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Promotor de vendas sob demanda ganha força durante a pandemia

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O termo “uberização” vem do Uber, aplicativo da indústria de táxi. A plataforma que representa uma revolução neste mercado também tem ofertado a possibilidade para outras áreas de negócios. É o caso da Allis (www.allis.com.br), especialista em Field Marketing, pioneira ao lançar o Allis On Demand, um aplicativo com foco exclusivo no trade varejista que oferece promotores especializados contratados por hora para qualquer tipo de demanda no PDV (da reposição de produtos a estratégias promocionais).

Em operação desde o início da pandemia, o app apresentou crescimento de 300% entre marços e setembro e grande parte dos chamados vem da indústria. “A empresa inovou para poder atender a indústria e o varejo com os desafios que se estabeleceram atualmente e que precisam otimizar o investimento na execução do merchandising no ponto de venda, que possuem dificuldade de atender o varejo de cidades distantes e que precisam da qualidade do promotor dedicado com o preço do promotor compartilhado“, conta explica Wagner Gutierrez, CEO da companhia.

A importância do promotor de vendas no cenário pós-pandemiaO escopo de atividades dos promotores de vendas vai do mais básico, como a reposição de produtos, até uma importante função que é abrir caminhos e aumentar os resultados em vendas. É o promotor que também negocia pontos de destaque, que tem o poder de influenciar na operação de trade marketing e merchandising no PDV, gerando melhor experiência ao consumidor final. Além de seressencial nas visitar às lojas e dar todo o suporte à indústria e ao varejo, é um profissional que tende a ganhar novas posições, em curto ou médio prazo.

Acreditamos que o promotor de vendas deva ganhar mais funções, como orientar o shopper durante a compras, o que chamamos de ‘visitas guiadas’. A ideia é que isso seja uma realidade no futuro do varejo físico para otimizar ainda mais o tempo do consumidor na loja“, revela Gutierrez, que completa dizendo que, diante das novas atividades que deverão ser exercidas por esses profissional, com a ‘uberização do serviço no PDV’ será ainda mais possível a adequação das lojas à essa realidade e gerar mais oportunidades de emprego formal para essa classe.

Allis On Demand hoje atende em qualquer lugar do País e já conta com 600 promotores de vendas – contratados dentro das leis trabalhistas – cadastrados. Somente neste momento já atendeu mais de 70 mil chamados, mas espera chegar a 200 mil até o final do ano e, para isso, espera contratar pelo menos mais 900 profissionais. O Grupo Pão de Açúcar, Wickbold, AB Brasil, Duracell, Ambev estão entre as empresas que utilizam o “uber” da Allis. Para 2020, a Allis espera o período com um de R$ 200 milhões, e acreditam que o Allis on Demand deve corresponder à 5% dessa estimativa.Mais informações: www.allis.com.br

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Nestlé implementa novo modelo global de marketing no Brasil para acelerar crescimento e conexão cultural

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A Nestlé deu um passo decisivo na atualização de sua estratégia global ao realizar, neste mês de março, o rollout do Brand Building the Nestlé Way (BBNW) no mercado brasileiro. A nova abordagem, que orienta as práticas da companhia em mais de 180 países, visa acelerar o crescimento orgânico e fortalecer o equity das marcas por meio de um modelo que integra ciência de dados, agilidade operacional e uma profunda conexão com a cultura contemporânea.

A evolução marca uma transição estrutural na gigante do setor de alimentos: a saída de uma lógica centrada em campanhas isoladas para a adoção de um framework de crescimento unificado. Este modelo conecta estratégia, produto, preço, distribuição e comunicação de forma indissociável. “Estamos em um ponto de virada. Marcas tradicionais carregam carinho, confiança e credibilidade, mas também podem se conectar à cultura atual. O impacto do marketing hoje depende da capacidade de unir essas marcas à relevância cultural”, afirma Tilman Moe, head de marketing da Zona Américas da Nestlé.

A estratégia brasileira, sob o comando de Ionah, vice-presidente de marketing, comunicação corporativa & ESG da Nestlé Brasil, foca na qualidade das decisões e na clareza de prioridades. “Isso passa por foco nas marcas com maior potencial e uso cada vez mais estruturado de dados para orientar estratégia e investimento”, explica a executiva. O novo modelo operacional aposta no uso intensivo de analytics e inteligência artificial, além de um ecossistema mais fluido com criadores de conteúdo e parceiros criativos.

O BBNW se sustenta em quatro pilares fundamentais: superioridade, valor, visibilidade e comunicação. Essas alavancas orientam desde a inovação do portfólio até a presença física e digital nos pontos de venda. Segundo Ionah, o marketing agora é um esforço coletivo: “Quando conectamos dados, criatividade, cultura e execução de modo consistente, conseguimos responder mais rápido ao consumidor e gerar impacto real para o negócio”.

A disciplina na gestão de investimentos também ganha novos contornos com a introdução de uma geração inédita de KPIs (Key Performance Indicators). Além das métricas financeiras tradicionais, a Nestlé passa a mensurar a experiência de marca, a execução criativa e a capacidade de gerar impacto cultural. A escolha do Brasil como um dos primeiros mercados a receber a nova versão do modelo reitera o papel do país como um dos principais polos de inovação e marketing da companhia globalmente.

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Cenoteka expande portfólio com quatro novas agências e projeta dobrar de tamanho em 2026

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A Cenoteka, empresa especializada em cenografia que vem ganhando tração no mercado de live marketing, acaba de anunciar a chegada de quatro contas de peso ao seu portfólio: as agências Atenas, Carbono, People e TSBEtc. Para os novos clientes, a companhia atuará no desenvolvimento de soluções integradas que abrangem desde a concepção estratégica até a produção e implementação de estruturas inteligentes, desenhadas para elevar a experiência de marca no ambiente físico.

O movimento reflete o posicionamento da Cenoteka em tratar a cenografia não apenas como um suporte operacional para eventos, mas como uma plataforma de comunicação estratégica capaz de gerar valor e diferenciação competitiva. Contando com equipe e galpão próprios, a empresa aposta em um modelo de negócio que hibridiza a robustez da produção cenográfica com a inteligência de planejamento característica das agências.

De acordo com Milene ViSo, CEO da Cenoteka, a proposta é ressignificar a entrega técnica no setor. “Redesenhamos o papel da cenografia no ecossistema de marketing. Não entregamos apenas estruturas, mas experiências de marca que geram valor. Unimos capacidade produtiva a uma visão de planejamento, garantindo que o espaço físico deixe de ser um cenário para se tornar protagonista da estratégia com uma premissa clara: a inteligência de agência aplicada à execução técnica é o que transforma espaços em ativos de comunicação”, explica a executiva.

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