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NISSIN FOODS DO BRASIL estreia campanha INSTAGAME Cup Noodles®

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NISSIN FOODS DO BRASIL estreia campanha INSTAGAME Cup Noodles®

Desde o dia 27 de setembro, os consumidores de Cup Noodles® têm um novo desafio: completar o game exclusivo disponibilizado na página oficial do Instagram do produto: @CUPNOODLES_GAMES. A campanha da NISSIN FOODS DO BRASIL, criada em parceria com a dentsumcgarrybowen, inova ao oferecer uma ação divertida voltada ao público-alvo da marca.

Funciona assim: o jogo é um filtro do Instagram que tem como objetivo imitar os emoticons – sorrindo, surpreso, triste, entre outros – que passam na tela. Em certos momentos, alguns noodles aparecerão e o desafiante terá que fazer o movimento de devorá-los.

Segundo a gerente de Marketing da NISSIN FOODS DO BRASIL, Ana Fossati, o objetivo da nova campanha é proporcionar momentos descontraídos aos consumidores e aumentar o valor da marca utilizando toda a singularidade de Cup Noodles® por meio de jogos divertidos. “Estamos muito animados em produzir uma ação bem-humorada voltada ao público gamer, que acompanha desde sempre as nossas campanhas”, afirma.

Os interessados no lançamento também podem encontrar o filtro na página da influencer Camilota, que irá ensinar e divulgar o game para seus mais de 1 milhão de seguidores. Aqueles que se sentirem confortáveis poderão compartilhar seus resultados usando a #TEAMCUPNOODLES.

“Não seria uma campanha de Cup Noodles se não trouxesse o bom humor característico dessa linha de produtos, além de muita diversão”, comenta Kojiro Tanoue, Diretor de Criação Executivo da dentsumcgarrybowen. “Estamos ansiosos para ver os resultados de todos”.

Ficha Técnica

Agência: dentsumcgarrybowen

Anunciante: Nissin – Cup Noodles

Campanha: Campanha Cup Noodles – Insta Game

Diretor de Criação Executivo: Kojiro Tanoue 

Diretor de Criação: Murilo Torezan

Redator: Carlos Mori

Direção de Arte: Eduardo Ataide

Conteúdo: Viviane Teves Frohlich e Mariana Rudzinski.

VP de Atendimento: Bruno Pânico.

Atendimento: Bruno Lira e Liza Rebechi.

Head de Mídia: Viviana Maurman.

Mídia: Danielle Ferreira, Leandro Lourenço, Guilherme Nobrega.

Aprovado por (cliente): Yosuke Kawai, Yoshimi Miura, Ana Fossati, Daniela Sartori, Tatiana Curi e Brenda Silva.

Agência de influenciadores: Spark

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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