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No aniversário do Rock in Rio, festival recebe homenagem com a estreia de um espetáculo musical que narra sua trajetória

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São 40 anos de uma história mágica. No dia 11 de janeiro de 1985 nasceu a primeira edição do Rock in Rio, realizada na antiga Cidade do Rock, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A primeira edição do festival durou 10 dias, entre 11 e 20 de janeiro, com um total de 1 milhão e 380 mil espectadores. 40 anos, 24 edições em quatro países e mais de 12 milhões de visitantes depois, o Rock in Rio, que se tornou o maior festival de música e entretenimento do mundo, antecipou as comemorações de seu aniversário em grande estilo em sua última edição, em setembro de 2024: foram sete dias marcantes, com mais de 750 artistas, 500 horas de experiência e uma emoção incalculável. Agora, na data oficial de seu aniversário, o festival recebe uma homenagem especial a altura de sua história. É a estreia do ‘Rock in Rio 40 anos – O Musical’, que fica em cartaz até o dia 23 de fevereiro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Esta é uma superprodução criada pela dupla Charles Möeller & Claudio Botelho e com trilha sonora e supervisão musical de Zé Ricardo, e que conta com um elenco de 30 atores, como Rodrigo Pandolfo, Malu Rodrigues, Beto Sargentelli, Bel Kutner, André Dias, Gottsha, Bruno Narchi, além de uma banda ao vivo com nove músicos liderados pelo maestro Marcelo Castro.

“Costumo dizer que quando você está em busca da sua lenda pessoal, o universo conspira para te ajudar a realizar. Em 1984, vivíamos um momento histórico marcante, com o fim da ditadura e a força da juventude transformando o cenário cultural do país. Foi nesse contexto que começamos a idealizar o Rock in Rio de 1985, com o sonho de unir pessoas e criar um espaço de felicidade e liberdade. Quarenta anos depois, ver toda essa trajetória se transformar nesse grandioso espetáculo é emocionante, especialmente após o sucesso histórico da edição de 2024. Revisitar a Cidade do Rock e reviver esses momentos inesquecíveis e desafiadores, por meio de uma produção totalmente brasileira, é algo que me tocou profundamente e que certamente vai tocar o coração de todos,” afirma Roberto Medina, presidente da Rock World, empresa responsável pela criação, organização e produção do Rock in Rio e The Town.

O Rock in Rio foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais, marcando um antes e depois no cenário do entretenimento mundial. Desde sua criação em 1984, idealizado por Roberto Medina, o festival tem atraído um grande público a cada edição e gerado impactos positivos nos países onde é realizado. Em 1985, na área de 250 mil m² em Jacarepaguá, mais de 1,38 milhão de pessoas participaram do espetáculo que apresentou 15 atrações nacionais e 16 internacionais no maior palco do planeta da época. Hoje, o festival é considerado o maior de música e entretenimento do mundo e foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado e Cidade do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 4.665 artistas de todo o mundo, em um evento que cresceu para Lisboa, Madrid e Las Vegas, sempre expandindo sua atuação e reforçando o propósito de construir um mundo melhor.

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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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