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PepsiCo e Beyond Meat® estabelecem The PLANeT Partnership, LLC, um projeto conjunto para apresentar novas ofertas de proteínas a base de plantas

PepsiCo, Inc. (NASDAQ: PEP) e Beyond Meat, Inc. (NASDAQ: BYND) anunciaram que formarão a The PLANeT Partnership, LLC (TPP), projeto conjunto para desenvolver, produzir e comercializar bebidas e snacks inovadores, feitos de proteína de origem vegetal. O projeto conjunto alavancará a tecnologia avançada de proteína baseada em vegetais da Beyond Meat, bem como as capacidades de marketing e negócios de classe mundial da PepsiCo, para criar e dimensionar novas opções de alimentos e bebidas. Os termos financeiros da associação não foram divulgados. As operações do projeto conjunto serão administradas por meio da entidade recém-criada The PLANeT Partnership, LLC (TPP).
“As proteínas de origem vegetal representam uma excelente oportunidade de crescimento para nós, uma nova fronteira em nossos esforços para construir um sistema alimentar mais sustentável e ser uma força positiva para as pessoas e o planeta, atendendo à demanda dos consumidores por um portfólio ampliado, com produtos nutritivos”, afirma Ram Krishnan, diretor Comercial da PepsiCo Global. “Beyond Meat é uma empresa inovadora nesta categoria e esperamos combinar sua experiência incomparável com nossas capacidades de classe mundial na construção de marca, percepção do consumidor e distribuição para apresentar novas e diferenciadas opções”.
“Estamos animados por unir forças formalmente com a PepsiCo na The PLANeT Partnership, projeto conjunto que une o enorme escopo de suas capacidades de distribuição e Marketing com nossa liderança em inovação de proteínas baseadas em plantas. Estamos ansiosos para lançar novas categorias e linhas de produtos juntos, inspirando decisões positivas para as pessoas e para o planeta”, complementa Ethan Brown, fundador e CEO da Beyond Meat. “A PepsiCo representa o parceiro ideal para nós, neste empolgante empreendimento, de escopo e importância globais”.
O novo projeto conjunto dá continuidade aos esforços de longa data da PepsiCo para ajudar a construir um sistema alimentar mais sustentável.
Entre os principais pilares desse esforço, estão o usar ingredientes positivos; expandir o portfólio de produtos que são cultivados e feitos de forma sustentável, por meio de ferramentas e técnicas como agricultura regenerativa e água encanada – e plantas de produção neutras em carbono; e facilitar o consumo de produtos práticos por consumidores focados em saúde e bem-estar, por meio de inovações como Batata Assada LAY’S® (hoje disponível em 23 mercados ao redor do mundo), Sabra Snacks Cups, Gaspacho Alvalle pronto para consumir, flats de Quaker Breakfast e Gatorade Juiced. Além da inovação orgânica, a empresa também fez aquisições estratégicas, incluindo empresas como Bare Snacks (fabricante de salgadinhos de frutas e vegetais assados), BFY Brands (fabricante de salgadinhos PopCorners) e SodaStream, marca líder global em água gaseificada”. [1]
Beyond Meat compartilha da paixão da PepsiCo por criar produtos que sejam bons para as pessoas e para o planeta, usando ingredientes simples, à base de plantas, sem OGMs ou ingredientes da bioengenharia. A empresa acredita que existe uma maneira melhor de abastecer nosso futuro e que as decisões positivas que todos tomamos, não importa o quão pequenas sejam, podem ter um grande impacto em nossa saúde pessoal e na saúde de nosso meio ambiente.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







