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Parque Bondinho Pão de Açúcar e L’Oréal Paris se unem em ação de combate ao assédio nas ruas

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De acordo com um estudo do Instituto IPSOS realizado em 2019 sobre igualdade de gênero, o assédio sexual em espaços públicos foi identificado como o maior problema enfrentado por mulheres e meninas em todo o mundo. Para ajudar homens e mulheres a intervir com segurança no caso de testemunharem ou sofrerem assédio nas ruas, o Parque Bondinho Pão de Açúcar, em parceria com a L’Oréal Paris e a ONG Cruzando Histórias, promoverá para seus colaboradores e visitantes o Stand Up, um programa de conscientização e treinamento de combate ao assédio online e gratuito desenvolvido pela L’Oréal Paris com a ONG americana Right To Be.

A ação teve início em 31 de outubro, quando todos os mais de 280 colaboradores do Parque participaram do treinamento que a L’Oréal Paris e a ONG Cruzando Histórias promoveram no Morro da Urca. Desde então, todos que acessarem a plataforma online Stand Up, se juntando às mais de 1 milhão de pessoas que realizaram o treinamento gratuito em todo o mundo.

“Estamos sempre em busca de oferecer capacitação e oportunidades de desenvolvimento para fazer com que nossos profissionais se sintam confiantes e preparados para fazerem a sua parte na construção de um Parque Bondinho cada vez mais diverso, inclusivo e, acima de tudo, seguro. É nosso dever conscientizar a todos sobre questões importantes como esta, oferecendo ferramentas para que as pessoas consigam, caso precisem, defender a si mesmos e pessoas próximas”, diz Sandro FernandesCEO do Parque Bondinho Pão de Açúcar.

A metodologia de intervenção proposta pelo Stand Up provou ser eficaz quando aplicada em universidades americanas, diminuindo em 17% os casos de violência sexual no local. O programa oferece um método baseado em 5Ds — distrair, delegar, documentar, direcionar e dialogar – que auxiliam homens e mulheres a intervir com segurança diante dessa situação como testemunha ou vítima.

“Graças ao Stand Up milhares de pessoas ao redor do mundo estão aprendendo a melhor maneira de agir em casos de violência sexual. Essa é uma causa muito importante para L’Oréal Paris, por empoderar pessoas e fazer valer seu valor. O Parque Bondinho é um ícone no Rio de Janeiro e estamos muito contentes com essa parceria, por podermos capacitar tanto o público interno como também os frequentadores, incentivando entretenimento seguro e consciente pra todos”, afirma Laura Parkinson, diretora de L’Oréal Paris no Brasil.

 

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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