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NXT in MKT é a nova plataforma da LLYC sobre tendências de marketing

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NXT in MKT é a nova plataforma global que reúne os profissionais mais destacados do setor de marketing e comunicação a nível internacional para oferecer uma visão diferente, mais fresca e renovada sobre as principais tendências do setor. A plataforma abordará mensalmente uma tendência selecionada através de diferentes formatos: um podcast em formato talk com os principais agentes do marketing a nível nacional e internacional, diferentes artigos de opinião escritos por especialistas na matéria da LLYC e artigos de firmas ou marcas invitadas nos quais agências do setor e marcas nacionais e internacionais encontrarão seu espaço para oferecer-nos sua visão sobre o tema.

 

Este mês o foco está posto na criatividade e marcas que arriscam como ponto diferencial e estratégico para conectar com o consumidor, com convidados de primeiro nível como Kerman Romeo, Head of Fame de KFC, e Eva Pavo, Diretora de Comunicação e Marketing do Grupo Correos que nos deixaram reflexões muito reveladoras. Kerman Romeo acredita que “a intuição e a experiência de algumas pessoas é muito importante, é critério; apesar de ser mais arriscado, muitas vezes é melhor escutar a uma pessoa que a dez”. “Não todas as ideias criativas têm que ser aceitas. O importante é criar com a agência esse ambiente de confiança, que não haja medo ao não. E um ambiente de liberdade criativa”, segundo Eva Pavo.

 

Além disso, este mês a plataforma conta com várias firmas invitadas: a reflexão de Leandro Malandrini, CPO de Pedidos e a visão de Sam Judez, Managing Director da DDB. Na LLYC contribuirão com sua opinião de colaboradores a nível global como Hugo Valdez, Diretor da área de Consumer Engagement no México e Julio Alonso, Diretor Criativo da LLYC na Espanha.

 

Nas palavras de David González Natal, Sócio e Diretor Sênior de Engagement na LLYC, “com NXT in MKT queremos abordar as tendências com profissionais de primeiro nível desde outra perspectiva e compartilhando visões e opiniões de forma relaxada e gerando um espaço de interesse para a indústria”.

 

Guillermo Lecumberri, Diretor de Consumer Engagement na LLYC Espanha, destaca: “Elegemos marcas que arriscam porque a criatividade é a base de todo processo comunicativo. Vimos de um contexto de incertezas, mas também de oportunidade. É um momento ideal para a indústria para romper com o estabelecido e fazer as coisas de uma forma diferente”.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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