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Neon e Terra fecham parceria para incentivo e apoio do brasileiro trabalhador

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Neon, uma das principais contas digitais do país, e o portal Terra, um dos principais mediatechs de notícias, apresentam o projeto de conteúdo proprietário “Tamo Junto no Corre” . Com linguagem moderna e teor de prestação de serviço, a plataforma traz conteúdos em texto e vídeo que destacam as vozes e as iniciativas que impactam a população que vive nas “quebradas” do Brasil. Os formatos são veiculados a partir deste mês, no canal “Visão do Corre”, no Terra.

Fernanda Salgado, head de marca e comunicação na Neon, explica que a parceria com o Terra reforça o posicionamento da fintech em ser o principal parceiro financeiro do brasileiro trabalhador. “A Neon tem crescido fortemente nos últimos anos e ampliado produtos e serviços que fazem parte do dia a dia de diferentes perfis de clientes, entre microempreendedores e pessoas físicas. A parceria com o Terra, que é um dos principais distribuidores de notícia do país, reflete nossa vontade de estar cada vez mais próximos e ser o principal parceiro financeiro do brasileiro trabalhador, a fim de reconhecer o valor e todo o esforço de quem está na luta para alcançar sonhos e garantir um futuro brilhante tanto para si, quanto para a sua comunidade”.

Os conteúdos do projeto serão distribuídos entre uma série em vídeo de quatro episódios, apresentados no formato jornalismo “gonzo”, em que o repórter se mistura profundamente na história dos personagens, como uma forma de sentir na pele todo o esforço exercido no “corre”. Entre as histórias que serão contadas estão as de empreendedores locais que ampliaram o seu negócio e conquistaram a independência financeira por meio do trabalho, e líderes de projetos sociais e de empoderamento financeiro que promovem a inclusão social de diversos jovens que residem em comunidades e favelas.

Serão publicados também webstories com foco em iniciativas que tem impacto nas periferias, voltadas para cultura, causas sociais, empreendedorismo, educação financeira e tecnologia. Os temas serão ampliados por reportagens informativas com dados e mais fontes.  

“A vertical Visão do Corre tem a missão em dar protagonismo para as realizações das pessoas que estão na batalha para alcançar metas e sonhos, mas também apoiá-los em toda a sua jornada com informações úteis que contribuam com o seu dia a dia. A parceria com Neon reforça como a combinação de conteúdo informativo, formatos personalizados e distribuição contextualizada traz maior alcance e relevância para o público”, destaca Manoela Pereira, head de conteúdo do Terra.

Além dos conteúdos que contemplam as histórias de quem está no “corre”, serão apresentados aos leitores, com teor informativo, as facilidades do app da Neon, cartão de crédito e empréstimo pessoal, pagamento por aproximação e por PIX, investimentos, entre outras soluções. Uma entrega de mídia digital e publieditoriais também fazem parte dos conteúdos no ‘Visão do Corre’.

A parceria entre as empresas foi intermediada pela DAVID, agência de publicidade da Neon, e reforça o posicionamento e linguagem da fintech em ser o principal parceiro financeiro das classes C, D e E, além da campanha mais recente da marca: “Vamos pra Cima”, lançada em julho deste ano.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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