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Novo stand da Tecnisa traz experiência imersiva e projeto cenográfico da Bmarketing

A Bmarketing assina o projeto cenográfico e a execução do novo stand da Tecnisa para o lançamento das novas torres do Jardim das Perdizes, em São Paulo. Recém-inaugurado, o espaço, de 2.800m2, traz proposta inovadora de experiência para os visitantes.
Com cenografia repleta de detalhes que conversam com o ambiente, o bairro e a proposta do empreendimento, a experiência do visitante começa ainda na recepção, com decoração luxuosa, pé direito altíssimo e detalhes como um balcão todo orgânico que traz uma frase de efeito que remete à sensação do que é viver no bairro. Em seguida, o visitante é convidado para um tour rápido, que começa com um túnel escuro instagramável que, de um lado, traz informações importantes sobre a Tecnisa, frases de moradores em destaque, do outro lado informações sobre a Hines, ao fundo quem são os arquitetos que assinam o empreendimento e uma timeline com a história do Jardim das Perdizes.
Ao sair do ambiente, o visitante chega a um cinema com tela curva, onde assiste a um vídeo rápido sobre o bairro, proximidades, acessos etc. O próximo espaço é o da “Experiência de Viver”: são 6 backlights gigantes, num ambiente imerso e em 3D, com visões reais do parque, como um pôr do sol, um passeio com pet, uma pessoa praticando yoga e outras que trazem a sensação de como é viver no entorno do Parque Jardim das Perdizes, com itens e sons que complementam a experiência. Depois de passar pelo espaço, o visitante chega a uma parede de 25m x 5m com folhas gigantes, retroiluminadas, que trazem imagens do produto.
Na sequência, o visitante chega até a maquete e a parede raio-x: uma grande tela móvel, em frente à imagem de uma árvore, vai correndo sobre um trilho e, conforme o ponto em que ela passa (imagens estáticas ao fundo), torna-se touch, com imagens do projeto, detalhes técnicos, andares, vistas etc. Nesse mesmo ambiente, o espaço para a negociação e o acesso para os decorados. Todo o roteiro foi desenhado em parceria com a Tecnisa e a inteligência da Huddle.
“Num stand convencional você entra, o corretor te recebe, mostra uma maquete, apresenta uma planta baixa impressa, fala um pouco dos diferenciais e te leva para o decorado, para depois sentar e pegar a assinatura. Nossa ideia aqui foi completamente diferente: por meio de cada detalhe da cenografia e de novos elementos, trazer uma experiência que vai agregando valor ao produto e ajudar ao visitante perceber detalhes e vantagens que às vezes não ficam tão claros num processo de visita convencional”, afirma o sócio da Bmarketing, Walter Klinkerfus.
“A Tecnisa sempre levou inovações ao mercado imobiliário, por isso decidimos trazer uma experiência que fizesse com que os nossos clientes pudessem sentir como é viver no Jardim das Perdizes. Toda a tecnologia embarcada no stand se alinha com os nossos propósitos, por isso buscamos um parceiro, como a Bmarketing, que é reconhecida no mercado por projetos diferenciados, para que pudéssemos oferecer algo inusitado e que agregasse valor ao nosso empreendimento”, destaca Fernando Perez, CEO da Tecnisa.
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.








