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Projeto de esports da Ambev em parceria com Nubank e iFood estreia campanha para abertura das inscrições

Para promover a abertura das inscrições do campeonato de esports “Good Game WP”, idealizado pela Ambev, Black Duck e Diverti, com patrocínio de Nubank e iFood, a agência Cooler DVT cria campanha que tem como carro chefe um videoclipe e o single “GGWP”.
Papatinho – um dos maiores produtores do rap nacional -, e as produtoras GeekMusic e Vandalo formam o time de peso desta produção audiovisual. O videoclipe traz diversas referências do universo dos esports ao som de rap e quatro cantores representam e incorporam personagens dos jogos que serão disputados no campeonato: O cantor Pedro Qualy caracteriza o jogo League of Legend (LoL); o rapper Kant, o Counter Strike; Felícia Rock, representa o game Valorant e o cantor MHRAP, é quem joga o Free Fire. Assista aqui.
“Para falar de perto com a comunidade gamer, nós criamos um Rap Geek legítimo: estilo que une os dois universos – o rap na sonoridade e temáticas geek nas letras – assuntos em ascensão entre jovens do mundo todo”, comenta Pablo Manzotti, diretor executivo de Criação da Cooler DVT.
A campanha, que possui o conceito “Jogue o Máximo”, conta ainda com ações nas redes sociais com grandes nomes pro players como NOBRU, um dos maiores nomes brasileiros na categoria. De acordo com Manzotti, o conceito da campanha é um convite para que os amantes de games e esports deem tudo de si, seja no campeonato, seja na vida.
O projeto “Good Game WP”, possui – além do circuito profissional competitivo -, uma plataforma de conteúdos relacionados ao mundo dos esports já disponíveis na Twitch e Youtube com a apresentação da jornalista Bárbara Gutierrez.
Os interessados terão até o dia 30 de setembro para se inscrever neste link. As partidas serão online, com exceção da grande final marcada para novembro, que será transmitida ao vivo com shows dos rappers que participam do videoclipe. As equipes vencedoras receberão o prêmio de 50 mil reais cada.
Ficha técnica
Composição: Kant, Pedro Qualy, MHRAP, Felícia Rock e Papatinho
Produção Musical: Papatinho
Criação: Cooler DVT
Diretor Executivo de Criação: Pablo Manzotti
Diretor de Arte: Denis Moura
Redator: Will Viscaino
Produtor Executivo: Bruno Garcia
Atendimento: Laura Brasileiro, Patricia Giraldes e Helena Dichoff
Planejamento: Laura Brasileiro, Ana Camargo e Bruno Brito
Produtora de Filme: Vandalo
Direção: Martin Escriche
Roteirista: Fernando Moreira Colaço
Produção executiva: Caio Fusco
Diretor de atendimento: Liciane Bortolussi
Assistente de direção: Pedro Paulo Vicentini
2ª Assistente de direção: Hemily Mourão
Diretor de Produção: Arthur Pinheiro
Produção: Henrique Quirino Marques
Direção de Fotografia: Victor Ponce
Direção de Arte: Thiago Cusack
Produtora de Arte: Paty di Giorgio
Figurinista: Nicole Nativa Marguerite Rocha
Coordenação de Pós: Felipe Righeto
Edição/Montagem: Maira Tavares
Finalização: Vandalo
Color: Vandalo
Pós: Vandalo
Fotografia: Marcos Lopes
Produtora de Áudio: Carbono Sound Lab
Produtor: Zé Godoy
Desenho de Som: Ricardo Wey
Coordenação: Ligia Barros / Cristiane Oliveira
Atendimento: Gabi Takan
Aprovação: Chuck Catani, Mateus Dias, Lucas Catharino, Rodrigo Valério
Logística: Heline Fernandes
Direção Artística: Alexandre Duncan
Coordenação de Lançamento: Mariana Negreiros
Realização: GeekMusik®️
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








