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Novo clipe do PK com Becky G e Gabily contorna os desafios impostos pela paralisação com a Covid-19

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Braço de projetos especiais da startup brasileira Instanteaser cria animações gráficas para o clipe dirigido remotamente de Los Angeles, nos EUA

Em um período de isolamento social e produções interrompidas devido ao aumento de casos do novo coronavírus no Brasil, é preciso se adequar às restrições, o que não significa abrir mão da qualidade. O clipe do funkeiro PK com a cantora americana Becky G e Gabily seria gravado em Los Angeles no início de abril, nos EUA, mas a produtora responsável precisou adaptar o roteiro. É neste contexto que a Instanteaser, por meio do Instanteaser Prime, braço de projetos especiais com foco em alto impacto no ambiente digital, ajudou a encontrar uma solução para o clipe unindo a equipe criativa para formular toda a identidade visual e a animação gráfica do filme em motion design.

O single “Vai Danada”, que estreou nas plataformas digitais no dia 17 de abril e já ultrapassou mais de 1 milhão de visualizações no Youtube, é o primeiro do projeto Funk Total, da Warner Music Group. As imagens foram gravadas nas casas dos três artistas e em um estúdio básico. A direção foi feita remotamente de Los Angeles. A participação do braço Instanteaser Prime com o projeto de animação e identidade visual mostra que é possível conseguir um resultado de alto nível feito em tempo hábil mesmo em tempos de restrição social.

“A Instanteaser é uma startup que produz vídeos digital first, e no nosso time de criação temos designers e motion-designers fora de série. É esse time que desenvolve projetos especiais que fogem do nosso core, projetos que podem envolver uma ou mais etapas desde a concepção criativa de uma campanha até seus desdobramentos para plataformas digitais”, diz Doug Clayton, um dos co-fundadores da startup e diretor de filmes publicitários e de moda premiados no exterior.

A Instanteaser Prime é uma spin off da Instanteaser que tem o objetivo de focar exclusivamente em projetos em que se possa criar conteúdo de alto impacto e gerar resultados significativos. De toda forma, a startup já realiza grandes projetos audiovisuais desde o seu surgimento. A empresa já desenvolveu projetos para o NBA e, com o case, conquistou prêmios em festivais como Califórnia, Londres, Lisboa e Berlim.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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