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Outback apresenta primeira HQ colaborativa, em tempo real, no Instagram

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A partir de hoje, os fãs do mundo geek vão ter acesso à primeira HQ colaborativa feita em tempo real com participação do público. A ação inovadora, promovida pelo Outback para teve estreia na Comic Con Experience – a CCXP Worlds, também integra a primeira campanha criada pela agência VMLY&R, em parceria com a Santa Clara. 

Utilizando o conceito de múltiplos universos, com interação de personagens de diferentes realidades, a HQ interativa do Outback conta a saga do herói Aussie Explorer, um canguru humanóide que pula no espaço tempo, para formar uma dupla com personagens do dia a dia do Outback e salvar seu mundo paralelo, o Red Centre. Em 30 horas de live, os quadrinistas desenharam ao vivo todas as interações dos seguidores do perfil Outback, no Instagram. Por meio de enquetes nos stories, o público foi transformado em coautor e decidiu o rumo dos personagens.

“A CCXP Worlds é uma feira fascinante, sempre ficamos encantados com tanta imaginação, criatividade e a forma como eles estão sempre inovando. Essas são também algumas das características do Outback e poder participar desse evento tão significativo, já como restaurante oficial, é um motivo de muito orgulho para nós. Nossos fãs também ganham com essa parceria e por isso, criamos diversas surpresas e novidades durante todos os dias da Comic Con, como a nossa HQ interativa”, afirma Renata Lamarco, diretora de Marketing do Outback Brasil.

“Quando falamos em CCXP, temos a oportunidade de colocar em prática tudo o que se discute quando o assunto é conteúdo e novos formatos. E o Outback, fazendo jus ao título de brand lover, estreou de forma marcante ao criar uma HQ colaborativa e construída em tempo real. De fato, algo inédito, que promove engajamento, diversão e marca a edição digital da Comic Com”,  comenta Bruno Athayde, diretor de criação da VMLY&R.

“A notícia que o Outback foi o restaurante oficial da CCXP Worlds era muito “épica” pra simplesmente ser comunicada e abriu infinitas possibilidades pra criação pirar. Daqueles briefings dos sonhos. Assim como o público da CCXP, a gente também é apaixonado por cultura pop e nos divertimos muito pensando em formas para nos conectar a esse público sedento por entretenimento. História em quadrinhos é a forma mais pura desse universo, deu origem ao evento e inspira grande parte das produções da cultura pop atuais. A HQ “Multiverso Outback CCXP Worlds” representa a união desses mundos “, acrescenta conta Bernardo Machado, diretor de criação da Santa Clara.Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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