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Nespresso e Kobra entregam um presente para a cidade de São Paulo

Instrumento de transformação: essa é a visão do grafiteiro e muralista Eduardo Kobra sobre a arte. Seu posicionamento em prol de um amanhã positivo para as pessoas e para a natureza tornou possível e legítima a parceria com a Nespresso. A marca acredita que a produção de café é como uma arte, um catalisador para uma mudança positiva e para a quebra de padrões se o cuidado estiver em cada detalhe, e convidou o artista para um projeto de homenagem a toda a cadeia de produção do café — do grão a xícara, com foco na preservação do meio ambiente e no cuidado com as pessoas.
A obra “Colheita” já nasceu com o desafio de superar padrões, tema da nova campanha “Padrões foram feitos para serem quebrados” de Nespresso, que chega ao Brasil para promover o mais novo sistema da marca: Vertuo. A nova obra desenvolvida pelo artista Eduardo Kobra homenageia uma mulher que quebrou padrões na cadeia do café: Lucimar Silva. O resultado foi um presente para a cidade de São Paulo, um mural com dimensão 25x10m, localizado na Rua Pedroso de Morais, 808 — Pinheiros.
“Estou muito feliz em continuar esta parceria com a Nespresso, e dessa vez representando algo tão significativo para o Brasil, inspirado na história comovente da Lucimar. Com a obra “Colheita”, quis mostrar uma mulher que rompeu diversos padrões na indústria do café para chegar onde está hoje e inspirar outras mulheres a também correrem atrás de seus sonhos”, afirma Eduardo Kobra.
A intervenção artística dá continuidade à parceria com Kobra que começou no ano passado, quando o artista utilizou os conceitos de UpCycling para produzir a arte “Nossas ações dizem tudo”, que evidenciava as ações da marca em todo o ciclo de vida do café e do alumínio, com um olhar cuidadoso sobre as pessoas que protagonizam essa história no campo e também com o próprio meio ambiente. A obra ficou exposta na vitrine da Boutique Nespressona Rua Oscar Freire e agora pode ser encontrada na sede da marca, em São Paulo.
“A arte é um estímulo para mudanças positivas e para quebra de padrões, pois provoca sentimentos e emoções, que resultam em transformação. O olhar do Kobra é uma homenagem incrível a uma mulher que superou diversos desafios para chegar ao cargo mais alto de uma fazenda de café. O público poderá conhecer ainda mais de sua história e também as ações da Nespresso na cadeia produtiva do café, que vai do campo à reciclagem, com um profundo cuidado humano e sustentável por trás de cada xícara de café” contextualiza Monica Lopes, diretora de marketing da Nespresso no Brasil.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








