo das pessoas, para que todos possam pensar e usar nossas soluções como primeira opção”, conta a diretora de Marketing do QuintoAndar, Flávia Mussalem.
A campanha materializa o propósito da empresa, o novo posicionamento da marca está alinhado à expectativa e à necessidade das pessoas com o mercado imobiliário. Agência global independente, a GUT São Paulo é a responsável pela comunicação de marca do QuintoAndar e desenvolveu Histórias para Morar a partir dos dados robustos gerados pela plataforma imobiliária. O primeiro filme será veiculado na TV aberta – nível nacional, durante o intervalo do Domingão do Huck e do Fantástico. A estreia será neste domingo, dia 23, e terá desdobramento nas redes sociais da marca.
“O QuintoAndar tem um conhecimento profundo e único sobre o morar, e é quem mais conhece o segmento em termos de dados. Juntamos essas duas coisas em histórias que mostram como imóveis transformam a vida das pessoas. Humanizando esses dados, a campanha reforça este posicionamento de que o QuintoAndar é quem mais entende de mercado imobiliário no Brasill”, afirma Murilo Melo, ECD da GUT São Paulo.
Ficha Técnica
Agência: GUT São Paulo
Anunciante: QuintoAndar
Produto: QuintoAndar
Titulo: Campanha Q122
Duração: 60 segundos
Território: Brasil
ECD: Bruno Brux, Murilo Melo
Creative Directors: Linus Oura, Tiago Abreu
ACD: Gabi Marcatto, Pedros Rosas
Creatives: Fillipi Longuini, Thiago Alves, Alexandre Diniz, Pedro Henrique Furtado
Social Creative: Ricardo Barbosa
Managing Director: Valéria Barone
Head of Account: Alessandra Visintainer
Account Director: Maíra Bandeira
Account Manager: Camila Arima
Account supervisor: Vanessa Vieira
Head of Strategy: Amanda Agostini
Strategy Director: Juliana Nobre / Annahy Laira
Strategy Manager: Julia Garcia / Eloá fernandes
Strategist: Talita Fernandes
Social Strategy Director: Douglas Coelho
Social Strategist: Marcos Vinicius Oliveira
Head of Media & Data: Guilherme Cavalcante
Media Director: Nathalia Oliveira
Media Manager: Daniel Miscolcz
Media Assistant: Wes S. Santos
Head of Production: Mariane Goebel
Production Director: Julia Ramos
Senior Producer: Luiza Pagliarini
Production assistant: Yris Franco
Produtora de imagem: MYMAMA
Direção: Urso Morto
Produtores: André Pinho, Mayra Faour Auad e Gabrielle Auad
Produtor Executivo e Diretor de Coordenação: João da Terra
Diretora de Atendimento: Pati Caldas
Diretor de Fotografia: Urso Morto
Diretora de Arte: Lauren Ferreira
Direção de Produção: Latino Melo
1º Assistente de Produção: Michel Luz
Assistentes de Coordenação: Juliana Sena e Giovana Ferrari
Assistente de Direção: Tatiana Sena e Isabella Liporoni
Produtora de Figurino: Alexia Azambuja
Make: Carlindo Mamede
Produtor de Objeto: Andrea Meireles
Direção 2ª Unidade: Ana Valente
Still: Urso Morto e Camila Tuon
Pesquisa: Roberta Vaz
Montador: Raphael Savelkoul e Lucas Piloto
Finalização: João Laion e Gleice Licá
Pós Produção: Fernando Branco (Barra)
Color Grading: Erick Moraes e Lucas Silva Campos
Motion: Gustavo Jácome
Produtora de Audio: LOUD +
Direção musical: Gustavo Garbato e Felipe Kim
Produção: Fabio Smeili, Bernardo Massot, Henrique Guimarães, Hugo Mariutti, Rafael Kabelo, Rodrigo Scarcello
Finalizadores: Pedro Cortez, Ricardo Bertran, Luca Fasano, Eduardo Barbosa, André Gianini e Mauricio Canezin
Atendimento: Karina Amabile, Priscila Miranda
Produção executiva: Maia Feres
Coordenação: Ingrid Mabelle, Lara Fratucelli, Douglas Freitas, Rafael Silvestrini e Leticia Nunes
Negociação celebridades e músicas: Platinum
Sócio diretor: Ricardo Bressane
Gerente de atendimento: Samantha Tietze
Atendimento: Luisa Perdido
Tratamento de imagem: Studio Boreal
Aprovação do cliente:
João Chueiri, Flávia Mussalem, Gustavo Delacerda, Daniela Ryfer, Amanda Oliveira, Natalie Rodriguez, Maurício Bina
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.








