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Nestlé anuncia programa global de aceleração de startups

A Nestlé Purina, empresa global em cuidados para pets, anuncia a abertura das inscrições para o Unleashed 2025, programa global de aceleração de startups de pet tech. Podem participar empresas de todo o mundo que tenham soluções tecnológicas inovadoras para melhorar a vida dos pets e dos tutores, com foco em saúde e bem-estar. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas até 30 de setembro no site www.unleashedbypurina.com. Os vencedores serão anunciados em fevereiro de 2025.
Impulsionada pelo Purina Accelerator Lab (Laboratório de Aceleração da Purina), o programa está em sua sexta edição e tem como objetivo identificar, apoiar e acelerar iniciativas disruptivas pelo mundo que utilizam tecnologia para ajudar a resolver problemas de tutores de pets, de forma relevante, escalável e sustentável. A Nestlé Purina valoriza o sistema de inovação aberta e, para isso, oferece recursos para projetos que desenvolvem tecnologia em produtos e serviços, buscando contribuir com o crescimento do ecossistema pet.
Para essa edição do Unleashed o objetivo é acelerar até 10 startups em 2025. Especialistas e líderes da Nestlé Purina compõem o trabalho dando suporte e orientação no desenvolvimento das pet techs selecionadas por até 20 semanas. Nesse período, cada projeto recebe financiamento de aproximadamente R$ 280 mil para atingir os KPIs pré-determinados e passa a ter acesso a rede do Unleashed e da Purina. Nos últimos cinco anos, a Nestlé Purina recebeu mais de 1.400 inscrições, de 50 países, e acelerou 33 startups. Em alguns casos, a colaboração da companhia global com as vencedoras evoluiu para um contrato comercial ou incubação.
“Estamos entusiasmados com o segundo ano da plataforma Unleashed no Brasil, um mercado que se destaca pelo seu crescimento acelerado e pela busca crescente por inovação. O primeiro ano foi um sucesso em termos de inscrições de projetos nacionais. Este é um momento marcante para nós, pois vamos combinar a expertise científica de Purina com nossa capacidade de desenvolvimento para nos tornarmos o principal parceiro de startups brasileiras no setor de pet tech. Nosso objetivo é claro: fazer a diferença para milhões de pets e seus tutores, contribuindo significativamente para o avanço e a evolução do mercado local”, afirma Eric Zeller, BEO da Nestlé Purina Brasil.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








