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Piraquê cede espaços de publicidade para exposição de obras de arte

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A Piraquê chega a São Paulo promovendo a arte que embeleza cada canto da cidade: o grafite. Em uma campanha criada pela Lew Lara’ TBWA, a marca carioca convida artistas a pintarem e exporem seus trabalhos em espaços publicitários para estimular a criatividade e a originalidade. “Ao passear pela cidade, em vez de olhar uma propaganda no relógio de rua ou mobiliário urbano, queremos que a população se depare com obras de arte, pinturas e expressões artísticas”, explica Rodrigo Mainieri, gerente de marketing da marca, que pertence à M. Dias Branco.

No ano em que completa 70 anos de originalidade e anuncia sua expansão nacional, a marca quer valorizar a originalidade das pessoas. Para isso, comprou espaços de mídia e publicidade para que artistas possam expor seus trabalhos. “As embalagens icônicas de Piraquê, de produtos como Goiabinha, Presuntinho, Cracker Gergelim e Leite Maltado, serão o ponto de partida para a inspiração dos artistas, que criarão suas obras com toda liberdade e imaginação. As obras ficarão expostas em 45 pontos espalhados por toda a cidade”, detalha Rodrigo.

A campanha será iniciada em 27 de outubro e durará até 11 de novembro. Foram escolhidos 10 artistas que encherão de cor a capital paulista por meios dos OOH da Otima: Enivo, João Lelo, Karine Guerra, Rocha, Lanó, Kuêio, Leiga, Lídia Viber, SHN e Pomb. Além das artes digitais veiculadas, cinco deles produzirão obras ao vivo, em que o processo de criação poderá ser acompanhado em tempo real:

SHN: AV. PAULISTA, 2026– CONSOLAÇÃO
POMB: AV. REPÚBLICA DO LIBANO, 1696 – Moema
KUÊIO: AV. BRIG FARIA LIMA, 801 – Pinheiros
LEIGA: AV. NOVE DE JULHO, 4823 – ITAIM
LÍDIA VIBER: RUA HEITOR PENTEADO, 1225 – PERDIZES

Originalidade. Isso é o que move a Piraquê desde 1950. Cada receita parece ter sido criada por um artista, artista cozinheiro. Tanto é que as p

róprias embalagens são verdadeiras obras de design, e esse projeto reforça esse propósito da marca. A gente vai dar espaço às criações originais, transformando os espaços de Propaganda em uma tela em branco dedicada à Arte. É menos advertising. E mais artvertising“, completa Rodrigo da Matta, diretor de criação da Lew’Lara\TBWA.

A seleção dos artistas conta com artistas dos mais variados traços, trabalhos diversificados e claro, toque de originalidade.

A comunicação da ação conta com cobertura intensa nas redes sociais, com vídeo teaser (confira aqui), vídeos dos artistas contando suas inspirações e mais detalhes sobre o processo de criação das obras.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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