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Pesquisa revela o impacto crescente do marketing de influência nas estratégias de Black Friday em 2024

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À medida que a Black Friday se aproxima, empresas começam a implementar estratégias para aumentar seu market share durante a principal data do varejo global. Além das tradicionais promoções em pontos de venda, um estudo da MField, em parceria com a Opinion Box, destaca o papel crucial dos influenciadores digitais na amplificação de campanhas e conversão de resultados.

Com a participação de mais de 2 mil pessoas, majoritariamente mulheres e residentes da região sudeste do Brasil, o levantamento analisou o impacto das estratégias que utilizam a autoridade e influência dos criadores de conteúdo. Das gerações entrevistadas, destacam-se respectivamente os Millennials (32%), Geração X (31%), Gen Z (27%) e Baby Boomers (10%).

A pesquisa revelou que 59% dos entrevistados lembram de campanhas com influenciadores na Black Friday de anos anteriores, e 56% afirmaram ter realizado compras após serem impactados por ações personalizadas para a data. Em contrapartida, 32% disseram não terem sido convencidos a adquirir produtos, e 12% não se recordam se as compras foram influenciadas diretamente por creators nas redes sociais.

Os formatos de ativação, que vão desde simples stories até campanhas elaboradas e eventos presenciais, têm influência direta na conversão. Do total, 65% acreditam que eventos com influenciadores geram valor para as marcas, enquanto 34% seguem creators que oferecem descontos exclusivos e dizem que eles ajudam a encontrar as melhores promoções.

Entre os respondentes impactados por ações de influenciadores, 51% relatam maior curiosidade e interesse em conhecer os produtos sugeridos, 44% afirmam ter o desejo de compra despertado, 50% se sentem mais próximos das marcas que investem nesse tipo de ativação, e 39% estão dispostos a participar de eventos de vendas físicos ou online indicados por influenciadores.

A confiança gerada entre creators e suas audiências, crucial para o sucesso das campanhas durante a Black Friday, é fortalecida por alguns fatores-chave:

  • Conteúdos e dicas úteis – 40%
  • Autenticidade nos formatos – 33%
  • Transparência sobre conteúdos pagos – 32%
  • Propriedade sobre o assunto amplificado – 23%
  • Criatividade e formatos únicos – 20%
  • Interação com seguidores – 19%

 

Flávio Santos, CEO e cofundador da MField, especialista em marketing de influência, ressalta o papel dos influenciadores em estabelecer conexões genuínas com suas audiências, potencializando a influência especialmente em datas sazonais. “Vivemos na era da hiperconectividade, e quem consegue utilizar criatividade e autenticidade a seu favor se destaca. No digital, o timing sempre será determinante para o sucesso de um conteúdo, seja ele patrocinado ou não. As marcas já perceberam o potencial desses influenciadores, e acredito que a Black Friday deste ano será uma das mais fortes em termos de presença digital”, comenta Santos.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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