Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Nova campanha institucional da Faber-Castell reforça o propósito da marca de despertar o potencial criativo das pessoas e vai além do território do desenho e da pintura

Publicado

em

Dentro de uma estratégia de negócios voltada a ampliar o seu posicionamento de marca para além dos instrumentos de escrita, a Faber-Castell lança nesta semana a campanha institucional “A criatividade em suas mãos”, criada pela agência DAVID. Nas peças — que incluem filmes para TV fechada, mídia online e conteúdo para redes sociais –, a empresa reforça que a criatividade pode se manifestar das mais diferentes formas, mas que todas as ideias têm um ponto em comum: começam com um esboço, rascunho ou desenho com lápis da Faber-Castell, mas vão muito além dele.

“Nos últimos seis anos, a Faber-Castell Brasil tem investido fortemente em diversas frentes de Inovação que permitiram criar soluções e serviços inéditos voltados a estimular a criatividade dos brasileiros e que não se restringem ao desenho e à pintura”, afirma Flavia Giordano, diretora de Marketing da Faber-Castell Brasil. “E essa campanha nasce exatamente para comunicar aos nossos consumidores que estamos dispostos a apoiar o desenvolvimento e as atividades criativas em todas as frentes, territórios e possibilidades. Escolhemos o lápis como ponto de partida, por ser o principal produto da marca, mas a ideia é mostrar que vamos muito além desse item para estimular o potencial criativo das pessoas. Hoje temos um Programa de Aprendizagem Criativa nas escolas que impacta milhares de alunos no Brasil, a Plataforma Hora da Invenção que traz experiências criativas para crianças, Cursos Online em diferentes áreas da criatividade e uma área de Corporate Venture Capital voltada a apoiar edtechs (empresas que desenvolvem tecnologias inovadoras na área de educação)”, complementa.

A nova campanha da Faber-Castell voltada a reforçar esse posicionamento mais amplo da marca no território da criatividade inclui filmes (em versões de 30, 15 e 6 segundos), veiculados em TV e canais online. O insight criativo para contar a história de diferentes personagens (marceneiro, tatuadora, criança e compositora), foi contar a história de cada um em reverso, de trás para frente, utilizando cenas em rewind, sempre revelando os bastidores do processo criativo de cada um e como todos os projetos nasceram de um lugar comum: o lápis Faber-Castell.

Ficha Técnica da Campanha

Agência: DAVID

Campanha: O Lápis Mais Criativo do Mundo

Cliente: Faber-Castell

Produto: Institucional

Partner, Global CCO: Pancho Cassis

MD, Global COO: Sylvia Panico

Diretores de Criação Executivos: Edgard Gianesi, Renata Leão

Diretores de Criação: Rogério Chaves, Fabrício Pretto

Criação: Danillo Ferrari, Zé Ricardo Novoa

Assistente de Criação: Luzia Campos

Produção: Fernanda Peixoto, Tunay Canepari, Paulo Soares

Atendimento: Carolina Vieira, Cacá Franklin, Fernanda Feldmann, Fabrízio Barbazia

Planejamento: Daniela Bombonato, Julia Smidt, Camila Baltar

Social Media: Toni Ferreira, Angela Andrade

Mídia: Márcia Mendonça, Valdete Flor, Pedro Graça, Cibele Vilela

Aprovação do cliente: Flavia Giordano, Marcelo Vecchi, Illana Roque, Deyse Silva.

 

Produtora de Imagem: MODERNISTA CREATIVE PRODUCERS

Diretor: André Inacio

Produtor Executivo: Marcelo Monteiro e Alexandre Lucas

Coordenador de Produção: Pedro Gomes

Atendimento: Iara Demartini e Nicole Bonnet

Direção De Fotografia: Leo Kawabe

Diretor de arte: Paula Albuquerque

Diretor de Produção: Giba Pereira

Stylist: Sara Teitelbaum

Make: Laura La Laina

1o Assistente de Direção: Ariela Hertel

Coordenador de Pós-Produção: Nathalie Rueda

Assistente de Ilha de Pós: Rafael Supliano

Montagem: José Fausto

Color Grading: Acauã

Pós-Produtora: Hub VFX

Supervisor de VFX: Matheus Scatolini

Finalização HUB: Reinaldo Souza e Lucas Garcia

Motion Designer e Composição: Daniel Manguinha

Atendimento: Luana Daminelli

Produtora de Som: ANTFOOD MUSIC & SOUND DESIGN

Direção de Produção Musical: Lou Schmidt e Fernando Rojo

Produção Musical: Lou Schmidt, Fernando Rojo, Luis Bergmann, Pedro Curvello e Vinicius Nunes

Produção Executiva: Christiane Rachel e Renato Castro

Coordenação: Monique Munhoz

Finalização: Bruno Broaska, Fabian Jorge, Pablo Homem de Mello e Tiago Lins

Locução: Bruna Pazinato

Continue lendo

Empresa

Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

Publicado

em

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

Continue lendo

Empresa

Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

Publicado

em

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

Continue lendo