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NIVEA criará “Tropa Digital” de influenciadoras periféricas para campanha de Beleza Radiante

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A NIVEA, marca de cuidados com a pele, dá início a um projeto especial que vai recrutar, treinar e potencializar a atuação de influenciadoras digitais de periferias e comunidades. Intitulado “Afrolab NIVEA: Tropa Digital”, o projeto realizado em parceria com a Digital Favela e a PretaHub, por meio de seu projeto de formação empreendedora Afrolab, selecionará dezenas de criadoras de conteúdo ligadas ao universo da beleza para oferecer um treinamento completo, ampliando seus conhecimentos e capacidades, além de selecionar 10 delas para atuarem em 2024 em sua nova campanha digital de Beleza Radiante, linha de produtos da marca especialmente pensados e desenvolvidos para as peles pretas.

O processo vai selecionar até 150 pessoas que queiram ser influenciadoras do segmento, que venham das comunidades de todo o Brasil e tenham por lá seu principal público, independentemente de números de seguidores e outras métricas tradicionais. A partir de um time de curadoria montado por profissionais da NIVEA, Digital Favela e PretaHub, 40 delas serão selecionadas para receber o treinamento de especialistas, amplificando seu talento e mostrando caminhos e oportunidades que vão desde produção e criação de conteúdo à monetização.

Ao final da primeira fase, haverá ainda um pitch reverso: mais do que uma escolha da marca, a ideia é que as creators treinadas indiquem seu interesse e conexão com a campanha e seu propósito. É a partir desse “match” que serão selecionadas as 10 que atuarão de forma oficial como influenciadoras da NIVEA na campanha de Beleza Radiante.

“Esse projeto é mais uma iniciativa dentro da campanha de Beleza Radiante, uma linha que resgata o cuidado além da pele e cria o movimento para apoiar, reconhecer e se conectar com a comunidade negra. Essa ação em parceria com PretaHub e Digital Favela fomenta impacto social, além de proporcionar acessibilidade e representatividade para as belezas das peles negras”, ressalta Andrea Bó, diretora de marketing da NIVEA Brasil.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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