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NFT: Coleção para os 50 anos da Fórmula 1 no Brasil

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A Fórmula 1 comemora 50 anos no Brasil. A organização do GP São Paulo de Fórmula 1 e a agência allnft{lab} lançam no próximo mês uma coleção com 5050 NFTs exclusivos com uma série de benefícios físicos e digitais. A venda começa no dia 10 de setembro, às 18h, e o comprador receberá o NFT de um piloto e um carro estilizado de Fórmula 1 com o número 50, em referência aos 50 anos, no fundo. Será uma coleção comemorativa, limitada, feita pensando nos fãs da maior categoria do automobilismo mundial. A comercialização será através do site oficial. Já a revenda será realizada na OpenSea, o maior marketplace de NFTs do mundo.

NFT — non-fungible tokens — é um ativo que garante a posse de um bem exclusivo que nenhuma outra pessoa possui. É utilizado, entre outros, para obras de arte também chamadas de cripto-arte. A tecnologia digital blockchain, onde se cria o ativo, assegura sua autenticidade. Ele é único. No primeiro dos cinco lotes cada NFT custará U$ 70 (cerca de R$ 360 no câmbio de hoje), mais taxas. A partir do segundo lote haverá um acréscimo de U$ 50 por lote (cerca de R$ 255 no câmbio de hoje).

“O resultado desse trabalho de quatro meses, com uma equipe de 16 profissionais, me deixou muito orgulhoso. Com essa coleção de NFTs exclusivos vamos colocar o GP São Paulo de F1 e toda sua comunidade na web 3”, diz Marcos Fortes, CEO da allnft{lab}.

O GP São Paulo de Fórmula 1 possui um grande leque de fãs em todo o Brasil. A ideia de lançar os NFTs é uma forma de estreitar os laços com os entusiastas do evento.

“O NFT é algo exclusivo e permanente assim como a história da F1 no Brasil. Essa ligação já é o suficiente para assegurar o sucesso do lançamento”, explica Alan Adler, CEO do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1.

Os 5050 Generative Drivers do Grande Prêmio de São Paulo de F1 possibilitarão ao comprador uma série de bonificações. Os proprietários desses NFTs (holders) serão contemplados com benefícios exclusivos, físicos e digitais, que serão revelados ao longo da jornada, que começa agora e irá até agosto de 2023. A quantidade de NFTs por lote é limitada e a compra fica sujeita à disponibilidade.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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