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Panco lança nova campanha com web série estrelada por Chris Flores. Criação é da TV1

Já está no ar o primeiro episódio da Web Série lançada nesta segunda-feira pela Panco, estrelada pela jornalista e apresentadora Chris Flores, como embaixadora da marca. A série, que será transmitida pelo canal da empresa no Youtube e também nas demais redes sociais da marca, faz parte de uma ampla campanha de divulgação da linha de pães 100% Integral, cujo tema é “Integralmente Saboroso”. Numa espécie de programa culinário, Chris Flores trata, junto com convidados, de assuntos ligados a saudabilidade e bem estar.
No primeiro episódio a convidada é a influencer Maddu Magalhães, que prepara um Fricassé de Frango com Chris Flores.
Segundo José Gregório Rodriguez, consultor de Marketing da Panco, a categoria de pães integrais é complexa, com vários sabores, ingredientes, propriedades funcionais, entre outros atributos e, por isso, atende a públicos mais específicos. “Nossa decisão de iniciar esta campanha nas mídias sociais vai permitir um feedback mais claro e rápido, porque elas se relacionam diretamente com os consumidores que buscam e comentam sobre o tema saudabilidade. Nosso público/audiência das redes sociais vem crescendo e por isso consideramos serem o principal caminho para a comunicação desta nossa linha de pães”, conclui.
Oscar Moraes, diretor executivo da TV1, agência responsável pela campanha, acredita que “quando o assunto é alimentação, encontramos nas redes sociais um público bastante receptivo para iniciarmos conversas e promover um diálogo da marca com seus consumidores. Nossa estratégia em digital foi direcionada a segmentar os diferentes perfis de consumo e entregar mensagens alinhadas às suas necessidades. Optamos por fugir ao máximo de códigos tradicionais de uma categoria tão concorrida e criamos um universo visual próprio que remete a todo o histórico da marca adicionando elementos visuais e traços culturais atuais.”
CADA UM NA SUA COZINHA
“Faço parte desse grupo crescente de pessoas que busca uma alimentação mais saudável, cada vez mais atento aos valores funcionais dos ingredientes”, afirma a apresentadora Chris Flores. “Como embaixadora da marca, faço questão de mostrar aos consumidores a escolha apurada que a Panco fez de cada ingrediente, trazendo ainda variedade e muito sabor à mesa”. Segundo o consultor de marketing da Panco, a escolha de Chris Flores para representar a marca “levou em conta sua capacidade de abordar o assunto, transmitir informações relevantes ao público-alvo e interagir com outras personalidades dos meios de comunicação, de maneira a valorizar nossos produtos”.
Os escolhidos pela atuação e interação com seus seguidores sobre temas relacionados ao bem estar e à saudabilidade são: Brissa Ioselli, que produz conteúdos sobre Culinária e Life Style; Maddu Magalhães, que atua fortemente na área “do it yourself”; Manu e Matheus, do @welove, canal voltado ao Bem Estar, Life Style e viagens; Natalia Cardoso pioneira e uma das maiores influenciadoras do Brasil; Thais Massa, que se dedica a falar sobre vida saudável e nutrição; e Carol Moreira, um dos principais nomes do segmento de filmes e séries.
Em função do isolamento social, a apresentadora e os youtubers conversam on line enquanto cozinham. “Gravamos à distância, cada um na sua casa, mas foi tão gostosa nossa interação que parece que estamos na mesma cozinha”, comenta a Chris Flores. “Nessa web série mostramos que todos podem colocar a mão na massa e fazer receitas simples e saborosas que tragam valores importantes para a alimentação. Queremos incentivar as pessoas a se relacionarem de maneira positiva com os alimentos, compartilhando suas conquistas na cozinha com descontração e leveza, como fizemos com nossos influenciadores”.
Os vídeos completos serão disponibilizados a partir deste dia 20 nos canais da Panco do Facebook e do YouTube, com desdobramentos via Stories no Instagram e no Facebook, com os highlights das conversas e as receitas no formato “do it yourself”. Além disso, a campanha terá ações no Portal Tudo Gostoso, especializado em Culinária e receitas e na plataforma Spotfy, para maximizar seu alcance e gerar mais interação com os consumidores.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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