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Nestlé e Nespresso se unem à Stella Artois para apoiar restaurantes afetados pela pandemia

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Com chegada de novos parceiros, o movimento Apoie Um Restaurante ganha mais vouchers e passa a agregar bares, cafeterias e confeitarias; aporte total pode ultrapassar R$ 10 milhões

Stella Artois ganha reforços para expandir a plataforma Apoie Um Restaurante, desenvolvida com a ChefsClub e criada para ajudar financeiramente restaurantes e bares de todo o Brasil afetados pela atual crise. Com a chegada de Nestlé e de Nespresso como novas parceiras do projeto, a expectativa é de que o total de estabelecimentos cadastrados na plataforma chegue a 6 mil, além de disponibilizar um total de 100 mil cupons considerando a primeira fase e a atual.

A iniciativa começou com 40 mil vouchers, esgotados uma semana após o lançamento – parte dos 60 mil novos vouchers já está na plataforma e o restante entra a partir de hoje. Com os novos cupons, o potencial é de reverter mais R$ 6 milhões para o mercado, além dos R$ 4 milhões arrecadados na primeira fase, que alcançaram mais de 3 mil negócios em mais de 300 cidades do país. Inspirada pelo movimento lançado no Brasil, Stella Artois levou a iniciativa para outros mercados onde a marca está presente, entre eles África do Sul, Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, México, Paraguai, Peru e Reino Unido.

Além disso, o site de Apoie Um Restaurante agora conta com duas novas categorias: enquanto Nespresso apoia a já tradicional seção Restaurantes – que agora também reúne bares -, a Nestlé oferece duas novas divisões voltadas a Cafeterias e a Confeitarias. A dinâmica continua a mesma, com 50% de desconto em cada voucher custeado por Stella e parceiros: a Nespresso oferece o desconto para bares e restaurantes e a Nestlé entra na conta para ajudar confeitarias e cafeterias. Os vouchers são para uso presencial no futuro, quando os estabelecimentos voltarem a funcionar integralmente, com limite de uso até 31 de dezembro de 2020. A plataforma permite uma (01) compra por CPF.

Para participar do movimento adquirindo um voucher ou efetuando o cadastro de um estabelecimento, basta acessar https://www.apoieumrestaurante.com.br. São 100 vouchers disponíveis para cada estabelecimento nas categorias Bares/Restaurantes, 80 vouchers por estabelecimento para Confeitarias e 200 vouchers disponíveis para cada negócio na categoria de Cafeterias.

“Como líder global no setor de alimentos e bebidas, um setor essencial para a população neste momento, a Nestlé entende seu papel relevante de contribuir com as necessidades da sociedade, em diversos segmentos de atuação. Queremos apoiar o pequeno e médio comerciante, que passa por uma fase delicada nesse momento, e fazer parte desse movimento é reflexo dessa premissa”, comenta a diretora de Transformação Digital da Nestlé, Carolina Sevciuc.

“Para nós, de Nespresso, é gratificante poder contribuir com a iniciativa Apoie um Restaurante. Faz parte do nosso compromisso com a gastronomia e da nossa responsabilidade enquanto companhia estar ao lado dos nossos parceiros e em prol do setor em todos os momentos do ano, pois temos um olhar consistente para toda a cadeia de valor. Certamente, não seria diferente agora. Estamos felizes em fazer parte desse projeto”, diz Marcos Djinishian, Head de Marketing da Nespresso Brasil.

O valor será 100% revertido aos estabelecimentos participantes – parceira do projeto desde o início, a fintech de meios de pagamento Stone realiza as transações sem cobrança de taxas para restaurantes, bares, cafeterias e confeitarias, transferindo a verba da venda dos vouchers no dia seguinte para cada um deles.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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