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Presença do tema ESG nos perfis das redes sociais mostra gargalos e tropeços das empresas no tratamento dos temas

O estudo “Desafios do ESG para a reputação das empresas”, proposta pela Percepta Marketing e Comportamento e realizada pela Somatório Inteligência Direcionada sobre o tratamento dado pelas empresas aos temas meio ambiente, questões sociais e governança corporativa, mostra que a pauta ganha investimento e atenção nas organizações. Mas nem sempre com clara compreensão, convicção ou aprofundamento em relação aos conceitos e valores ESG.
A pesquisa, que aborda aspectos relacionados às práticas ESG e como elas contribuem para a reputação de marcas e empresas, foi realizado em duas etapas. A primeira analisou 13,7 mil postagens de 120 empresas de médio e grande portes em redes sociais (Linkedin, Facebook e Twitter), com aferição do nível de engajamento por meio de likes, comentários e compartilhamentos. Em um segundo momento, entrevistas em profundidade com executivos de 45 empresas investigaram questões relacionadas às agendas ESG e reputação.
Um dos destaques do estudo é a participação do assunto entre as postagens corporativas, 25% do total, o que demonstra o interesse das empresas em se mostrarem aderentes aos conceitos de ESG. Outro é o nível de engajamento por tema da pauta ESG. O tema Ambiental responde por 47% das reações, seguido por social (32%) e governança (21%).
Alguns resultados:
- 71% dos entrevistados reportam que tantos assuntos de ESG como de reputação tiveram alto impacto em suas empresas no último ano;
- 79% das empresas aumentaram recursos em ESG no exercício de 2021;
- O nível hierárquico dos responsáveis pela agenda ESG indica a importância do tema nas companhias: 80% são executivos (C-level ou gerentes);
- 88% dessas empresas têm equipes integral ou parcialmente dedicadas à gestão de questões ESG.
De acordo com Victor Olszenski, sócio da Percepta Marketing e Comportamento, “a pesquisa também indica que o esforço das empresas em demostrar aderência aos postulados ESG nem sempre é motivado por clara compreensão e convicção em relação a seus conceitos e valores – o que pode levar as ações a se voltarem contra a reputação corporativa, ao invés de favorecê-la”.
“Entre as postagens com conteúdos ESG, 61% mostram pouca consistência ou superficialidade e muitas iniciativas divulgadas dizem respeito a práticas regulamentadas por lei, como contratação de pessoas com deficiência (PCDs) ou incentivo a práticas esportivas”, acrescenta Marcello Guerra, diretor da Somatório Inteligência Direcionada.
O estudo completo será apresentado em live no dia 16 de fevereiro, 11h horas, no link https://bit.ly/Percerpta. O relatório executivo pode ser solicitado à Percepta ([email protected].
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Apro+Som fortalece atuação em direitos autorais, internacionalização e regulamentação da produção sonora nacional

O setor audiovisual brasileiro vivencia um paradoxo histórico: embora o som represente metade da experiência de qualquer obra, sua produção ainda busca equivalência institucional, econômica e criativa em relação à imagem. Para transformar o reconhecimento do áudio em novas oportunidades de negócios, remuneração e projeção internacional, a Associação Brasileira das Produtoras de Som (Apro+Som), sob a liderança de sua presidente Bia Ambrogi, tem intensificado sua agenda de ações e articulações institucionais.
À frente da entidade desde 2022, Ambrogi vem liderando diálogos estratégicos com o poder público e entidades do setor. Uma das frentes prioritárias é a viabilização da arrecadação de direitos autorais e patrimoniais pela execução pública de obras sonoras na publicidade. A partir de conversas com a Secretaria de Direito Autoral e Intelectual, a entidade identificou a inexistência de impedimentos legais para essa cobrança, iniciando a estruturação do modelo junto às entidades de gestão coletiva.
“A possibilidade de arrecadação pode criar uma nova fonte de remuneração para autores e profissionais envolvidos na produção sonora e, ao mesmo tempo, reforçar o reconhecimento do valor econômico do áudio dentro da cadeia audiovisual. Durante muito tempo, ele foi tratado como complemento da imagem, quando, na verdade, são duas linguagens que se unen para formar uma obra. Nosso trabalho é fazer o mercado reconhecer, valorizar e remunerar essa metade”, afirma Bia Ambrogi.
No âmbito internacional, a associação estrutura a iniciativa Áudio Brasil, voltada à exportação da produção sonora nacional em parceria com ApexBrasil e Sebrae. A entidade também integra o movimento Brasil para o Mundo (BPOM), do qual Ambrogi é cofundadora, com foco na geração de negócios e contratos internacionais para a economia criativa. No ambiente de premiações globais, a presidente destaca como avanço a inclusão, na edição de 2026 do festival El Ojo de Iberoamérica, da categoria dedicada à melhor produtora de áudio e som da região.
A atuação abrange ainda frentes legislativas no Congresso Nacional. A Apro+Som acompanha o Projeto de Lei 1.776/2025, conhecido como “Pague em 15”, que propõe o teto de 15 dias corridos para pagamentos de contratos de até R$ 200 mil no setor criativo, e participa ativamente da Frente IA Responsável nos debates sobre o Projeto de Lei 2.338/2023, defendendo a transparência, o consentimento e a remuneração pelo uso de obras no treinamento de ferramentas de inteligência artificial.
Para os próximos anos, o plano de trabalho da entidade prevê a criação de uma base de dados consolidada da produção sonora brasileira, a implementação de guias de boas práticas e a realização do primeiro Fórum de Produção Sonora.
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Bradesco estreia patrocínio no SP Open 2026 com espaço de relacionamento e ativações interativas

O Bradesco faz sua estreia como patrocinador do SP Open 2026 e apresenta ao público uma série de ações interativas em sua estrutura dedicada no evento. Durante o torneio, que ocorre entre os dias 12 e 20 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, o banco disponibiliza um espaço voltado a ativações, relacionamento e convivência com os torcedores e visitantes.
Entre as atrações preparadas pela instituição financeira está o Match Point, um desafio de precisão no qual os participantes utilizam raquetes e bolas para atingir alvos em um tempo pré-determinado. Ao término da dinâmica, os praticantes recebem brindes temáticos, como chaveiros e acessórios para equipamentos de tênis. A estrutura do espaço foi planejada para atender aproximadamente 300 pessoas por dia.
A programação inclui também o Plinko “A bola da vez”. Na atividade, o público solta uma bola de tênis em um painel vertical e conquista brindes ou benefícios imediatos a depender do compartimento em que o objeto afunda. Para os clientes da categoria Bradesco Principal, o jogo conta com uma regra diferenciada que concede duas tentativas por participante.
O local dispõe ainda de um lounge projetado para funcionar como ponto de descanso e convivência. O ambiente foi equipado com assentos e pontos de energia para o carregamento de dispositivos móveis durante o período de realização dos jogos.
A entrada no SP Open marca a ampliação da presença do banco no segmento esportivo, integrando uma estratégia focada na criação de pontos de contato e experiências com os espectadores para além das partidas em quadra.








