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Natura Ekos e Gisele Bündchen se unem pela causa Amazônia Viva e pela beleza consciente

Há 20 anos, Natura Ekos surgia como uma marca vanguardista que, por acreditar na importância de compreendermos que somos natureza, trouxe uma proposta inédita: promover a união entre beleza, inovação e natureza, em uma rede sustentável de economia de floresta em pé. Em 2021, Ekos celebra seu bem-sucedido modelo de negócio, que contribuiu ao longo desse período para conservar dois milhões de hectares de floresta e reforça o seu papel como precursora do conceito de Biobeleza, trazendo Gisele Bündchen como aliada e embaixadora da marca. Pelo seu reconhecimento internacional e ativismo ambiental, Gisele assume esse posto para a marca Ekos, reforçando a causa “Amazônia Viva” da Natura.
Natura Ekos acaba de relançar toda a sua linha de produtos com fórmulas até 3x mais potentes, tornando ainda mais eficaz a categoria de produtos que constrói há anos, a de biocosméticos que ampliam o senso de beleza ao considerar o impacto positivo gerado nas pessoas e no planeta. A comunicação é assinada pela agência Africa.
Com isso, a chegada de Gisele como embaixadora faz parte desse novo capítulo na história de Ekos. “Buscamos demonstrar que é possível desenvolver produtos excepcionais em performance e sensorial, ao mesmo tempo em que estabelecemos modelos de negócios que geram impacto positivo para toda a sociedade. Por essa razão, é com muito entusiasmo que anunciamos nossa parceria com Gisele Bündchen. Assim como Ekos, ela representa uma busca por uma beleza mais consciente e é engajada em causas urgentes relacionadas ao planeta e, especialmente, à Amazônia”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura.
“Para mim, é fundamental escolher produtos que façam bem para a nossa pele, mas que, em seu processo de fabricação, não prejudiquem o planeta. É importante ressaltar que podemos preservar o meio ambiente ao escolhermos produtos que valorizem a floresta e as pessoas que moram nela, empoderando as comunidades, gerando renda e construindo oportunidades de negócios sustentáveis”, comenta Gisele. “Biobeleza é a combinação de fórmulas potentes que beneficiam nosso corpo, mas também ajudam a natureza a se regenerar”, completa a modelo e ativista que vê na parceria com Natura Ekos a possibilidade de amplificar a divulgação da mensagem sobre a importância de preservamos a natureza: “Defendo a natureza porque sou parte dela e viver conectada e em harmonia com ela me traz alegria, faz parte da minha essência, de meu propósito de vida. Somos todos parte da natureza, por isso precisamos unir forças para promover mudanças significativas para que a floresta fique em pé e a natureza possa estar em equilíbrio e continuar nutrindo a todos nós”.
A vice-presidente da Natura lembra que a parceria entre Gisele e Ekos simboliza a importância da união para promover uma transformação positiva no planeta, que começa no indivíduo. “Há um poder transformador dentro de nós, no indivíduo, e que ganha força no coletivo que precisa ser ampliado”, conclui Andrea.
Desde o lançamento de Natura Ekos, nos anos 2000, a marca de cuidados pessoais estabelece um modelo de negócios que respeita os ciclos da natureza e contribui para a manutenção da floresta em pé. Atualmente, mais de sete mil famílias agroextrativistas fornecem insumos para o desenvolvimento das fórmulas e todo o processo produtivo é certificado pelo selo UEBT – que garante comércio justo, conservação da biodiversidade e relacionamento de confiança com a comunidade. Em 2019, a marca Natura lançou uma causa pública chamada “Amazônia Viva” que tem o intuito de promover a economia de floresta em pé como vetor de desenvolvimento para a Amazônia.
Pelo compromisso histórico da marca Natura com a sustentabilidade, as metas pela defesa da Amazônia foram intensificadas. No documento “Visão 2030: Compromisso com a Vida”, o grupo Natura & Co (que reúne Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) mantém o compromisso público de zerar o desmatamento da Amazônia até 2025 ao manter articulação constante com diversas empresas, organizações e poder público em prol desse objetivo.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








