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EXPO RETOMADA confirma próxima edição com rodadas de negócio no Rio Grande do Sul

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EXPO RETOMADA confirma próxima edição com rodadas de negócio no Rio Grande do Sul

A EXPO RETOMADA, considerada o primeiro evento modelo em protocolos de segurança para eventos de negócios no Brasil, já está com a próxima edição marcada em formato ampliado. Depois do sucesso em São Paulo, Salvador, Goiânia e Santoso evento chegará com novidades a Bento Gonçalves, cidade destaque da Serra Gaúcha, nos dias 1 e 2 de dezembro. A nova edição, que será abrigada pelo Fundaparque, será chamada de EXPO RETOMADA Business. Entre os diferenciais, estão a abertura com uma coletiva de Imprensa para divulgar, em primeira mão, o calendário de eventos do Rio Grande do Sul para 2022, além da realização de rodadas de negócios para fomentar as oportunidades entre expositores e participantes presentes.

“O objetivo é de contribuir com a recomposição do setor de eventos de negócios, que vinha crescendo acima da média nacional até 2019 e foi duramente prejudicado com a pandemia. As consequências desse longo período de inatividade começam a aparecer: falta de matérias primas e provável falta de mão de obra qualificada, forte aumento do preço de insumos, pequenas e médias empresas fechadas e falidas. Com as autorizações de retomada dos eventos em várias cidades brasileiras, precisamos intensificar as oportunidades de negócios para contribuir com o fortalecimento desse mercado”, afirma Fernando Lummertz, diretor da Rede Feiras e um dos idealizadores da EXPO RETOMADA.

Extensão digital

Outra novidade da EXPO RETOMADA Business será uma extensão digital denominada EXPO GUIA, que manterá os visitantes e expositores conectados permanentemente. “Essa cauda longa, que irá integrar a EXPO RETOMADA Business, é a incorporação da tecnologia digital no setor de eventos no formato em que ela é, de fato, bem-vinda. Tenho combatido a utilização de tecnologias digitais que tentam reproduzir ambientes de feiras com cenografias que empregam realidade aumentada, inteligência artificial e outros mirabolantes recursos que algumas empresas desse setor acreditam atrair interessados, pelo fato de que nenhum desses arremedos das feiras presenciais consegue entregar resultados efetivos para patrocinadores, expositores e visitantes.  Mas, desde muito antes dessa pandemia, eu defendo a adoção de recursos digitais para estender a vida das feiras de negócios, preenchendo o hiato existente entre uma edição e outra. Cerca de doze anos atrás fiz um artigo no qual chamei de cauda longa esse efeito de manter expositores e visitantes conectados de modo permanente, criando, assim, plataformas de negócios práticas e objetivas”, diz Lummertz.

Além das rodadas e do EXPO GUIA, a edição gaúcha da EXPO RETOMADA vai manter o formato de exposição ao redor de uma arena de conteúdo, que irá levar debates relevantes e oportunos para o setor de feiras e eventos de negócio. “O sucesso da EXPO RETOMADA tem um vínculo com o conteúdo que as arenas têm apresentado. Tivemos já conquistas importantes que evidenciam isto: o dia 14 de outubro, data da abertura da Expo Retomada de São Paulo, se transformou em uma lei em São Paulo, que instituiu o Dia das Feiras e Eventos de Negócios. Nesse ano fomos convidados para fazer da EXPO RETOMADA o evento teste oficial do setor, proposto pelo Governo do Estado de São Paulo.  E, no último dia 22 de julho, quando ainda estávamos no palco da EXPO RETOMADA, vieram as confirmações da cidade de São Paulo e do Governo do Estado quanto à liberação da realização dos eventos de negócios, desde que aplicados os protocolos demonstrados no evento”, destaca Paulo Octávio Pereira de Almeida, o P.O., diretor da Live Marketing Consultoria e também idealizador da EXPO RETOMADA.

“Queremos dar visibilidade para o que tem acontecido de bom no mercado desde o início da pandemia. O conteúdo que iremos levar para a edição Rio Grande do Sul irá colocar em destaque tudo aquilo que esse período cruel trouxe de positivo. Mostraremos que o setor de eventos presenciais tem capacidade de gestão e de inovação para contemplar o mercado com soluções que continuarão funcionando como plataforma de indução da economia como um todo e que, na retomada, irão contribuir fortemente para a recuperação de empregos e geração de renda”, complementa Almeida.

Protocolos e estrutura

A EXPO RETOMADA Business deve receber cerca de 40 expositores, com expectativa de público de 2.000 visitantes nos dois dias do evento, em Bento Gonçalves. Os protocolos de segurança serão os mesmos aplicados nas demais edições, que se destacaram pela tecnologia de acesso por QR Code, aferição de temperatura em massa por câmeras fototermicas, planta da feira desenhada para o distanciamento social, além dos protocolos básicos do uso obrigatório de máscaras e álcool gel. Um diferencial em relação à última edição, de Santos, é que, no lugar da exigência dos testes antecipados de Covid, será exigido o certificado de vacinação como requisito de acesso ao evento.

O Fundaparque, pavilhão de feiras que abrigará a EXPO, é considerado o maior Parque de Eventos da América Latina, com 58 mil m² de área coberta e mais de 320 mil m² de área total. Palco de grandes eventos nacionais e internacionais, já tem diversas confirmações para o calendário de 2022, entre elas a Movelsul, maior feira de móveis da América Latina, que, em 2020, teve a sua edição cancelada quando já estava na fase final de montagem para a realização.

A EXPO RETOMADA BUSINESS é apoiada pelas principais entidades brasileiras do setor de eventos de negócios, entre elas a ABEOC – Associação Brasileira das Empresas de Eventos, ABRACE – Associação Brasileira de Cenografia e Estandes, UBRAFE – União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios e SINDIPROM – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos. Após o Rio Grande do Sul, deverá acontecer em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro, além de uma nova edição em São Paulo, capital.

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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UBRAFE e Sebrae lançam capacitação em inteligência artificial para o setor de feiras e eventos

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A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em uma parceria estratégica com o Sebrae, acaba de anunciar o lançamento do workshop online Inteligência Artificial Aplicada a Feiras e Eventos. A iniciativa é totalmente desenhada para a capacitação de profissionais das empresas associadas que buscam integrar as soluções de IA em suas estratégias macro, rotinas operacionais e processos de negócios, acelerando a transformação digital do mercado de Live Marketing e eventos corporativos.

Com uma grade curricular distribuída em quatro blocos de aulas virtuais e ao vivo, o treinamento abordará desde os conceitos fundamentais da inteligência artificial até as engrenagens de construção de agentes de IA. A proposta pedagógica preza por uma abordagem prática e totalmente customizada para as dores e a realidade logística do setor de feiras de negócios. O conteúdo foi modularizado para atender colaboradores de diferentes departamentos e níveis de senioridade técnica, oferecendo uma bússola estratégica sobre como utilizar a tecnologia para turbinar a produtividade interna, otimizar custos e escalar os resultados das organizações. As transmissões acontecerão nos dias 1º, 2, 6 e 7 de julho de 2026, sempre das 17h às 19h.

O cronograma de aprendizado foi estruturado da seguinte forma:

  • Aula 1: Introdução e modelos de IA;

  • Aula 2: Ferramentas e aplicações práticas;

  • Aula 3: Elaboração de prompts;

  • Aula 4: Construção de agentes de IA.

Indo além das tradicionais exposições teóricas, a capacitação agregará benefícios tangíveis de consultoria para as marcas participantes. O pacote inclui um diagnóstico de maturidade digital customizado, trazendo recomendações técnicas específicas para o ecossistema de cada empresa, além de duas sessões gratuitas de mentoria individual com o time de especialistas do Sebrae. O objetivo dessas sessões é sanar gargalos e orientar a implementação das ferramentas na prática pós-curso. “Os eventos presenciais continuam sendo uma das ferramentas mais poderosas para a criação e gestão de relacionamentos comerciais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, capaz de ampliar a eficiência operacional, otimizar processos e potencializar os resultados de toda a cadeia de eventos”, avalia Paulo Octávio Pereira de Almeida, conhecido no mercado como P.O., diretor executivo da UBRAFE.

Ao término da jornada educacional, as empresas e profissionais receberão uma certificação oficial chancelada pelo Sebrae, chancelando o ganho de competitividade e o preparo para as novas demandas de mercado. “A iniciativa reforça o compromisso da entidade em promover conhecimento, inovação e competitividade para o setor de feiras e eventos de negócios, estimulando a adoção de tecnologias que impulsionam a transformação digital das empresas”, pontua Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

O investimento para a inscrição é de R$ 800,00 por CNPJ, benefício exclusivo para o quadro de associados da UBRAFE. Cada organização parceira possui liberdade para inscrever o volume de colaboradores que julgar necessário para alinhar à sua estratégia interna de desenvolvimento. Como o foco prevê interatividade e acompanhamento consultivo, as vagas para o projeto são estritamente limitadas.

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