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Projeto Scan&Receive traz inovação para o varejo

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Iniciativa uniu Bistrô Estratégia, Rappi, P&G e Carrefour para melhorar a experiência do consumidor no ponto de venda

Uma das maiores frustrações dos consumidores é chegar ao ponto de venda e não encontrar o que estava procurando. Pensando nisso, a Bistrô Estratégia, boutique de planejamento, criou uma solução que acaba com este problema.

Se utilizando da ferramenta da Rappi, o Scan&Receive permite que o comprador que não encontrou o produto na loja consiga comprá-lo por meio de um código QR disponibilizado no local. Este, direciona para uma página da Rappi onde o cliente solicita o produto, paga por ele e o recebe em casa, em até uma hora.

“Um produto em falta gera frustração e impacto para a imagem da marca. O Scan&Receive supre essa lacuna e melhora a experiência de compra, em uma jornada verdadeiramente omnichannel”, explica Viviani Tacila, uma das fundadoras da Bistrô Estratégia.

A percepção é complementada por Stephanie Lamenza que, a partir de Nova Iorque, encabeça a Bistro Estratégia com Viviani. Ela defende que a inovação da solução está na possibilidade de atender múltiplas necessidades do cliente, sem interferir na jornada de compra. “A ferramenta é escalável, o que torna possível beneficiar cada vez mais consumidores, sem limitação de produto. É uma forma de trazer inovação para o varejo e ajudar as empresas a estarem mais presentes na jornada de compra do consumidor”, conta.

A ação está em funcionamento em lojas do Carrefour e tem a Rappi como desenvolvedora da tecnologia, assim como parceira de entrega, mesmo que o cliente não tenha o aplicativo instalado.

“Esse é o primeiro projeto da Rappi nesse estilo. Nosso objetivo é oferecer conveniência e praticidade para as pessoas. Com essa parceria estratégica, vamos facilitar mais um aspecto da vida dos consumidores entregando produtos que estão em ruptura no varejo físico”, comenta Raphael Daolio, diretor de Parcerias Estratégicas da Rappi no Brasil.

O projeto está ativo desde novembro para oferecer mais facilidade e comodidade aos consumidores da P&G, detentora da marca Gillette.

“Na P&G estamos sempre em busca de novas formas para oferecer uma experiência superior no ponto de venda. Isso significa melhorar a execução hoje e liderar a mudança para atender às novas expectativas do consumidor no futuro. Uma experiência de compra omnichannel é parte disso”, diz Juliana Karazawa, gerente regional da área de inovação para o ponto de venda na América Latina da P&G.

“Mais do que proporcionar uma nova experiência de compra, mantivemos nosso foco no consumidor e trabalhamos para não criar esforços adicionais a ele, desenvolvendo uma integração fluida do físico para o online”, completa Leonardo Macriani, líder do projeto e integrante do time de inovação para o ponto de venda na América Latina da P&G.

Com os resultados conquistados pelo Scan&Receive em tão pouco tempo, segundo as métricas das marcas envolvidas, é possível que a solução esteja presente em um novo projeto em breve.

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CMO Pulse 2026 revela que desintegração de dados e ferramentas gera desperdício de 30% no marketing

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A nova edição do estudo CMO Pulse 2026, conduzido pela Zoho em parceria com a M15 Drops e a Layer, traz um diagnóstico contundente sobre a eficiência operacional das empresas brasileiras: até 30% do investimento em tecnologia de marketing (MarTech) é desperdiçado devido à redundância de soluções e à baixa utilização. O levantamento aponta que 74% dos líderes de marketing estão sob pressão recorde para comprovar o Retorno sobre Investimento (ROI), enquanto lidam com ferramentas subutilizadas e dados fragmentados.

O paradoxo identificado pela pesquisa mostra que, embora o aporte em tecnologia tenha crescido, 65,7% dos profissionais apontam a integração de dados como o maior gargalo da área. Atualmente, 37% do tempo das equipes é consumido apenas pela estruturação de informações, restando apenas 22% para a geração de insights estratégicos. “O desafio começa quando as empresas tentam provar resultado com dados fragmentados, ferramentas pouco integradas e uma visão incompleta da jornada do cliente. Sem integração, o marketing perde velocidade e precisão”, afirma Raphael Leite, head de marketing da Zoho.

O estudo evidencia uma mudança estrutural no comportamento do consumidor. Mais de 80% das pessoas utilizam múltiplos canais antes de decidir uma compra, tornando a jornada menos previsível e mais fragmentada. No setor B2B, o cenário é ainda mais complexo: o número de interações necessárias para uma conversão dobrou na última década, saltando de cinco para dez pontos de contato.

Essa realidade desafia o modelo tradicional de funil de vendas. O CMO Pulse 2026 propõe que as marcas passem a enxergar a jornada como uma “constelação de pontos de contato”, onde canais físicos e digitais coexistem e se influenciam mutuamente. Nesse contexto, os creators surgem como peças estratégicas; embora as redes sociais tenham menor credibilidade declarada que a TV, 50% dos CMOs já classificam os influenciadores como canais de alta performance devido à sua capacidade de gerar identificação cultural.

Outra revelação importante do estudo diz respeito à eficácia da mídia ao longo do tempo. Segundo a chamada “Regra dos Três Quintos”, apenas 40% do impacto de uma campanha ocorre na primeira semana após a exposição. Os 60% restantes distribuem-se ao longo de até dois anos, o que exige das empresas uma visão que ultrapasse a conversão imediata.

Para Raphael Leite, o marketing precisa abandonar a operação em silos e focar na integração para sobreviver em 2026: Integração de Dados, com a consolidação de  informações para reduzir desperdícios e personalizar a experiência; Equilíbrio de Canais onde combina-se a agilidade do digital com a autoridade de canais tradicionais e Novas Fronteiras, que explora territórios como o mercado gamer, projetado para ultrapassar US$ 505 bilhões até 2030.

Em última análise, o relatório conclui que a sobrevivência das marcas depende da capacidade de transformar dados dispersos em inteligência de negócio, garantindo que a tecnologia seja uma aliada da estratégia e não uma fonte de ineficiência financeira.

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Casa Bauducco resgata o valor das pausas cotidianas e oferece café de cortesia em promoção nacional

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Em um cotidiano marcado pela aceleração, a Casa Bauducco — unidade de negócios D2C (Direto ao Consumidor) da Bauducco — lança uma iniciativa para incentivar o público a valorizar os pequenos momentos de respiro. Durante todo o mês de maio, a rede de franquias promove uma ação especial em que o café expresso é por conta da casa na compra de dois produtos selecionados do cardápio.

A promoção, válida até o dia 31 de maio, abrange as mais de 200 unidades da rede espalhadas pelo Brasil, com forte presença em aeroportos, rodovias, centros corporativos, shoppings, universidades e hospitais. A estratégia foca na versatilidade, permitindo que o cliente monte sua própria combinação entre os itens mais consumidos do portfólio da marca.

Para garantir a cortesia, o consumidor pode escolher entre opções icônicas como as fatias de Chocottone ou Panettone, além de Muffins, Brownies, Pão de Mel e o tradicional pão de queijo. Segundo Camila Forte, gerente executiva de marketing da Casa Bauducco, a ativação busca tornar a experiência de loja ainda mais acolhedora. “Focamos nos itens mais pedidos, como fatias e doces individuais, que já fazem parte da escolha de quem visita a Casa Bauducco. Ao longo do mês, a campanha reforça o convite para que os consumidores vivam a experiência nas lojas de forma aconchegante, valorizando a arte de degustar tão inerente à marca”, afirma Camila.

A ação reforça o posicionamento da Casa Bauducco como um refúgio de hospitalidade em meio à rotina urbana, utilizando a gastronomia afetiva para estreitar o vínculo com o consumidor e impulsionar o fluxo nas unidades físicas através de uma proposta de valor clara e convidativa.

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