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Nivea realiza convenção com ênfase em ESG e assinatura da Acuca

A Acuca assina e dá ênfase ao ESG no evento mais estratégico do ano para a Nivea. O “Nivea Blue Power”, convenção anual que aconteceu em Foz do Iguaçu para 300 participantes, teve foco na sustentabilidade e apoio a projetos e à economia local.
O espaço escolhido para receber o evento, Mabu Termas Grand Resort, possui selo de sustentabilidade ABNT e destaca-se pelo engajamento sustentável, que visa estimular ações ESG. A agência também se preocupou em espalhar bebedouros pela plenária e espaços comuns, reduzindo o uso de plásticos e desperdícios, além de coordenar a entrega de eco copos para os participantes. Os crachás foram substituídos por bottons reutilizáveis e o lixo foi reciclado com ajuda de uma empresa parceira de coleta seletiva, em conjunto com o hotel. Para compensar as emissões de CO2, Nivea também providenciou um plantio de 362 árvores, por meio da parceria com a ONG Iniciativa Verde.
“Há 12 anos atendemos a Nivea e esse é quinto ano que trabalhamos o conceito do evento, criado a partir de pesquisas e alinhamentos em conjunto com a marca, transformando o encontro mais estratégico do cliente em Blue Power. Coincidentemente, para celebrar, nós nos encontramos no mesmo destino do primeiro evento que fizemos em conjunto, há 12 anos, e seguimos evoluindo e inovando a cada edição”, afirma o CEO da Acuca, Hebert Lacava.
“Esta convenção foi muito significativa para a Nivea: primeiro, marcou o reencontro de toda a companhia em um evento presencial, após dois anos de hiato; segundo, mostrou na prática a nossa dedicação e dos nossos parceiros de fazer um evento grandioso com atenção para práticas mais sustentáveis. As pautas de ESG estão cada vez mais inseridas no nosso dia a dia e fez todo o sentido trazê-las para um dos eventos mais importantes do ano, onde celebramos resultados e dialogamos sobre o futuro dos negócios”, comenta Christian Goetz, presidente da Nivea Brasil.
Duas ONGs locais foram convidadas para o evento e a marca estimulou o apoio aos seus projetos: Projeto Onças do Iguaçu, que visa conservar a onça-pintada como espécie chave para a manutenção da biodiversidade da região; e a Casa de Malhú, que traz incentivo à comunidade LGBTQIA+ local. A cada incentivo financeiro de uma pessoa colaboradora, a Nivea dobrou o valor de apoio, além de disponibilizar produtos das organizações para venda. A ação foi divulgada em totens sustentáveis com madeiras reaproveitadas e por meio de QRCodes.
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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.
Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.
“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.
Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.
Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.
O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.
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Ticket celebra 50 anos com foco em sua evolução tecnológica rumo à experiência 100% digital

A Ticket acaba de dar o pontapé inicial nas comemorações de seu cinquentenário. Sob a assinatura institucional “Ticket: há 50 anos, evoluindo. Hoje, 100% digital”, a nova campanha publicitária resgata a trajetória histórica da companhia, reposicionando-a como uma logtech focada no futuro, na desmaterialização dos meios de pagamento e na experiência do usuário.
O filme principal da campanha utiliza uma narrativa visual fluida para ilustrar a evolução do setor. A produção percorre a transição dos antigos blocos de papel (os tradicionais “talões”) para os cartões magnéticos corporativos, culminando no ecossistema atual: o cartão 100% digital integrado a carteiras digitais (Apple Pay e Google Wallet) e plataformas de e-commerce. Para materializar essa jornada estética, a agência apostou em tecnologias de modelagem 3D e ferramentas de inteligência artificial.
“A campanha materializa a evolução da Ticket ao longo dos seus 50 anos. Saímos do talão em papel, avançamos para o cartão e hoje oferecemos uma experiência 100% digital, conectada às necessidades dos usuários e RHs. Mais do que acompanhar mudanças, nosso papel sempre foi liderar essa transformação”, destaca Danilo Teixeira, diretor de marketing da Ticket.
Desenvolvida pela Euphoria Creative, a campanha foca na agilidade de ativação do benefício no primeiro dia de trabalho do colaborador, reduzindo a burocracia logística para os departamentos de Recursos Humanos — território onde a Ticket ostenta o título de marca número 1 na preferência dos profissionais de gestão de pessoas.
“O desafio criativo foi traduzir essa transformação de forma tangível. A ideia foi dar forma a essa evolução de um jeito visual e quase físico, mostrando como a Ticket esteve presente em diferentes momentos da vida das pessoas. A linguagem do filme reforça essa passagem do analógico para o digital de maneira fluida e simbólica”, detalha Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.







