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Pampers lança nova campanha e apresenta novo posicionamento C

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Vídeo “Momentos que Contam” visa ajudar a tirar o peso das cobranças que os pais sentem

Jornadas exaustivas, com cuidado da casa, comida, trabalho, bebê. Existe um lado da pandemia que só os pais tem experimentado, de bastante esforço e dedicação, e Pampers sabe que os cuidados com o bebê vão além do que todos veem. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento dos bebês continua dentro de casa, e eles aproveitam o fato de estar mais perto dos pais e mães. Por isso, a marca lançou o vídeo Momentos que Contam, que inaugura uma fase com um olhar também voltado aos pais e mães, e que faz parte de um guarda-chuva com ações focadas nesse propósito.

Cocriado entre Publicis Brasil e Saatchi & Saatchi Londres, o vídeo será veiculado em toda América Latina digitalmente. “Ao mesmo tempo que pais e mães estão se desdobrando, o bebê não entende que existe uma pandemia. Aos olhos dele, o que mais importa é que estão passando mais tempo com os pais, e são esses momentos que vão ficar registrados na memória deles”, explica Laura Vicentini, diretora de Marketing de Pampers.
“O afastamento social e isolamento em nossas casas ressignificou as relações humanas e em especial a troca entre pais e suas crianças. Esta campanha é um reconhecimento ao duro e lindo esforço que mães e pais estão fazendo para dar o melhor para seus filhos”, afirma Domênico Massareto, CCO da Publicis.

Através do entendimento do consumidor, Pampers viu a importância de olhar para os bebês, mas também percebeu o quanto é importante olhar para os pais e mães de maneira mais empática e acolhedora. Por isso, além do vídeo lançado, a marca também teve ações com foco em auxiliar nesse momento de isolamento social.

A marca fez cerca de 21 lives em seu perfil no Instagram, com contação de histórias para bebês, shows e bate-papos, de modo a ajudar os pais a cuidarem dos bebês em casa, e fez doações de mais de um milhão de fraldas para famílias mais vulneráveis na pandemia. A conversa com as consumidoras também mostrou que muitas grávidas estão ansiosas com a pandemia, e chateadas por não poderem fazer o chá de bebê, que é um momento importante na chegada do pequeno à família. Por isso, a marca criou um hotsite com dicas para grávidas realizarem um Chá de Bebê Online, de modo a conectar com sua família e queridos, mesmo em tempos de pandemia.( http://descubra.pampers.com.br/chadebebeonline )

https://www.youtube.com/watch?v=gv4owRBkR7A


A ação toda digital também incluirá posts para as redes sociais. A produtora é a 7 Filmes.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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