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Nova campanha autêntica da Ray-Ban: See Beyond the Sun

De Malcom X a James Dean, os óculos Ray-Ban foram usados pelos maiores visionários de seu tempo. As suas ideias e visões desafiaram a sua época e continuam relevantes nos dias de hoje.
Agora, mais do que nunca, num período em que há muitas incertezas no mundo, os visionários criativos nunca foram tão importantes.
Hoje, a Ray-Ban defende esses visionários autênticos na sua nova campanha ‘See Beyond the Sun’, mostrando ao mundo que eles não perdem a visão, eles projetam-na através dos nossos ícones.
O serviço de lentes graduadas sob encomenda da marca, Ray-Ban Authentic, combina as armações mais icónicas do mundo com a tecnologia avançada das lentes: um par completo com o ajuste perfeito. Essas lentes construídas digitalmente, de última geração, garantem que cada estilo da Ray-Ban seja personalizado de acordo com as especificações exatas do(a) cliente, para a melhor experiência em termos de nitidez e conforto.
Os óculos Ray-Ban são usados pelos visionários desde 1937. Sem dúvida, um dos estilos mais icónicos da marca é o Clubmaster Classic, com o seu charme característico dos anos 50 e fascínio intemporal que é usado pelos criadores culturais há décadas.
Agora, eles são a escolha frequente para os inovadores de amanhã, que projetam o próprio foco através das nossas lentes.
Inovadores destemidos que trabalham para criar um futuro melhor por meio do uso da própria voz e visão única, para inspirar uma mudança positiva.
Para a nova campanha Ray-Ban Authentic, a Ray-Ban aliou-se a três espíritos livres talentosos que ousam olhar para além do mundo à sua frente, remodelando-o. Para além das expectativas, rótulos e estereótipos. Para além do óbvio. Para além do mundo aos seus pés. Conseguem ver o futuro no qual desejam viver. Desafiam o momento presente até ver uma mudança.
Três pensadores criativos que não são apenas visionários, mas líderes da comunidade que estão a moldar o futuro de amanhã.
Através das suas lentes icónicas Ray-Ban, eles atrevem-se a ver para além do mundo à frente deles e a construir um futuro melhor.
Esses visionários remodelam o nosso futuro, um dia por vez:
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







