Empresa
Outdoor Social Inteligência lança formato de pesquisas brand lift para campanhas em comunidades

Nas agências de publicidade ou em grandes marcas, o brand lift tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta eficaz para mensurar os resultados das campanhas publicitárias em diversos tipos de mídias e locais. Com perguntas estratégicas, o método possibilita conhecer a percepção que as pessoas têm das marcas, quanto as consideram e são favoráveis a elas e qual é a intenção de compra em relação aos seus produtos.
Em recente estudo para medir o brand lift de alguns anunciantes do Outdoor Social nas favelas de Heliópolis e Paraisópolis, em São Paulo, o OSI (Outdoor Social Inteligência), braço da holding Outdoor Social, identificou que as companhias que fizeram publicidade direcionada a essas comunidades, após aproximadamente duas semanas, foram lembradas 8% mais vezes como referência em suas categorias e aumentaram em 23% o conhecimento de suas marcas.
Além disso, a quantidade de pessoas que visualizaram essas publicidades cresceu 27% e, em alguns casos, elas foram até 30% mais impactadas por essas ações do que pelas realizadas em outras mídias, como outdoors de avenidas. A pesquisa também revelou que, ao comparar os índices antes e depois das campanhas publicitárias, a imagem positiva das marcas saltou 23%.
Apesar do grande potencial, a fundadora do Outdoor Social, Emília Rabello, deixa o alerta: “O número de empresas e marcas que anunciam e disponibilizam seus produtos nas comunidades, pode ser muito maior. A periferia e a favela são lugares de oportunidades incríveis para aumentar o awareness das marcas e consequentemente seus resultados comerciais. Os moradores esperam encontrar nas suas proximidades produtos e serviços de qualidade e pagam por isso, entretanto, é necessário que eles conheçam as opções”.
Outro levantamento feito pelo Outdoor Social e que reforça esse posicionamento mostrou que os públicos C, D e E, presentes em grande parte da periferia, representam 75% da população do país e têm potencial de consumo de R$ 9,9 bilhões/ano.
As pesquisas Brand Lift lançadas oferecidas aos anunciantes do Outdoor Social trazem dados qualitativos do impacto e da percepção das comunidades sobre as campanhas onde estas acontecem.
Empresa
Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
Empresa
Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








