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Nova campanha autêntica da Ray-Ban: See Beyond the Sun

De Malcom X a James Dean, os óculos Ray-Ban foram usados pelos maiores visionários de seu tempo. As suas ideias e visões desafiaram a sua época e continuam relevantes nos dias de hoje.
Agora, mais do que nunca, num período em que há muitas incertezas no mundo, os visionários criativos nunca foram tão importantes.
Hoje, a Ray-Ban defende esses visionários autênticos na sua nova campanha ‘See Beyond the Sun’, mostrando ao mundo que eles não perdem a visão, eles projetam-na através dos nossos ícones.
O serviço de lentes graduadas sob encomenda da marca, Ray-Ban Authentic, combina as armações mais icónicas do mundo com a tecnologia avançada das lentes: um par completo com o ajuste perfeito. Essas lentes construídas digitalmente, de última geração, garantem que cada estilo da Ray-Ban seja personalizado de acordo com as especificações exatas do(a) cliente, para a melhor experiência em termos de nitidez e conforto.
Os óculos Ray-Ban são usados pelos visionários desde 1937. Sem dúvida, um dos estilos mais icónicos da marca é o Clubmaster Classic, com o seu charme característico dos anos 50 e fascínio intemporal que é usado pelos criadores culturais há décadas.
Agora, eles são a escolha frequente para os inovadores de amanhã, que projetam o próprio foco através das nossas lentes.
Inovadores destemidos que trabalham para criar um futuro melhor por meio do uso da própria voz e visão única, para inspirar uma mudança positiva.
Para a nova campanha Ray-Ban Authentic, a Ray-Ban aliou-se a três espíritos livres talentosos que ousam olhar para além do mundo à sua frente, remodelando-o. Para além das expectativas, rótulos e estereótipos. Para além do óbvio. Para além do mundo aos seus pés. Conseguem ver o futuro no qual desejam viver. Desafiam o momento presente até ver uma mudança.
Três pensadores criativos que não são apenas visionários, mas líderes da comunidade que estão a moldar o futuro de amanhã.
Através das suas lentes icónicas Ray-Ban, eles atrevem-se a ver para além do mundo à frente deles e a construir um futuro melhor.
Esses visionários remodelam o nosso futuro, um dia por vez:
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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