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O Boticário cocria com talentos do Alemão, Rocinha e Vidigal em campanha

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O Boticário cocria com talentos do Alemão, Rocinha e Vidigal em campanha

A iniciativa da marca tem objetivo de gerar renda extra aos moradores de comunidades carentes e movimentar a economia local

Para enaltecer a potência e a beleza das comunidades, O Boticário convida 23 moradores das favelas do Alemão, Rocinha e Vidigal para participar a da produção e criação da campanha “Talentos da Favela“. Entre os profissionais, estão artistas, fotógrafos, designers, cabeleireiros, maquiadores, jornalistas, figurinistas e outros especialistas.

Idealizada pela agência OpúsMultipla, a campanha traz os talentos para divulgar o canal de venda direta no Rio de Janeiro e a possibilidade de se tornar um revendedor da marca. Os filmes da campanha destacam revendedoras de produtos do Boticário dentro destas comunidades e o trabalho dos talentos que atuaram como cocriadores e produtores.

 

Com a assinatura “Temos o Rio no nome e o carioca no coração”, os filmes trazem depoimentos das revendedoras sobre a importância e os benefícios de trabalhar com o Boticário. Nos roteiros, os profissionais cocriadores também dão testemunhais sobre a campanha “Talentos da Favela”.

As peças de mídia exterior, com fotos das revendedoras, trazem frases que se conectam com as comunidades e foram criadas por esse time local, como “A Rocinha vibra com você”, “O Vidigal é mais lindo com você” e “A favela se reinventa com você”.

Algumas peças de mídia exterior da campanha foram veiculadas com a empresa Outdoor Social, com conceito de economia circular e retorno de investimento direcionado a benfeitorias para as favelas e renda para o morador ou proprietário do imóvel onde a peça é veiculada.

FICHA TÉCNICA

Agência: OpusMúltipla

Anunciante: O Boticário

Título: Talentos da Favela

Head of Creative Strategy do Grupo OM: Renato Cavalher

Diretor de Criação Opus Múltipla: Alexandre Catarino

Diretor de Arte: Luís Bacellar

Diretora de Arte: Bruna Serves

Redator: Alexandre Catarino

Produtor responsável: Edson Perin

Coordenadora Geral de Produção: Janaína Driessen

Coordenadora de Planejamento: Ana Kelly Sanches

Vice-Presidente de Atendimento: Juliana Arnulf

Diretora de Atendimento: Graziele Harumi Tanamati

Supervisora de Atendimento: Janaína Driessen / Christiane Lapoian

Atendimento: Camila Wzorek

Assistente Atendimento: Lorena Ichikawa

Diretora de Mídia: Rosane Rocha

Gerentes de Mídia: Elisa Manuela Cetnarovski /Adriana Felicíssimo/ Danilo Minicucci

Supervisora de Mídia: Priscilla Ximenes

Analista de Mídia: Victor Sequinel, Giuliano Frigo, Hemilly Roque,

Curadoria dos Cocriadores: Eric de Gaia (Quimera – Laboratório de Inovação Regenerativa)

Aprovação do Cliente: Aroana Elisa Machado, Caroline Lourenço de Lima, Jacqueline Tobaru e Juliana Vianna F. Costa

VÍDEOS

Direção de Cena: André de Paula

Direção de Fotografia: Heros Cegatta (Vidigal)

Som: David Valcarcel (Quintino)

Maquiadoras: Isadora Oliveira (Alemão) e Aline Albuquerque (Vidigal)

Produtor: Abadia (Nildo) – (Alemão)

Produtor: Márcio Da Brenda – Favelart’s (Rocinha)

FOTOS (Todos da Favela Vidigal)

Fotógrafo: Igor Albuquerque

Produção: Sônia Magalhães

Auxiliar produção: Agatha Pacheco

Figurinista: Ramon Carvalho

Maquiador: Kelvin Flares

Cabelereiro: Christophe Dendaletche

Vídeo Making of: Rafael Magalhães e Márcia Francisco

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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