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Nutty Friends relança pastas de amendoim com o objetivo de democratizar o acesso a produtos saudáveis no Brasil

No Brasil, produtos industrializados com foco em saudabilidade tendem a ser apresentados ao mercado com valores elevados. Analisando este contexto, a Nutty Friends, marca de pastas de amendoim criada pelo influenciador Kadu Dantas e seu namorado norte-americano Peter Zawel em agosto de 2020, adotou como objetivo tornar seus produtos acessíveis a uma parcela maior de consumidores. Os sócios anunciam investimento de R$100 mil para o lançamento de novas embalagens que trazem preços reduzidos, sem abrir mão da qualidade e do aspecto nutricional dos produtos.
“Quando iniciamos nossa jornada no empreendedorismo, tínhamos o propósito de trazer para o Brasil produtos para suprir uma carência que enxergávamos no mercado. Por isso, lançamos as pastas de amendoim Nutty Friends, que têm como grande foco a qualidade e são fabricadas sem a adição de açúcares ou conservantes, garantindo uma oferta de sabor e benefícios nutricionais. Neste momento, avançamos mais um passo na construção da marca, apresentando novas embalagens com valores mais atrativos para aqueles que buscam opções saudáveis”, comentam Kadu Dantas e Peter Zawel.
As novas embalagens de Nutty Friends já estão disponíveis através da loja virtual da marca, que entrega para todo o Brasil, e também no mercado do Eataly, em São Paulo. As pastas de amendoim tradicional e crocante podem ser adquiridas em embalagens de 500g, por R$21, ou de 160g, por R$10. Desde o lançamento, a marca alcançou um faturamento total de R$250 mil, com uma produção média de 2.300 potes por mês, com foco em praças como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba e Campinas. Com o novo posicionamento da marca, os sócios projetam um crescimento de 500% até o fim de 2021. A perspectiva otimista é baseada não só no aumento da margem de lucro, mas também no início do trabalho de representantes comerciais, que irão auxiliar na negociação de novos pontos de venda pelo Brasil.
Para neutralizar o impacto ambiental da produção das novas embalagens plásticas, a marca iniciou uma parceria com a Eureciclo, empresa especializada na logística reversa de embalagens pós consumo. Através desta parceria, a Nutty Friends investirá na reciclagem do mesmo volume de plástico comercializado em suas embalagens, com foco proporcional em suas principais praças de atuação.
O diferencial dos produtos Nutty Friends está em sua composição, sendo fabricados exclusivamente com uma seleção de diferentes amendoins tostados, sem ingredientes adicionais. O produto oferece um alto teor de proteína e é rico em vitaminas, sais minerais, potássio e zinco. Por isso, é ideal para aqueles que buscam manter uma vida saudável e para os amantes de exercícios físicos, que podem treinar com mais energia e disposição. A pasta de amendoim auxilia na perda de peso e no ganho de massa muscular, ajudando no controle de açúcar do sangue. O produto também é ideal para compor uma grande variedade de receitas doces e salgadas, ou simplesmente para acompanhar frutas e pães.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








