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Produtora Factory entra em fase de expansão e intensifica o seu conceito vanguardista de arte e animação

Conectada com os artistas de seu hub mundial através do formato Cloud Producing, a produtora divide cases do ano e entra em fase de contratação de novo time
Fundada em 2016 pela Produtora Executiva Jennifer Djehdian, a conexão é o que move as engrenagens da Factory, que desde o começo atua com um hub ao redor do mundo para ampliar as possibilidades do garimpo de artistas.Esse ano direcionou Jennifer para uma nova etapa em seu negócio. Entre as novidades do novo ciclo, a fundadora encerra a sociedade com Marcello Laruccia, que era sócio da Produtora desde 2018.
A produtora executiva afirma que a nova fase conflui para fortalecer o propósito da Factory e seguir com seu modelo de negócios que se diferencia das formas tradicionais de produção. “Não é simplesmente ter um hub de artistas como um mailing de contatos. A Factory tem uma cultura própria que vai muito além disso: é a intimidade e a confiança que desenvolvemos com cada artista. Engajamos os artistas de uma maneira em que cada pessoa do time se sinta inspirada à entregar o melhor para o projeto. Essa é uma grande chave”, conta.
Sob o comando de uma mulher, em um universo majoritariamente liderado por homens, a Factory marca a fase de expansão como um grande garimpo de artistas, somado à inteligência de produção. “Nessa simbiose entre arte e movimento, produzimos a animação no estilo autêntico Factory de ser”, reforça Jennifer. A expansão também passa pelo fortalecimento da produtora para outros segmentos de mercado, tornando a Factory uma contadora de histórias através da animação, sendo uma peça publicitária, um curta metragem, um longa ou uma série animada.
Outra bandeira defendida nesse momento é o formato de Cloud Producing, que favoreceu o seu posicionamento durante a pandemia, com a produção de campanhas de forma ilimitada. “Tivemos um crescimento exponencial com abertura para o mercado brasileiro e internacional, a princípio em Nova York. Essa expansão se deu principalmente por conta da nossa inteligência de produção. Em 2020, mais do que nunca, o nosso posicionamento fez sentido e é intensificado”, compartilha a fundadora.
Durante a pandemia, a produtora assinou animações para grandes marcas. Entre elas, a Social Media Campaing “Destrava o Respeito” para a Trident Brasil, pela agência SAG2 (Grupo Publicis), em comemoração ao mês do orgulho LGBTQIA+. O concept design foi feito pelo artista Guma que especializado em Quadrinhos, Caricatura e ilustração, coleciona mais de 20 prêmios nacionais e internacionais, entre eles a Melhor Animação no Shangai Golden Lions Festival de 2019. Assista a animação para a Trident: https://bit.ly/2UpxwlK
Outro destaque desse ano vai para o curta metragem feito para a Nestlé pela agência FCB Health, em homenagem ao Dia do Nutricionista. Com o intuito de reforçar o conceito, a peça produzida pela Factory procura mostrar o quanto a alimentação pode aproximar e criar vínculos. O projeto tem Katan Walker como head de concept visual. O artista é especializado em personagens e ambiente, responsável por dar vida à história e aos personagens pela peça tão sensível. Assista a animação para a Nestlé: https://bit.ly/3llz2Bo
Ambas as animações foram desenvolvidas para campanhas com forte embasamento social, algo que dialoga com o ano de 2020 impactado pela pandemia e pelo fortalecimento de causas sociais na publicidade e nas redes sociais. “Estou sempre aberta a questões humanas e sociais. Todo cliente que convida a Factory para produzir um projeto com uma causa, já sabe que a resposta será sim. E este ano foi o marco de assumirmos que queremos mesmo produzir projetos que emocionem com uma bela mensagem”, reforça.
A Factory já conta com um novo time de contratados para atendimento e pós-produção com base no Brasil para seguir os propósitos do negócio, em breve, a serem anunciados. Atualmente, a produtora está produzindo projetos com grandes agências como Mutato, Soko, Africa, Publicis, Wunderman Thompson, FCB Health entre outras. “Queremos mais do que nunca ter um time inclusivo, começando com mais mulheres na equipe. Seguiremos de forma global, elástica e ágil, acompanhando nosso mercado”, conta a fundadora da Factory.
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Reforma tributária e demanda por personalização levam empresas a reformular programas de premiação corporativa

A fase de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em 2026, etapa preparatória para a substituição do PIS e da Cofins prevista para 2027, tem levado corporações brasileiras a reestruturarem seus programas de incentivo e ações de fim de ano. O movimento busca alinhar conformidade fiscal e trabalhista às novas diretrizes da Receita Federal e ao artigo 457 da CLT — que rege a concessão voluntária de prêmios por desempenho —, ao mesmo tempo em que substitui kits tradicionais, como cestas de Natal, por recompensas flexíveis e customizadas.
Atenta a essa transição, a ecossistema de soluções de incentivo Mark Up reportou o crescimento do Prêmio Ideall, plataforma de shopping de prêmios B2B que movimentou R$ 121 milhões em créditos e somou 148 mil produtos resgatados em 2025. O ecossistema reúne mais de 1 milhão de opções de resgate — incluindo mercadorias, serviços, gift cards, pagamentos de contas, recarga de celular e transferências bancárias —, além do lançamento do Ideall Card em novembro de 2026, cartão virtual focado em ampliar as alternativas de uso sem incidência de tributação adicional.
A substituição de brindes padronizados por modelos de livre escolha reflete dados do mercado de consumo: levantamento realizado pela Ipsos em dezembro de 2025 revelou que 89% dos entrevistados consideram a utilidade do presente um fator decisivo, enquanto 87% destacam a satisfação pessoal ao receber itens de sua preferência.
Além da adequação tributária, o modelo digital simplifica a logística corporativa ao eliminar o armazenamento de produtos físicos. A plataforma da Mark Up oferece integração operacional com grandes varejistas, rastreamento de entregas, suporte pós-venda e implantação customizada em até 15 dias sem custo de setup, otimizando a eficiência e o planejamento das campanhas de reconhecimento empresarial.
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W3haus assina primeira campanha global de Black Friday da Getnet em sete países

A W3haus, agência do Grupo Stefanini, desenvolveu a campanha “Get+ Vendas”, a primeira iniciativa global de Black Friday da Getnet, fintech do Grupo Santander. Projetada para atender simultaneamente Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, México, Espanha e Portugal, a plataforma criativa foi desenhada para garantir consistência de marca e flexibilidade de adaptação cultural para os sete mercados.
A estratégia responde às particularidades dos calendários comerciais regionais. No México, por exemplo, a ação dialoga com o El Buen Fin, enquanto em outras praças o foco se divide entre a Black Friday tradicional e a Cyber Monday. A arquitetura da campanha permite adaptar mensagens, mecânicas de benefícios e abordagens de acordo com os hábitos de consumo e as necessidades dos empreendedores locais.
“Uma campanha global não pode falar exatamente da mesma maneira com todo mundo. Nosso desafio foi encontrar uma ideia forte, verdadeira e flexível o bastante para fazer sentido em diferentes culturas e momentos comerciais. ‘Get+ Vendas’ nasce dessa combinação entre consistência e relevância local”, afirma Leandro Pinheiro, diretor executivo de criação da W3haus.
“Atuamos em mercados que têm características próprias, tanto na dinâmica do comércio quanto na relação dos empreendedores com seus clientes. A construção de uma plataforma global nos permite fortalecer a identidade da Getnet e, ao mesmo tempo, preservar a relevância da comunicação em cada país”, destaca Denis de Lutiis, head global de comunicação da Getnet.
Com a assinatura “Get+ Vendas”, a Getnet e a W3haus unificam a posicionamento institucional da marca no ecossistema de pagamentos B2B, permitindo que cada subsidiária acione seus principais atributos de produto durante o pico de vendas do final de ano.
“O conceito é o mesmo. A conversa muda de acordo com quem está do outro lado”, conclui Alessandra Santana, CEO da W3haus.







