Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

“Porradaria corporativa”: ação da W+K incentiva funcionários com games

Publicado

em

Em tempos de distanciamento social e de muito home office, manter a integração e incentivar funcionários se transforma em um grande desafio para as empresas, principalmente, para as agências que contam com a presença de muitos jovens e a interação é fundamental para o dinamismo da criatividade. Pensando nisto a Wieden+Kennedy criou um game de “porradaria corporativa”.

A ação estrelada pelos funcionários e ambientada na sede da agência em São Paulo, localizado na Rua Natingui, nº 442, consiste em um game que segue a lógica dos clássicos jogos de lutas, mas com toques personalizados como a descrição do lutadores, que revelam detalhes de cada colaborador da empresa. Os “super golpes”, são inspirados nas áreas de trabalho, por exemplo, o financeiro joga planilha, redatores atiram palavras, e por aí vai.

“Transmitir nossa cultura internamente é essencial. E queríamos fazer isso na ação de endomarketing menos chata possível. O projeto também se transformou numa forma de matar a saudade das pessoas e do nosso prédio neste ano de distanciamento”, comenta Renato Simões, diretor executivo de criação W+K São Paulo.

O Rumble conta com gameplay customizado, e o jogador pode escolher entre vários cenários do prédio da agência para “cair na porrada” e conhecer um pouco mais sobre a W+K e seus funcionários. Com mais de 100 personagens, o jogo transforma os colaboradores da agência em personagens 8 bit de um clássico fighting game.

O jogo, que pode ser jogado no site da W+K, também funciona como um cartão de visitas da agência. “Na W+K, tudo é sobre as pessoas. E o Rumble é uma forma de apresentar a agência, os funcionários e nossa cultura para o mercado”, diz Eduardo Lima, também ECD da agência. “Fora que permite uma interação única, divertida e em tempo real entre os funcionários”, completa.

Fernanda Antonelli finaliza: “estamos muito contentes de colocar no ar esse segundo projeto do o núcleo de entretenimento da agência. Ele é uma ferramenta poderosa para testarmos – de forma divertida e ousada – todo o potencial criativo e de negócios da Wieden+Kennedy”.

Produzido pela NukeArts, o jogo online foi concebido do zero em parceria com a WKE, núcleo de entretenimento da agência, que estreou em abril deste ano com o projeto de videoarte “Cativeiro”, uma um filme composto de cinco capítulos que propõe uma reflexão sobre cativeiros reais e subjetivos.

Como jogar

Para jogar basta acessar o site: rumble.wksaopaulo.com.br e escolher quem você quer ser (ou bater). O Rumble também está disponível na plataforma de game Steam.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

Publicado

em

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

Continue lendo

Empresa

Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Publicado

em

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

Continue lendo