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No Dia Internacional do Gamer, a HyperX mostra a trajetória dos gamers

Você sabia que dia 29 de agosto é celebrado o Dia Internacional do Gamer. No dicionário popular, o termo ‘gamer’ não é só aquele que joga. É aquele que sofre com o modo história, que lamenta a morte do personagem, que se irrita com o game, mas não nunca o abandona! Os games já fazem parte de um verdadeiro gamer e, por isso, a HyperX resolveu perguntar a quatro grandes influenciadores a importância dos games em suas vidas.
O time de influenciadores da HyperX está escalado com Damiani, YoDa, Baiano e Nyvi Estephan. Eles fazem parte dos mais de 2,7 bilhões de pessoas que têm os jogos como lifestyle, ou seja, a ‘parada’ é viver pelos jogos. E não se assuste, pois o mercado de jogos e seus seguidores chega a movimentar US$ 159,3 bilhões – cerca de 9,3% a mais que em 2019.
Para começar, Gustavo Gomes, o famoso ‘Baiano’, é ex-player profissional de LoL (League of Legends) e foi o primeiro brasileiro a jogar profissionalmente fora do país. Que moral, hein! Baiano tem uma boa história de superação, já que superou um tumor, a depressão e diversas cirurgias, para hoje levar alegria e muito conteúdo aos mais de 433 mil inscritos na Twitch.
O segundo convidado da HyperX para o Dia Internacional do Gamer foi Guilherme Damiani, apresentador do canal do YouTube Damianizando, que já conta com mais de dois milhões de inscritos, e traz diversos conteúdos sobre games, animes, memes e o dia corrido de um gamer. Dami lembra que seu primeiro contato com videogame foi aos dois anos, quando ganhou um Mega Drive com uma fita de Sonic 2, presente de seu pai e que marcou completamente a vida de Guilherme.
“Como eu comecei a jogar muito novo, tudo na minha vida sempre girou em torno dos games. Aprendi inglês, consegui me comunicar com jogadores de outros países, fiz amigos na internet e comecei a trabalhar. Na quinta série eu gravava e vendia disquetes com emulador de Game Boy e jogos do Pokemón”, recorda.
O influencer ainda conta que sempre teve o apoio de sua família em suas empreitadas e aceitou a decisão de Damiani se tornar um gamer profissional, mas é claro que, com uma única condição: ajudar a pagar as contas de casa.
Agora é a vez da prata da casa! Nyvi Estephan, apresentadora do HyperX Drive e integrante do time de Heróis HyperX, já se destaca no cenário dos jogos há muito tempo. Já foi eleita a melhor apresentadora de e-Sports da América Latina e a 3º do mundo no Esports Awards. Nyvi conta que sua história com o controle começou a partir do Super Nintendo, quando se reunia com seus irmãos para jogar e, logo de cara, já se apaixonou!
“Eu passava a noite pensando como ia terminar aquela fase e esperando ansiosamente para poder voltar da escola e jogar novamente”.
Com o passar do tempo e com um trabalho fixo, a apresentadora percebeu que não queria nada daquilo e resolveu criar coragem para seguir com a sua tão sonhada carreira gamer.
Nyvi também não teve resistência de sua família, pois já era graduada e tinha um trabalho paralelo. “Me demiti do outro emprego depois de um ano que já estava trabalhando com games e percebi que conseguiria me sustentar apenas como apresentadora. Nem um apocalipse zumbi me faria desistir dos jogos”.
E por último e não menos importante, o grande Felipe Noronha, mais conhecido como YoDa, é ex-jogador profissional de LoL, companheiro de Nyvi como Héroi HyperX e um dos principais streamers do país, seja em números de seguidores em seu canal e redes sociais ou em números de audiência durante suas lives.
Bicampeão da categoria ‘Personalidade do Ano’ no Prêmio eSports Brasil, é idealizador do projeto social YoGamers do Bem, iniciativa beneficente que leva formação em tecnologia e games para estudantes de escolas públicas.
“Foi desafiador explicar para minha família que eu iria trabalhar com games, mas sempre tive certeza do que queria pra minha vida. Eles passaram a me apoiar e, se eu não fosse gamer, estaria marchando na Academia de Polícia Militar do Barro Branco”.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.
Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.
A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.
Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.
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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.









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