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Panasonic apresenta duas novas campanhas para 2020; Filmes são estrelados pelos colaboradores

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Reafirmando o compromisso de desenvolver pessoas antes de produtos, princípio estabelecido pelo fundador Konosuke Matsushita, a Panasonic – líder global no desenvolvimento de tecnologia e soluções inovadoras – lança as campanhas de fim de ano “Criado pra Você” e “Descomplica”, as duas estreladas por colaboradores da empresa. As peças trabalham os lançamentos recentes da marca, como a máquina de 12kg, a torre de som TMAX, a nova linha de televisores HX, entre outros.

As produções buscam mostrar a variedade de produtos e soluções que a Panasonic oferece para toda a casa, como produtos de linha branca, marrom e cuidados pessoais. Os filmes reforçam como os produtos são pensados e desenvolvidos para tornar a vida das pessoas mais leve, ainda mais em um ano em que passamos a maior parte do tempo em casa. Ao mesmo tempo, a marca reforça a aproximação com o público tendo participação dos colaboradores como figuras importantes na criação dos produtos.

Campanhas
Os filmes da campanha “Criado Pra Você”, assinado pela NBS, antiga agência da Panasonic, foram produzidos sob um apelo emocional, resgatando memórias afetivas de momentos com família e amigos e trazendo os produtos Panasonic como parte dessas ocasiões e da rotina como um todo.

Com o objetivo de ter mais alcance, a produção terá, pela primeira vez, transmissão nos principais canais da TV aberta (Rede Globo, SBT, Band e Record), a partir do dia 30 de novembro, além da veiculação nas redes sociais e mídia programática. “Queremos explorar esse alcance com o objetivo de trazer vendas neste período do ano que é tão importante para nós. Para isso, nos aliamos às emissoras de maior audiência, considerando o público concentrado nesses canais e, com isso, conseguimos maior penetração e atingimos de forma rápida o nosso público-alvo nas praças que são estratégicas para nós”, explica Claudio Kuninari, Gerente de Comunicações de Marketing e Digital da Panasonic do Brasil.

Já, a segunda edição do “Descomplica”, assinado este ano pela Ogilvy Brasil, e desenvolvida para veiculação online, apresenta as tecnologias dos novos produtos com uma linguagem bem próxima aos consumidores, características que fortalecem o posicionamento da Panasonic como marca que visa atender de forma completa as necessidades dos brasileiros para seus lares. “Buscamos construir uma narrativa mais solta, onde os colaboradores explicam com as próprias palavras as funcionalidades dos produtos, descomplicando o uso da tecnologia e apresentando os benefícios reais que eles proporcionam na vida das pessoas”, pontua o executivo.

Segundo Daniel Schiavon, diretor de criação da Ogilvy Brasil, depois do projeto bem-sucedido em 2019, a missão agora foi evoluir a narrativa em parceria com os colaboradores da Panasonic. “É um projeto 100% focado no apoio de gente de verdade falando sobre os benefícios dos novos produtos da marca. Conseguimos uma evolução tanto nas histórias dos filmes quanto no envolvimento das estrelas do projeto, os colaboradores da Panasonic. Foi um desafio criativo enorme onde a gente conseguiu trazer histórias curtas e simples, narrativas verdadeiras com soluções reais para produtos que tornam o dia-a-dia mais prático e melhor para todos”.

Já a estratégia de comunicar a “Descomplica” foi construída com base em segmentar a entrega, explica Claudio. “Por serem vários produtos explorados em 18 filmes, o digital será protagonista nessa estratégia devido ao poder de segmentação e mensuração dos targets. Dessa forma, conseguimos otimizar a campanha priorizando os targets de melhor performance”. A veiculação dos filmes também inicia nesta segunda-feira.

Com abrangência nacional, a estratégia de mídia foi pautada em interesse, comportamento e afinidade, fatores decisivos de compra. Como forma de trabalhar o target buscando maior assertividade, a Panasonic apostou em um mix de canais e meios, combinando canais de cobertura no público de interesse e, com isso, trazendo maior visibilidade de marca.

As campanhas vêm ao encontro do objetivo da marca de querer estar presente de forma consistente no dia a dia das pessoas e não apenas em grandes datas sazonais. “Temos o desafio de crescer a presença da marca e entregar uma mensagem única, buscando atender com inovação, tecnologia e criatividades todas as necessidades do nosso consumidor. Trazemos ações autênticas que criem esse diálogo com os brasileiros e ao mesmo tempo reforcem o nosso posicionamento de Criado Pra Você”, ressalta o porta-voz.

Ainda segundo o executivo, a estratégia de fazer com que os colaboradores participem de ações externas reforça o espírito de equipe e colaboração, um dos princípios organizacionais da marca. “Ter os rostos da nossa equipe é uma forma de fortalecer cada vez mais o laço que temos com a nossa equipe e reafirmá-los como parte fundamental da identidade da Panasonic. Além disso, é uma forma de fazer com o que o nosso consumidor se identifique e se sinta representado”.

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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