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Piccadilly realiza ação social no Lar Padilha, em Taquara, RS

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Fruto da campanha ‘Natal de Encontros’, a PICCADILLY proporcionou um dia especial para consumidoras e colaboradores da marca, convidando-os a doarem tempo e afeto às crianças e adolescentes da instituição

Pautada na essência dos ‘encontros’, a PICCADILLY despertou o lado emocional de suas consumidoras e colaboradores na última semana. Em decorrência da campanha que teve início em dezembro de 2019, ‘Natal de Encontros’, cujo objetivo era despertar no público a importância da solidariedade, a marca realizou uma visita especial às instalações do Lar Padilha, que proporcionou a reflexão sobre o verdadeiro sentido dos encontros. A instituição tem como missão acolher e proteger crianças e adolescentes em vulnerabilidade social e hoje abriga mais de 90 pessoas.

Com direito a animação de palhaços, brinquedos infláveis e lanches, a ação proporcionou muitos sorrisos, abraços e diversão. Para as consumidoras da marca, Vanessa Alves Lorocerie e Jeanne Terra Gamboa, que foram sorteadas nas franquias da marca para participar da campanha, o momento com as crianças do lar possibilitou a ressignificação sobre valores materiais e emocionais. “No Lar Padilha encontrei crianças que me olharam e abraçaram genuinamente. Isso para mim não tem preço. Esse presente foi o melhor que eu poderia ter recebido’’, destaca Vanessa. Para Jeanne não é diferente. ‘’Achei esse prêmio muito interessante, porque ele é afetivo, é um bem de valor emocional e também faz a gente olhar de outra forma para as emoções”.

Colaboradores da marca também demonstraram emoção ao se identificarem com a ação. Cristina Müller, por exemplo, traz um histórico de adoção em sua família. “Meu filho ficou dois meses no Lar Padilha durante o processo de adoção. Sou muito grata por eles terem cuidado dele nesse tempo”, revela. Já Jair Schönwald, que viveu em lares como este, sabe bem a importância do afeto. “Eu me identifico, sou um ex-interno, então sinto o que elas sentem. Tudo para as crianças é esperança. Elas têm mais para nos dar, do que nós pra elas. O que elas querem é afeto e carinho.”

Para Fernandes Vieira dos Santos, diretor do Lar Padilha, através dessa ação, além de dar visibilidade a nobre causa da instituição, a PICCADILLY foi capaz de despertar o lado afetivo das pessoas. “Ficamos felizes em perceber um ‘algo a mais’ nesse encontro, como um olhar mais humanizado e uma sociedade mais colaborativa. Existem muitas crianças e adolescentes em situações vulneráveis. Que cada pessoa tenha a oportunidade de ajudar outras pessoas.”, comenta Santos.

Reforçando a importância da parceria estabelecida com o Lar e a satisfação da PICCADILLY em poder contribuir com a causa, Ana Carolina Grings, diretora de desenvolvimento e vice-presidente da marca, relembrou a importância de gestos simples para transformar realidades. “Fazia tempo que eu não recebia tanto amor de pessoas que eu não conhecia. É tão lindo ver o amor genuíno e poder retribuir. A gente sai daqui tão leve, tão reabastecida e aprende o que realmente importa na vida. Queremos transmitir cada vez mais esses valores ao nosso público’’, finaliza Grings.

Em breve, esse encontro de emoções será divulgado através de um vídeo case no canal do YouTube da PICCADILLYhttps://www.youtube.com/user/CalcadosPiccadilly.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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