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Os 10 melhores livros de marketing de todos os tempos!

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Os 10 melhores livros de marketing de todos os tempos!

Veja a lista com os 10 melhores livros de marketing e aproveite o final de semana para colocar a leitura em dia

O que é o marketing? Qual a sua opinião? Uma pergunta tão enigmática que dá margem para todos os tipos de respostas. Uma destas definições, apresentada pelo autor Philip Kotler em seu livro Marketing 3.0: Diz que o marketing é a ciência e arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um público-alvo com geração de lucro. Sendo, o objetivo do Marketing identificar desejos e gerar valor para criar relacionamentos com sua audiência. Por isso resolvemos trazer uma lista de livros para abrir sua cabeça pro marketing.

Mas a resposta pode ir muito além desse conceito, e é por isso que milhares de estudiosos, profissionais e especialistas dedicam seu tempo e talento em obras que buscam explorar esse mercado, refletir sobre suas origens, e apontar para as tendências do futuro.

Sendo assim, seja um profissional da área de marketing querendo se atualizar, um estudante em busca conhecimento ou mesmo um empreendedor querendo saber um pouco mais sobre este departamento, os livros de marketing são fundamentais para o aprendizado e conhecimento sobre o tema.

Mas, em meio a tantos títulos, por onde começar? Ou ainda quais seriam aquelas obras obrigatórias?

A pergunta é difícil e sempre haverão opiniões diferentes. Mas tentamos dar a nossa contribuição e listamos os 10 melhores livros de marketing de todos os tempos.

Portanto, se você pretende colocar a leitura em dia, se manter atualizado, não pode deixar de conferir a nossa lista.

Para entender mais sobre o assunto e ter a vivência de grandes profissionais da área, não deixe de participar do 1º evento mundial dedicado ao marketing pós-pandemia, nos dias 05, 06 e 07 de novembro, acontece o Fórum mundial de Marketing, que conta com a participação de Philip Kotler – o pai do marketing, David Reibstein – professor docente em Marketing da Wharton University of Pennsylvania, Mauro Porcini – SVP & Chief Design Officer at PepsiCo, Luiza Helena Trajano – presidente do Conselho de Administração Magazine Luiza e mais de 100 palestrantes internacionais. Promovido pelo world marketing summit (wMS), o evento totalmente online, ao vivo e com tradução simultânea, é o mais esperado do ano.

Confira já nossa lista de livros:

1. Administração de marketing – Philip Kotler e Kevin Keller

O primeiro da lista dos melhores livros de marketing é uma leitura obrigatória.

Mais de 40 anos após sua primeira publicação, o best-seller de Philip Kotler e Kevin Keller se mantém atualizado e antecipando-se permanentemente às tendências do mercado – e elas não são poucas. Nessa obra, os autores praticam o que eles ensinam, ou seja, inovação constante. Eles começam pelo conceito de marketing e passam por vários tópicos, como coleta e análise de informações, criação de Brand Equity, posicionamento, enfim, oferecem a base completa para você entender o marketing.

2. As 22 consagradas leis do marketing – Al Ries & Jack Trout

Se você quer se familiarizar com as regras que ditam o mundo do marketing, leia esse manual. Uma leitura fácil, contagiante e imprescindível. Os autores equilibram humor e seriedade ao citar campanhas bem-sucedidas, apontando os fatores que levaram várias marcas à posição de liderança.

Os princípios do marketing descritos por Al Ries e Jack Trout podem ser seguidos por qualquer pessoa que busca o mesmo caminho das empresas vencedoras. Por outro lado, se violar essas leis, você está fora do mercado.

3. Contágio – por que as coisas pegam? – Jonah Berger

Essa é uma receita fantástica para obter resultados rápidos e excepcionais em seu negócio. Em suas 224 páginas, a obra, que também está entre os melhores livros de marketing, revela os seis ingredientes do sucesso, que são: Moeda Social, Gatilhos, Emoção, Público, Valor Prático e Histórias. Conhecê-los e aplicá-los na medida certa são requisitos para você deslanchar seu empreendimento, sem investir um rio de dinheiro.

Se você quer saber como essa mistura funciona na prática, aprenda com Jonah Berger, professor de Marketing da Wharton School – Universidade da Pensilvânia (EUA).

4. Killing marketing – Robert Rose & Joe Pulizzi

Para garantir o sucesso de suas iniciativas de marketing, é necessário, primeiro, matar sua estrutura atual. O segredo dos vencedores está em transformar as ações de marketing em um centro de lucro independente. É preciso criar valor para os clientes por meio da utilização eficiente de conteúdo original, a fim de desenvolver aplicações de marketing capazes de gerar lucros por si mesmas.

5. Foco – Daniel Goleman

Outro dentre os melhores livros de marketing não trata exatamente da área em si, mas de uma habilidade chave para ser bem-sucedido no marketing, ser produtivo e ter relacionamentos pessoais e profissionais duradouros: o foco.

Mas, nos dias atuais, isso não é tarefa fácil. O excesso de informações cria escassez de atenção, distrai, isola e gera o sentimento de estar perdido.

6. Marketing 4.0 – do tradicional ao digital – Philip Kotler

O marketing não é mais o mesmo: a internet e a ascensão do mundo digital mudaram a relação das empresas com seus consumidores. As propagandas em outdoors e na televisão já não são tão influentes.

Philip Kotler, um dos maiores especialistas em marketing do mundo, escreveu Marketing 4.0 para guiar a nova geração de profissionais no caminho da mudança. O livro é uma abordagem que combina interações online e off-line entre empresas e clientes. Não perca esse que é um dos melhores livros de marketing!

7. Confissões de um publicitário – David Ogilvy

A publicidade é um segmento altamente competitivo, mas você não precisa passar por cima de todos e de tudo, como um trator, para ter sucesso.

Segundo o autor, é melhor ter amigos do que inimigos, assim, valorize o potencial das pessoas que trabalham com você. Seja bondoso e trate todos com respeito.

Chamado de pai da propaganda, David Ogilvy garante que associar esse comportamento a um trabalho árduo, persistência e dedicação nos leva a conquistas surpreendentes.

8. Marketing 3.0 – Hermawan Kartajaya & Philip Kotler & Iwan Setiawan

O jeito como o marketing é feito evoluiu muito ao longo das últimas décadas. O modelo tradicional não está preparado para lidar com o novo consumidor que, com a internet e as redes sociais, se comunica com alcance global. Um consumidor que tem novas necessidades coletivas, ambientais e que busca uma sociedade cada vez melhor.

Essa obra concentra-se nessas forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Uma leitura extremamente enriquecedora.

9. Vai fundo! – Gary Vaynerchuk

Tem coisa melhor do que ganhar a vida fazendo o que gosta? Gary Vaynerchuk, o guru das mídias sociais, tem o caminho das pedras. Nesse livro, você aprenderá como o poder da internet e das redes sociais mudaram o relacionamento entre empresas e clientes e como você pode usar tudo isso a seu favor.

A proposta é: ao invés de trabalhar com o que você tolera, aproveite suas paixões e realize grandes coisas. Meça seu sucesso pela sua felicidade e não pelo tamanho do negócio ou da quantidade de dinheiro que você está embolsando.

10. O ponto da virada – Malcolm Gladwell

Você já parou para pensar por que alguns produtos, serviços ou até mesmo atitudes fazem sucesso num piscar de olhos?

Tudo acontece rápido, enquanto outros caem no esquecimento ou sequer engatam a marcha. Então, nossa última sugestão para a lista dos melhores livros de marketing é O Ponto da Virada.

Para Malcolm Gladwell, fenômenos sociais são como infecções virais. Quando uma tendência se transforma em epidemia e passa a se espalhar, sem controle, chegamos ao ponto da virada – o momento crítico que traz crescimento explosivo.

Aprenda neste livro os 3 itens-chave para criar epidemias poderosas e viralizar suas ideias.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Havaianas estreia campanha com Juliette

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Havaianas estreia campanha com Juliette

Marca promove sua coleção de rasteirinhas em filme com nova embaixadora e encoraja o público feminino a se libertar do salto

Após realizar uma live mostrando os bastidores da produção do filme, que gerou um crescimento de 24% nas vendas do e-commerce da marca e 21% na região do Nordeste, Havaianas lança campanha “Pés no Chão”. Com foco na nova coleção de rasteirinhas, o filme com a Juliette encoraja o público feminino a se libertar do salto sem perder o estilo e o conforto. A novidade traz modelos exclusivos, versáteis e cheios de cores.

“A Juliette tem uma sinergia muito grande com Havaianas, tanto pela sua origem, em Campina Grande, quanto pelo jeito leve, alegre e colorido de levar a vida. O nosso portfólio de rasteirinhas, perfeito para ser usado em diversas ocasiões, é uma grande aposta para esse ano e não poderíamos estar mais felizes em ter a Juliette como estrela dessa campanha” afirma Mariana Rhormens, Diretora de Marketing de Havaianas Brasil.

Criada pela AlmapBBDO, a campanha é uma aposta da marca para estreitar conexão tanto com o público nacional quanto com o global, e conta com dois filmes de 30 segundos, produzidos pela Compañia. O primeiro filme mostra o portfólio de rasteirinhas Havaianas em diferentes cenários expressados por meio de metáforas sensoriais e que contam com composições fantásticas, cada uma fazendo uso de cores e texturas inspiradas nas principais rasteiras da coleção. Já o segundo filme é protagonizado por Juliette e mostra a celebridade passando pelos mesmos cenários usando os modelos da nova coleção. Confira vídeo:

“Mais que uma marca de sandálias, Havaianas é uma marca de lifestyle. Portanto, nossa estratégia é conectar a versatilidade, o conforto e o estilo das rasteirinhas com o estilo de vida livre, sonhador e realizador das consumidoras, mostrando que ‘pés no chão podem levá-las onde quiserem’. Para isso, usamos metáforas que conectam os modelos do portfólio com as ocasiões e sensações que o mindset ‘pés no chão’ podem proporcionar – borboletas no estômago, bate cabelo, cabeça fresca etc.”, explica João Gabriel Fernandes, VP de Planejamento da AlmapBBDO.

 

“Tenho uma relação afetiva com Havaianas e fico muito feliz e, ao mesmo tempo, emocionada em ser embaixadora da marca, e o que é melhor, das rasteirinhas, que eu sempre amei e tem tudo a ver comigo. Eu uso em diversas ocasiões, pois são lindas e combinam com tudo. Sem contar que o filme/ campanha ficou lindo!”, conta Juliette.

A campanha estreia hoje, com veiculação na TV aberta e fechada e canais digitais, além das redes oficiais da marca e da Juliette. Ela ainda conta com desdobramento para os pontos de venda físicos e online da marca.

Ficha Técnica:

Agência: AlmapBBDO
Anunciante: Alpargatas
Cliente: Havaianas
Campanha: Havaianas Sandals “Pés No Chão”
CCO: Luiz Sanches
Diretor de Criação Executivo: Ricardo Chester
Diretores de criação: Fernando Duarte e Henrique Del Lama
Criação: Ana Blanes, Ana Luísa Clé, Marcos Lee e Tales Bahu
Atendimento: Mariana Silveira, Warley Vieira, Guilherme Alcatrão, Cairo Ribas, Leo Stevanato e Camila Weissheimer
Planejamento: João Gabriel Fernandes e Janaína Agostini
Estratégia Digital e Conteúdo: Chris Mello, Tamires Soares, Janaina Tieppo e Yara Tieppo
Mídia: Maria Fernanda Vellutini, Aloyzio Lima, Luiza Magan
Produção audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Bôas, Paula Buzzi e Tatiana Angelim
Produtora de imagem: Compañia
Diretor: Ale Henri
Diretor de Fotografia: Fernando Young
Assistentes de Direção: Vitor Moreno
Direção de Arte: Gabriela Valverde
Figurino: Luciana Cardoso
Casting: Lourenço Almeida
Diretor de Produção: Ale Pierro
Produtora Executiva: Maria João Calheiros
Atendimento: Marquinhos Monteiro
Coordenação de Produção: Eduardo Coelho
Pós-produção/ VFX: Equipe Compañia
Montador: Pedro Labonia/ Aroldo Miranda
Color grading: Cora Post
Finalizadora: Equipe Compañia
Motion Graphics: Akira Kikira
Produtora de Som: Cabaret
Produção Musical: Guile Oliveira e Mauro Kuschnir
Compositor: 
André Henrique
Mixagem e Finalização: Gab Scatolin
Atendimento: Ingrid Lopes, Junior Freitas e Bárbara Russiano
Coordenação: Verusca Garcia, Chandra Lima, Débora Mello e Carol Oliveira
Aprovação do Cliente: Fernanda Romano, Mariana Rhormens, Maria Fernanda Albuquerque, Camila Fogaça Vieira, Matheus Gonzalez, Liliam Rodrigues Siqueira e Maria Eduarda Manga.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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etermax lança white paper gratuito sobre mitos da publicidade in-game na América Latina e mostra caminhos para marcas investirem no setor

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O mercado de jogos eletrônicos cresce ano a ano com números expressivos e já faz parte das estratégias de marketing de grandes empresas de diversos segmentos, mas alguns mitos e preconceitos ainda são entraves para a publicidade in-game se consolidar entre os grandes investimentos de agências e anunciantes, especialmente na América Latina. Para desmitificar pensamentos antigos e abrir os olhos dos céticos sobre esta indústria que já superou a da música e do cinema juntos, a etermax Brand Gamification lança o white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina, que pode ser baixado gratuitamente aqui. O material reúne dados do mercado, oito mitos e diversas dicas de conteúdo para conquistar resultados mais efetivos com os jogadores. Os gamers são majoritariamente homens? Jogar é perda de tempo? As campanhas e anúncios in-game são efetivos apenas para públicos e marcas específicas? “No diálogo com anunciantes e agências de publicidade na América Latina, ainda encontramos muitos conceitos equivocados sobre o mercado de games. Mesmo após um longo período de isolamento social, que atraiu novos usuários para este universo e revolucionou o ambiente digital, percebemos que esses preconceitos nos impedem de aproveitar o enorme potencial dos games como plataforma de comunicação”, explica Guido Farji, gerente geral da etermax Brand Gamification. Entre os mitos destacados no white paper estão: É um mercado de nicho: O mercado de games está na dianteira do entretenimento e seu faturamento já ultrapassou os das indústrias de música e cinema juntos. Só na América Latina são 289 milhões de jogadores, sendo 94 milhões no Brasil. É uma atividade de pessoas antissociais: Videogame é uma atividade, na maioria das vezes, compartilhada com os amigos e a família. Os games promovem profundas conexões entre os usuários, inclusive no período de isolamento social, quando 56% dos jogadores aumentaram o tempo dedicado aos games, de acordo com a pesquisa da Lifecourse Associates. A publicidade in-game incomoda os usuários: Na verdade, quando estão jogando os usuários são mais receptivos às mensagens de marcas porque estão mais felizes, relaxados e focados. Além disso, há uma grande variedade de formatos não-intrusivos: anúncios opt-in, com a possibilidade de sair, experiências nativas e jogos brandeados, em que os usuários que escolhem voluntariamente interagir com a marca. É impossível diversificar audiências: Assim como as mídias tradicionais, na publicidade in-game há centenas de estratégias possíveis para encontrar o público-alvo desejado por uma marca. Com estudos aprofundados de audiência é possível fazer predições a respeito de quem consome cada mídia ou conteúdo, de forma prática e econômica. Com mais de uma década de expertise no mercado de games, criadora dos fenômenos globais como Perguntados e Apalavrados, a etermax aproveitou todo o conhecimento no mercado de games para criar uma divisão exclusiva de publicidade in-game, a etermax Brand Gamification, que desenvolve ações 360° no universo dos jogos eletrônicos. Além de desenhar, executar e analisar campanhas de In-game advertising por meio de uma rede de mais de 2.200 títulos mobile, fornece consultoria para marcas que buscam se conectar com o universo dos jogos eletrônicos; desenvolve experiências sob medida e realiza ações nos eSports. Mercado de games segue em expansão O white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina também apresenta números de mercado que comprovam o excelente momento da indústria de jogos eletrônicos, tanto em termos de faturamento, quanto de número de jogadores. Em 2020, por exemplo, o mercado de games global faturou US$ 177,8 bilhões*, e essa receita vai ultrapassar os US$ 200 bilhões até 2024, com crescimento médio anual de 8,7% ao ano. Já a quantidade de gamers deve saltar de 2,8 bilhões para mais de 3 bilhões no mesmo período. Só na América Latina são 289 milhões de jogadores, dos quais mais de 94 milhões são brasileiros.

O mercado de jogos eletrônicos cresce ano a ano com números expressivos e já faz parte das estratégias de marketing de grandes empresas de diversos segmentos, mas  alguns mitos e preconceitos ainda são entraves para a publicidade in-game se consolidar entre os grandes investimentos de agências e anunciantes, especialmente na América Latina. Para desmitificar pensamentos antigos e abrir os olhos dos céticos sobre esta indústria que já superou a da  música e do cinema juntos, a etermax Brand Gamification lança o white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina, que pode ser baixado gratuitamente aqui. O material reúne dados do mercado, oito mitos e diversas dicas de conteúdo para conquistar resultados mais efetivos com os jogadores.

Os gamers são majoritariamente homens? Jogar é perda de tempo? As campanhas e anúncios in-game são efetivos apenas para públicos e marcas específicas? “No diálogo com anunciantes e agências de publicidade na América Latina, ainda encontramos muitos conceitos equivocados sobre o mercado de games. Mesmo após um longo período de isolamento social, que atraiu novos usuários para este universo e revolucionou o ambiente digital, percebemos que esses preconceitos nos impedem de aproveitar o enorme potencial dos games como plataforma de comunicação”, explica Guido Farji, gerente geral da etermax Brand Gamification.

Entre os mitos destacados no white paper estão:

 

  1. É um mercado de nicho: O mercado de games está na dianteira do entretenimento e seu faturamento já ultrapassou os das indústrias de música e cinema juntos. Só na América Latina são 289 milhões de jogadores, sendo 94 milhões no Brasil.

  1. É uma atividade de pessoas antissociais: Videogame é uma atividade, na maioria das vezes, compartilhada com os amigos e a família. Os games promovem profundas conexões entre os usuários, inclusive no período de isolamento social, quando 56% dos jogadores aumentaram o tempo dedicado aos games, de acordo com a pesquisa da Lifecourse Associates.

 

  1. A publicidade in-game incomoda os usuários: Na verdade, quando estão jogando os usuários são mais receptivos às mensagens de marcas porque estão mais felizes, relaxados e focados. Além disso, há uma grande variedade de formatos não-intrusivos: anúncios opt-in, com a possibilidade de sair, experiências nativas e jogos brandeados, em que os usuários que escolhem voluntariamente interagir com a marca.

  1. É impossível diversificar audiências: Assim como as mídias tradicionais, na publicidade in-game há centenas de estratégias possíveis para encontrar o público-alvo desejado por uma marca. Com estudos aprofundados de audiência é possível fazer predições a respeito de quem consome cada mídia ou conteúdo, de forma prática e econômica.

Com mais de uma década de expertise no mercado de games, criadora dos fenômenos globais como Perguntados e Apalavrados, a etermax aproveitou todo o conhecimento no mercado de games para criar uma divisão exclusiva de publicidade in-game, a etermax Brand Gamification, que desenvolve ações 360° no universo dos jogos eletrônicos. Além de desenhar, executar e analisar campanhas de In-game advertising por meio de uma rede de mais de 2.200 títulos mobile, fornece consultoria para marcas que buscam se conectar com o universo dos jogos eletrônicos; desenvolve experiências sob medida e realiza ações nos eSports.

Mercado de games segue em expansão

O white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina  também apresenta números de mercado que comprovam o excelente momento da indústria de jogos eletrônicos, tanto em termos de faturamento, quanto de número de jogadores. Em 2020, por exemplo, o mercado de games global faturou US$ 177,8 bilhões*, e essa receita vai ultrapassar os US$ 200 bilhões até 2024, com crescimento médio anual de 8,7% ao ano. Já a quantidade de gamers deve saltar de 2,8 bilhões para mais de 3 bilhões no mesmo período. Só na América Latina são  289 milhões de jogadores, dos quais mais de 94 milhões são brasileiros.

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