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Ohca lança rótulo em parceria com Tarsila do Amaral

Transformar a dinâmica do consumo de vinho é a proposta da Ohca, holding de marcas de bebidas jovens e brasileiras. Desta maneira, a empresa acaba de lançar o 22 Tarsila. O produto, que ficará sob o guarda-chuva do Vinho 22, segue a linha do título, sendo inspirado na Semana de Arte Moderna de 1922, na qual houve a ruptura de padrões e formalidades.
Nesta linha premium, produzida em parceria com Tarsila do Amaral e a vinícola Lídio Carraro, a ideia é entregar um vinho mais estruturado aliado a toda a experiência inovadora, bem como presentear o consumidor com uma obra de arte da pintora modernista. Os rótulos das garrafas trazem algumas de suas principais obras e símbolos do modernismo, como Abaporu (branco), Antropofagia (rosé) e A Lua (tinto).
De acordo com Rodrigo França, co-fundador da Ohca, o propósito de descomplicar o consumo de vinho começa no posicionamento da marca.
“Trazemos uma linguagem dinâmica, uma estética inovadora e uma comercialização 100% digital, o que nos permite eliminar os elos tradicionais da cadeia e entregar um preço mais acessível na ponta, em que o branco tem um investimento de R$ 50,00 e, o rosé, de R$ 60,00’’, explica França.
Por sua vez, a parceria com a Tarsila veio para endossar a proposta da marca. “Queríamos colocar o Brasil como foco e promover o consumo de vinho de qualidade, a fim de agradar os diversos paladares. A intenção é quebrar os padrões e descomplicar conceitos antigos, exatamente como o ideal da Semana de 22, sendo a Tarsila uma das artistas mais lembradas”, observa.
Já para Tarsila do Amaral (Tarsilinha), sobrinha-neta da artista, a união das marcas é uma ótima alternativa para levar as obras da pintora para além do segmento intelectual. “Muitos acreditam que só se consome vinho quem entende bem de vinho. Isso acontece com a arte também. Tenho dificuldades de ampliar a visibilidade das obras, especialmente perante o público jovem. Enxergo nessa parceria uma oportunidade de quebrar essa barreira e aumentar a conexão das novas gerações com as obras da minha tia’’, pontua.
Para que esse processo possa ser efetivamente descomplicado, a missão do Vinho 22 é suprir um dos principais gaps da categoria de vinhos finos: a falta de protagonismo da marca.
“Algumas pesquisas nos ajudaram a entender melhor os pontos mal atendidos na categoria, especialmente para o público jovem. Grande parte desses consumidores se sente excluído dos códigos dos vinhos, que são majoritariamente datados e elitistas. Descrições com nomes franceses, terroir, rituais de oxigenação na taça e afins impedem a criação de um vínculo com as marcas – o que torna somente o preço a base de decisão de compra’’, explica Guilherme Melo, co-fundador do Ohca.
Atualmente, a holding está em conversa com alguns investidores e apresenta uma alta expectativa para o mês de lançamento da 22 Tarsila. A previsão é de que as vendas ultrapassem 1.000 garrafas, número alcançado no início da comercialização do 22. Os produtos, desenvolvidos na região de Bento Gonçalves (RS), serão comercializados em todo o Brasil, pelo valor médio de R$ 100,00. Para mais informações, acesse o site www.vinho22.com.br.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Estudo da Creators revela que planejamento da Black Friday começa meses antes e reforça papel dos influenciadores

A disputa pela atenção do consumidor na Black Friday antecipou o calendário de planejamento das marcas no mercado brasileiro. É o que aponta o estudo Open Black – Report Black Friday 2026, desenvolvido pela Creators LLC, hub de inteligência, dados e creator marketing. O levantamento reuniu dados de comportamento, mercado e plataformas para mapear o impacto da estratégia de influência em todas as fases do funil de vendas.
Pesquisas da Gauge citadas no relatório revelam que 53% dos brasileiros iniciam o planejamento de compras para a data em julho — 4 meses antes do evento —, enquanto 48% afirmam decidir por impulso para aproveitar ofertas imediatas. O cenário aponta para um comportamento que mescla pesquisa prévia com gatilhos de conversão no momento do desconto.
A Creators defende uma atuação em duas fases: de agosto a outubro, com conteúdos de consideração (reviews, tutoriais e inserção do produto na rotina), e em novembro, com foco em conversão por meio de cupons rastreáveis, live commerce e programas de afiliados. “A Black Friday não começa quando o desconto entra no ar. Quando novembro chega, o consumidor já pesquisou, comparou, salvou conteúdos e criou referências sobre aquilo que pretende comprar. O desafio das marcas é construir essa relação antes da disputa mais intensa por atenção e usar os creators não apenas como mídia de conversão, mas como parte da jornada de decisão”, analisa Nohoa Arcanjo, CEO da Creators.
Dados da YOUPIX em parceria com a Nielsen Brasil destacam que 80% dos consumidores tomam a decisão de compra fora do clique imediato, realizando buscas ou salvando conteúdos para transações posteriores. Além disso, 58% das conversões ocorrem em até sete dias após a visualização de publicações com influenciadores.
O estudo aponta ainda que 81% dos brasileiros já adquiriram produtos recomendados por criadores de conteúdo e 64% utilizam cupons ou links patrocinados com frequência. Em relação aos critérios de escolha dos perfis, 62% declaram que o número de seguidores tem pouco ou nenhum impacto na confiança, enquanto 44% descobrem novas marcas por meio de creators — superarando indicações de amigos e familiares (33%). “Os dados mostram que influência não é uma equação de tamanho de audiência. Para converter, é preciso encontrar quem tem legitimidade para falar daquele assunto e construir recorrência. O consumidor precisa reconhecer aquela indicação como algo coerente com a pessoa que está falando, e não simplesmente como mais uma publicidade de Black Friday no feed“, ressalta a executiva.
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Qualy celebra 35 anos com coleção de embalagens ilustradas e estímulo ao reuso

A Qualy, marca de margarinas presente em oito de cada dez lares brasileiros, anunciou o lançamento da Coleção Raízes para comemorar seus 35 anos de mercado. A novidade consiste em quatro embalagens colecionáveis com ilustrações inéditas que retratam elementos de cultura, fauna, flora e relações humanas no país. Sob o conceito “O Brasil que passa adiante”, a ação busca incentivar a reutilização dos potes plásticos no cotidiano, associando a arte à economia circular.
“Mais do que uma comemoração de aniversário, a coleção nasce de uma reflexão sobre a trajetória e o legado de Qualy ao lado dos brasileiros. Ao longo de sua história, a marca esteve presente em momentos cotidianos de milhões de famílias, passando adiante sabor, afeto, cuidado e criatividade. Agora, convidamos consumidores a refletir sobre o impacto dos seus hábitos para o futuro do país, unindo arte, brasilidade e sustentabilidade”, explica Marina Secaf, gerente executiva de marketing de spreads da MBRF.
Para a concepção visual dos potes, a marca convidou a artista pernambucana Bel Andrade Lima. A coleção é dividida em quatro temas: “Calor Humano”, focado em cenas de convivência e laços afetivos; “Biodiversidade”, que homenageia a fauna e os biomas nacionais; “Criatividade”, com foco nas manifestações artísticas e trabalhos manuais; e “Futuro”, que reúne símbolos de transformação e crescimento sustentável.
O design das embalagens foi pensado para estimular o reuso doméstico dos recipientes, postergando o descarte do plástico. A iniciativa complementa as metas ambientais da empresa, que atua como a primeira marca do segmento de margarinas a compensar 100% da massa de suas embalagens plásticas.
Em parceria com a central de reciclagem eureciclo, iniciada em 2021, a marca já retirou do meio ambiente o equivalente a 36,5 mil toneladas de plástico — o correspondente a aproximadamente 1,8 bilhão de potes de margarina —, evitando a emissão de 64,8 mil toneladas de gases de efeito estufa. O projeto soma mais de R$ 4,2 milhões investidos em melhorias de infraestrutura e gestão operacional para 153 cooperativas em 21 estados, impactando cerca de 11 mil trabalhadores da cadeia de reciclagem.








