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Novos Beijos Icônicos: Mercado Livre busca normalizar beijos LGBTQIA+
Com o objetivo de democratizar beijos de casais diversos, celebrando a comunidade LGBTQIA+ ao longo do Mês do Orgulho, o Mercado Livre – marca líder em tecnologia para e-commerce no Brasil e na América Latina – lança a campanha Novos Beijos Icônicos. Criada pela GUT, traz beijos inspirados na cultura pop em composições diversas e convida a comunidade a difundir e normalizar #BeijosIconicos protagonizados por casais diversos. Com início no próximo dia 06 de junho, durante a Parada SP Online, a campanha vai se espalhar também pelas redes sociais e mídias OOH.
“O Mercado Livre acredita que a construção de uma sociedade plural e um futuro cada vez mais livre só é possível a partir da diversidade e da inclusão. Nossa campanha reforça a ideia de democratizar todas as expressões de afeto e nosso apoio em construir um mundo mais representativo, estimulando a sociedade a entender que beijos LGBTQIA+ também são icônicos. Afinal, somos livres para sermos nós mesmos”, explica Thais Souza Nicolau, Diretora Regional de Branding do Mercado Livre.
Confira o filme:
“Com essa ação, também queremos mudar o status quo dos mecanismos de pesquisa: ao pesquisar na web o termo ‘beijos icônicos’, nosso desejo é que surjam expressões variadas, representando todas as diversas formas de amor que existem”, completa a executiva.
Como forma de incentivar a geração de renda da comunidade LGBTQIA+, o Mercado Livre disponibilizará as fotos icônicas para download e aplicação de forma irrestrita, além disso, a cada download realizado a companhia doará R$1 para a Casa1.
Além disso, o Mercado Livre convidou um time de influenciadores digitais que fará, ao longo de todo o mês, releituras de beijos icônicos em formato de fotos, convidando seus seguidores a participarem do movimento. Também foram convidados ilustradores LGBTQIA+ para retratar os beijos da campanha com seus traços únicos e a partir de suas próprias vivências.
A campanha desenvolvida pela GUT reforça as iniciativas consistentes do Mercado Livre em ser uma empresa cada vez mais diversa e inclusiva. Há quatro anos, a marca atua em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo para contribuir e amplificar a voz da comunidade, trazendo visibilidade a essa jornada diária de luta, celebração e reivindicações de direitos. Nesse ano, a parada mais uma vez acontecerá online, no dia 06 de junho, via Youtube, e contará com patrocínio oficial do Mercado Livre.
O filme, que será veiculado no dia 06, convida o público a normalizar todos os tipos de beijos e , no clima do mês de junho, celebram o orgulho LGBTQIA+. A campanha estreia com uma inserção no intervalo do Fantástico, da TV Globo, e seguirá reverberada em mídias sociais para estimular o debate sobre o tema. Para dar sustentação, foi desenvolvida uma exposição a céu aberto dos beijos icônicos, via ativação OOH (Out Of Home, no termo em inglês). A partir do dia 15 de junho, os pontos de ônibus da Avenida Paulista, onde a parada tradicionalmente acontece, contarão com encartes dos beijos criados para a campanha. Um cuidado adicional tomado pela marca e agência, por conta do momento de pandemia, foi utilizar casais em relacionamentos sérios em cada uma das cenas.
“Existem dezenas de beijos considerados icônicos e todos eles tem uma coisa em comum: são protagonizados por um casal heterossexual. Como uma marca que acredita na liberdade, inclusive para o amor, pensamos que repensar esses beijos criando novos beijos icônicos era algo necessário”, pontua Bruno Brux, ECD da GUT São Paulo.
“Nosso desejo, ao final do mês de junho, é de que ao buscar por um beijo icônico, as pessoas encontrem as mais diversas expressões de afeto e amor”, finaliza Thais.
Ficha técnica
Agência: GUT São Paulo
Anunciante: Ebazar
Produto: Mercado Livre
Título: Novos Beijos Icônicos
Duração: 1×2’30, 1×60″, 1x
Território: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Uruguay
CCO & Partner: Joaquín Cubria
ECD: Bruno Brux
Creative Directors: Linus Oura e Tiago Abreu
Creatives: Julia Mota, Lucas Adam, Mellina Fontoura, Paula Perego
Global CSO: Fernando Ribeiro
Managing Director : Valéria Barone
Regional Account Director: Natalia Noya
Account Director: Raphaela Guillen
Account Executive: Mateus Carvalho
Head of Strategy: Amanda Agostini
Strategy Director: Diana Lopes
Strategy: Amora Marzulo, Bárbara Reis
Social Strategy Director: Douglas Coelho
Social Strategy: Bruce Vital
Head of Media & Data: Guilherme Cavalcante
Media: Douglas Silveira, Laura Cardeal, Jayane Lopes
Head of Production: Mariane Goebel
Senior Producer: Thaís Schroder
Producer: Luciane Nuvolara
Produtora: Saigon Filmes
Diretor: Vellas
Produtor Executivo: Marcelo Altschuler , Carol Pessini
Atendimento: Fernanda Gomes, Rafael Costa, Karin Diniz
Coordenação de produção: Katiucia Soares, Jucilene Almeida, Haiane Basilio
Diretor de fotografia: Pierre Kerchove
Diretor de Arte: Guilherme Marini
Assistente de Direção: Flavio Lanfredi, Luciana Camargo
Diretor de produção: Reinaldo Faria Figurinista: Giovanna Moretto
Produtora de Casting: Flavia Cocozza
Produtor de Locação: Kleber Pereira
Produtor (a) de Objetos: Manu Tossi, Sergio Heineck
Montador: Rami D’Aguiar
Finalizador: Fabio Abreu
Coordenação de Pós-produção: Virgini Fares
Cor: Bleach Filmes – Sergio Pasqualino
Finalizadora: NASH Production
Motion designer: Breithner Monteiro
Produção de Som: LOUD +
Direção musical: Gustavo Garbato
Atendimento: Karina Amabile, Priscila Miranda, Jin Park
Produção: Fabio Smeili, Bernardo Massot, Henrique Guimarães, Hugo Mariutti, Rafael Kabelo, Rodrigo Scarcello
Finalizadores: Pedro Cortez, Ricardo Bertran, Luca Fasano, Eduardo Barbosa, André Gianini e Mauricio Canezin
Produção executiva: Maia Feres
Coordenação: Ingrid Mabelle, Paloma Sol, Lara Frucatelli e Rafael Silvestrini
Fotógrafo: Rodrigo Maltchique
Digitech: Magu Marioto
Assistente: Gustavo Uehara
Retoque: Alt Retouch
Aprovação do cliente: Louise Mckerrow, Thais Nicolau, Nathalia Cavalcante Teixeira, Marcela Gimenez
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.








